Troca de aeronave lançou suspeitas sobre vulnerabilidades do
Boeing 747 presenteado pelo Catar
Luiz Fara Monteiro
13/07/2026 - 07h22 (Atualizado em 13/07/2026 - 08h40)
A controversa troca de aeronave utilizada pelo presidente
Donald Trump em viagem à Turquia para a reunião da OTAN na última semana pode
ser explicada por uma consistente ameaça à segurança do líder americano.
Na ocasião, os Estados Unidos foram alertados por uma
agência de inteligência ocidental de que o Irã estaria planejando assassinar
Donald Trump em Ancara, capital da Turquia.
Segundo a emissora israelense Canal 12, altos funcionários
iranianos viram a visita de Trump como uma oportunidade para derrubar o
presidente americano.
No entanto, as autoridades americanas foram avisadas do
plano com antecedência, o que levou a uma troca de última hora de sua aeronave,
o novo Air Force One, para um modelo mais antigo.
Uma viatura elétrica da
Tesla , do bilionário Elon Musk , ficou sem bateria durante uma perseguição
policial nesta querta-feira em São Francisco, no estado da Califórnia , nos
Estados Unidos. Segundo um porta-voz da Polícia de Fremont, o veículo não foi
totalmente carregado antes de ser utilizado.
O policial que perseguia um
suspeito pela região de South Bay comunicou aos colegas que a bateria do carro
havia falhado e pediu reforços pelo rádio. Outras unidades estavam na região e
assumiram a perseguição , mas a missão foi cancelada cerca de 10 minutos
depois, já que o suspeito dirigia de maneira perigosa, o que poderia colocar
outras pessoas em risco. O carro que estava sendo perseguido foi encontrado
horas depois, em San Jose, mas o homem conseguiu escapar.
Em agosto, um carro elétrico
da Tesla pegou fogo depois de colidir
com um caminhão de reboque em uma rodovia de Moscou. A filmagem do incidente no
canal de TV estatal Rossiya 24 mostrou o carro ao lado da estrada envolto em
chamas e fumaça preta grossa. Duas pequenas explosões ocorreram em poucos
segundos uma da outra.
Link deste artigo: https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2019-09-26/viatura-da-tesla-fica-sem-bateria-durante-perseguicao-policial-nos-eua.html
Homem abriu fogo em escola em Realengo, no Rio, nesta quinta.
Conheça outros casos pelo mundo.
Do G1, em São Paulo
Na manhã desta quinta-feira (7), um homem entrou numa escola do Rio de Janeiro e abriu fogo, matando 11 crianças. O atirador também morreu. Confira outros casos parecidos ocorridos no mundo:
Alemanha
Quinze pessoas - nove alunos, três professoras e três pedestres - de um colégio de Winnenden, perto de Stuttgart (sudoeste) morreram vítimas dos tiros de um ex-aluno, em março de 2009. O atirador, Tim Kretschmer, de 17 anos, suicidou-se em seguida. A polícia disse que o assassino se submeteu a tratamento para depressão por cinco meses.
Finlândia
Em setembro de 2008, Matti Juhani Saari, vestido de preto e usando óculos de esqui, entrou armado na Escola de Hotelaria de Kauhajoki e matou dez pessoas. A seguir, ele atirou em si mesmo e morreu mais tarde no hospital. Uma semana antes, ele havia sido interrogado pela polícia, depois de ter colocado um vídeo na internet em que aparecia atirando. Ele tinha 22 anos e estudava para ser chef de cozinha.
O caso ocorreu um ano após outro parecido no país, quando um adolescente atirou contra seus colegas e matou oito pessoas antes de atirar contra a própria cabeça, na cidade de Tuusula. Pekka-Eric Auvinen, autor do tiroteio, havia completado 18 anos em junho e cursava seu último ano de Filosofia e História nesse colégio de ensino médio.
Virgínia Tech
O estudante sul-coreano Seung-Hui Cho levou apenas nove minutos para disparar mais de 170 tiros e matar 32 pessoas, entre colegas e funcionários da universidade Virginia Tech, nos EUA, em abril de 2007. A polícia e a universidade foram criticadas pela demora em avisar os frequentadores do campus de que havia um atirador à solta, no que foi o pior ataque a tiros em escola da história americana.
Columbine
Na tarde de 20 de abril de 1999, os estudantes Eric Harris e Dylan Klebold detonaram bombas caseiras e abriram fogo no colégio Columbine, no subúrbio de Denver, Colorado (EUA), matando 13 pessoas (12 estudantes e um professor) e ferindo 23 outras antes de cometerem suicídio. Enquanto atiravam, eles riam e gritavam.
Harris e Klebold planejaram por meses detonar as bombas dentro da cafeteria do colégio na hora do almoço e depois atirar nos sobreviventes, segundo mostrou uma investigação policial. A maioria de suas bombas falhou, mas eles atiraram do mesmo jeito, matando pessoas deliberadamente dentro e fora da escola.
Israel Pereira Coutinho, policial civil há 37 anos, pesquisador sobre a temática Armas de Fogo e Munições, Professor da Academia de Polícia do Estado de São Paulo, Instrutor de Armamento e Tiro, Instrutor de Defesa Pessoal, membro da Florida SWAT Association, membro da Florida Sheriffs Association, membro da Pennsylvania Sheriffs' Association, membro International Association of Law Enforcement Firearms Instructors, membro da National Rifle Association, filiado à Associação Zanon de Karatê, filiado à International Shotokan Organization, filiado à Confederação Brasileira de Krav Maga Security.Principais cursos:Estágio de Operações Especiais – DOPE, Special Weapon And Tactics – SWAT, Bioterrorism Incident Pre-Planning and Response - Interpol, Organized Crimes Investigations – FBI, Firearms Examiner Training –NIJ , Active Shooter Incident - Planning and Response – Afimac, Ocorrência Envolvendo Bombas e Explosivos – Senasp, Instrutor de Armamento e Tiro – Acadepol, Hunter Education – NRA, Identificação de Armas de Fogo – Senasp, Balística Forense Aplicada – SENASP, Operações de Manutenção de Paz e Policiamento Internacional – Senasp.