terça-feira, 31 de agosto de 2010

OS DEZ ERROS QUE TÊM LEVADO POLICIAIS EXPERIENTES À MORTE

url:http://img.limao.com.br/fotos/6F/D8/FB/6FD8FB1ED3F24F3DBFB452481CF73E44.jpg

Tradução e adaptação: Israel Pereira Coutinho

De acordo com a “National Law Enforcement Officers Memorial Foundation” os dez erros que tem levado policiais experientes à morte são:

ATITUDE – Se você não está concentrado no trabalho ou leva os problemas pessoais quando sai a campo, você está cometendo erros. Isso pode custar sua vida ou dos seus parceiros.
CORAGEM DE TOMBSTONE* – Ninguém tem dúvidas que você é corajoso. Mas se a situação permitir,  AGUARDE a chegada do reforço. Você não deve iniciar uma diligência perigosa sozinho.
NÃO DESCANSAR O SUFICIENTE – Para trabalhar você deve estar alerta. Dormir ou estar sonolento durante o trabalho não é apenas contra o regulamento, mas você se expõe, expõe a comunidade e os seus parceiros.
ESTAR MAL POSICIONADO – Nunca permita que alguém que esteja sendo abordado ou detido te conduza para uma posição de desvantagem. Sempre esteja atento quanto à sua posição. Mantenha a vantagem. Cada chamada é uma chamada, cada abordagem é uma abordagem. Não caia na rotina.
SINAIS DE PERIGO – Como um policial você deve reconhecer os “sinais de perigo”. Movimentos rápidos e carros suspeitos são avisos que podem te alertar para prestar atenção e se aproximar com cautela. Conheça sua comunidade e atenção para onde olha, e sempre observe se há algo de errado.
FALHA AO OBSERVAR AS MÃOS DO SUSPEITO – Ele é capaz de alcançar alguma arma ou te atacar com as mãos? O único meio dele alcançar uma arma ou te atacar é usando as mãos.
RELAXAR PRECOCEMENTE – Observe cuidadosamente. Você tem certeza que a ocorrência acabou. Não tenha pressa em relaxar simplesmente porque a ameaça imediata e aparente foi neutralizada.
USO IMPRÓPRIO OU O NÃO USO DAS ALGEMAS – Veja se a mãos que podem matar estão seguramente algemadas. Uma vez feita a prisão, algeme o prisioneiro imediata e corretamente.
NÃO FAZER A BUSCA OU FAZÊ-LA INADEQUADAMENTE – Há muitos lugares para se esconder armas e, se você falhar na busca, poderá pagar com sua própria vida ou a dos seus parceiros. Muitos criminosos portam diversas armas e estão preparados para usá-las contra você.
ARMA SUJA OU INOPERANTE – Suas armas estão limpas? Elas funcionam? E a munição? Quando foi o último tiro que você deu no estande ou em combate? Qual o sentido de portar qualquer arma de fogo se você não sabe se funcionará quando mais precisar?

*Tombstone é uma cidade localizada no Estado do Arizona, Estados Unidos, e no passado, foi palco de inúmeros duelos entre pistoleiros.

sábado, 28 de agosto de 2010

POLÍCIA: A mais estressante e criticada das profissões

Policiais da Força Nacional em confronto com criminosos no Rio de Janeiro em 2006
Por Archimedes Marques*
Apesar da Polícia trabalhar mantendo a ordem pública, protegendo a sociedade, aconselhando, dirimindo conflitos, evitando o crime, investigando, fazendo a paz ou regulando as relações sociais, é considerada por boa parte da população como ineficiente, violenta, agressiva e criminosa.
Por conta desses atributos negativos, o desgaste das instituições policiais e dos seus membros é iminente e presente, aumentando ainda mais a ansiedade e a angustia de cada um para constatar o seu estresse, cansaço e desolação.
Apesar do bom policial dar o melhor de si durante o seu labute, de sair de casa sem saber se volta a ver mais os seus filhos, de ser capaz de dar a sua própria vida para defender a sociedade contra o marginal, de trabalhar quase sempre por um salário não condizente com a importância da sua missão, é veementemente criticado pela mídia e pelo povo quando por um deslize qualquer deixa de exercer a sua função satisfatoriamente.
Trabalhar excessivamente lidando com o público, com os problemas brutais da sociedade, com o perigo constante, com a prevenção e repressão aos crimes diariamente e permanentemente e ainda não se ver recompensado psicologicamente e financeiramente, não pode deixar alguém, por mais forte que seja, sem se sentir cansado e estressado.
Enquanto que para a sociedade o crime comumente assusta e todos são condicionados a correr de uma briga, a fugir de um iminente perigo, o policial, por sua vez, deve correr em sua direção e ali estar presente para manter a paz pública.
Aliados a essa problemática da incompreensão, ingratidão, critica negativa por parte da sociedade, ainda resta a questão da sobrecarga de trabalho alcançada por muitos policiais, que por conta dos baixos salários que percebem, buscam alternativas na vida privada para complementar o seu ganho e melhor suprir as necessidades da sua família, ou seja, passam eles a fazer o famoso “bico” nas suas horas de folga, horas essas que seriam dedicadas ao seu descanso, ao laser, a um melhor convívio com seus filhos e que são perdidas nessa nova atividade, aumentando assim, consideravelmente o seu cansaço físico e o conseqüente estresse emocional, isso quando não ocorre morte em confronto com os marginais.
Infelizmente, também é triste ter que constatar que muitos dos nossos policiais, por absoluta falta de opção e condição financeira, residem na periferia das grandes cidades, por vezes até nos morros ou bairros dominados pelo tráfico. Suas vidas e dos seus familiares correm por um fio e por isso vivem eles a se esconder para que ninguém saiba a sua verdadeira profissão. Quando são policiais militares andam com suas fardas escondidas em sacolas para só vesti-las nos seus locais de trabalho. Essa constante preocupação é também fator de grande somatório para o aumento do estresse para qualquer um que viva tal drama.
É fácil concluir que para haver o saneamento desses problemas, necessário se faz mudanças de pensamentos e atos do povo, passando a sociedade a sentir a sua Policia a luz do valor da amizade para em boa cumplicidade apoiar as suas ações de resgate da dignidade corroída pelo poder publico através dos anos, ao invés de arrastá-la cada vez mais para o fundo do poço, ao mesmo tempo em que urge também por vontade política em resolver de vez a situação salarial e social das Polícias, principalmente com a implantação do piso nacional, assim como, pela unificação das classes, para uma Policia efetivamente única e forte, reduzindo o estresse de cada membro, melhorando assim o desempenho de todos para uma real prestação de serviços à sociedade.

*Delegado de Policia. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe. archimedes-marques@bol.com.br
Fonte: http://www.politicaexterna.com/11371/polcia-a-mais-estressante-e-criticada-das-profisses

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Autoridades atribuyen a narcos matanza de 72 migrantes en México

url: http://www.elimparcial.es/images/uploads/sobreviviente-matanza.efe.contenido.jpeg

MEXICO - Los 72 inmigrantes indocumentados asesinados en Tamaulipas, México, habrían sido víctimas del cartel de Loz Zetas, cuyos miembros los habrían ejecutado por negarse a ser sicarios, según versión del testigo y único sobreviviente de la masacre que indigna al mundo.
El descubrimiento de los indocumentados del centro y sur de América en una finca del norte de México, justo al sur de la frontera con Estados Unidos, representa un recordatorio espantoso de la brutalidad del tráfico de personas en un país con una amplia presencia de los carteles de la droga.
Un ecuatoriano herido que escapó del lugar de la matanza en el estado de Tamaulipas le dijo a las autoridades que los migrantes habían sido secuestrados por individuos que se identificaron como parte de Los Zetas, una banda narcotraficante que ejerce en partes de esa región un control tan brutal y total que incluso numerosos mexicanos evitar viajar por carreteras de la zona.
Los migrantes que se aventuran por México para llegar a Estados Unidos han sido desde hace tiempo víctimas de extorsión, violencia y robo. Pero han aumentado las informaciones de secuestros masivos de migrantes, que son forzados a dar los números telefónicos de parientes en Estados Unidos o en su país de origen, a los cuales a su vez se les exige la transferencia de pagos de rescate a los plagiarios.
-leer más: http://noticias.univision.com/mexico/noticias/article/2010-08-26/zetas-fusilaron-indocumentados

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Comissão aprova isenção de IPI na compra de carros por policiais

Da Agência Câmara

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou na quarta-feira (12/05) proposta que concede isenção de IPI aos carros comprados por integrantes dos órgãos de segurança pública. A proposta beneficia policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis e policiais militares e guarda Municipal , além dos bombeiros.
O texto aprovado é um substitutivo ao Projeto de Lei 6256/09, do deputado Major Fábio (DEM-PB), que originalmente previa o benefício apenas para policiais militares e bombeiros com pelo menos três anos de serviço. O substitutivo, apresentado pelo relator na comissão, deputado Capitão Assumção (PSB-ES), incluiu as outras categorias da segurança pública e determinou sua validade a partir do ingresso na carreira.
O projeto foi apresentado para facilitar a compra de veículo próprio pelos profissionais de segurança pública e, assim, garantir maior segurança nos deslocamentos.
Capitão Assumção explicou que todas as categorias estão sujeitas aos riscos inerentes às profissões da segurança pública, podendo tornar-se alvo de bandidos em transportes coletivos, não importando o tempo de serviço.
“Nem que seja por um dia, o exercício da profissão de segurança já induz a perigos. Sendo assim, não podemos exigir que a pessoa se exponha por três anos para fazer jus ao benefício”, argumentou.
Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara.

Íntegra da proposta:
PL-6256/2009
http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=455836

Groupe d'intervention de la Gendarmerie nationale


http://www.gendarmerie.interieur.gouv.fr/gign/Decouverte/Heraldique-de-l-insigne
Structure
Le groupe a été fondamentalement modifié le 1er septembre 2007. Il est dorénavant fort de plus de 380 hommes et femmes (officiers et sous-officiers) hautement spécialisés, regroupés au sein de 5 forces complémentaires (intervention, protection, observation/recherche, appui opérationnel, formation).
COMPOSITION DU GIGN
Le Groupe d'intervention de la gendarmerie nationale est implanté à Versailles (Yvelines). Il est ainsi structuré :
l'état-major commandement : cabinet, chargés d'étude, cellule communication, cellule relations internationales, secrétariat, cellule réserves;
l'état-major opérationnel: dédié exclusivement aux opérations : 20 officiers et sous-officiers spécialisés dans la gestion de crise, la négociation, l'évaluation, audit, etc;
l'état-major de soutien : 75 officiers et sous-officiers ayant en charge les aspects administratif, financier, logistique et la gestion des ressources humaines;
la force intervention : 100 officiers et sous-officiers;
la force sécurité/protection : 80 officiers et sous-officiers;
la force observation / recherche : 30 officiers et sous-officiers;
la force appui opérationnel : 25 officiers et sous-officiers répartis dans diverses cellules : moyens spéciaux, ouverture, tirs spéciaux, cynophile, dépiégeage;
la force formation : 35 officiers et sous-officiers.
Sources : http://www.gendarmerie.interieur.gouv.fr/gign/Decouverte/Structure2

Historique
Le facteur déclenchant :
Les événements de 1972 font naître dans de nombreux pays, une réflexion sur les problématiques de lutte contre les agressions terroristes. La prise d’otages qui se déroule en septembre 72 aux Jeux Olympiques de Munich (Allemagne) en est le catalyseur le plus marquant. Mais la réflexion est déjà dans les esprits depuis quelque temps et dès novembre de cette même année, la gendarmerie propose de créer, en région parisienne, un commando destiné à lutter contre la piraterie aérienne, constitué “à partir d’éléments sportifs entraînés” et “dont l’intervention pourrait être demandée sur l’ensemble du territoire national“.
A sa création en 1974 , le GIGN (Groupe d'intervention de la gendarmerie nationale) est scindé en deux groupes:
- le GIGN 1 , basé à Maisons-Alfort (Val-de-Marne), descendant de l'ECRI (Equipe commando régionale d'intervention) créée au sein de l'escadron 2/2 de gendarmerie mobile;
-le GIGN 4 , basé à Mont-de-Marsan (Landes), au sein de l'escadron 9/11 parachutiste de gendarmerie mobile.
Les deux unités sont regroupées en 1976 à Maison-Alfort, au sein d'un seul GIGN, déplacé en 1983 à Versailles (Yvelines).
En 1984 , les capacités antiterroristes de la gendarmerie se développent et un GSIGN (Groupement de sécurité et d'intervention de la gendarmerie nationale) est créé, qui intègre le GIGN , l'escadron 9/11 parachutiste rebatisé EPIGN (Escadron parachutiste d'intervention de la gendarmerie nationale) et le GSPR (Groupe de sécurité de la présidence de la république) créé en 1983 pour assurer la sécurité du chef de l'Etat. Enfin, en 1985, est créé le groupe instruction, qui portera par la suite les noms de centre de formation puis de GISA (Groupe d'instruction et de sécurité des activités).
Dans un souci d'adaptation permanente de l'outil de contre-terrorisme à la menace, une importante réforme est engagée en 2007 . Elle conduit à la création d'un nouveau GIGN, à la date du 1er septembre 2007, qui incorpore désormais au sein d'une même unité le GIGN de 1974, l'EPIGN, le détachement gendarmerie du GSPR et le GISA.
Depuis l'origine, les hommes du GIGN se sont engagés dans des opérations célèbres et sur des zones de crise multiples en France comme à l'étranger, libérant ou évacuant plus de 600 otages et 700 ressortissants français et étrangers menacés.
L'intervention conduite le 26 décembre 1994 , au cours de laquelle les otages du vol AF 8969 furent libérés sains et saufs sur l'aéroport de Marseille-Marignane, reste l'exemple des situations extrêmes que le GIGN est en mesure de gérer aujourd'hui plus encore qu'hier.Sources : http://www.gendarmerie.interieur.gouv.fr/gign/Historique

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ex-policeman hijacks tourist bus in Philippines

by Mynardo Macaraig  – Mon Aug 23, 1:03 am ET


MANILA (AFP) – An ex-policeman armed with a high-powered assault rifle hijacked a bus carrying more than 20 Hong Kong tourists including children in the Philippine capital on Monday, police said.
Six hostages, three of them children, were released by the gunman about three hours after the standoff began, with the drama being played out live on national television.
"There are children and adults on the bus," Metro Manila police commander Director Leocadio Santiago said on DZBB radio. "He is armed with an M-16 assault rifle," he added.
Police said they were negotiating with the gunman, a former policeman who was discharged in 2008 for his alleged involvement in drug-related crimes and extortion, and was demanding to be reinstated.
Children could be seen peeking from the drawn curtains as a lone police negotiator stood near the scene at a popular tourist park in Manila.
A national police statement said at least 22 tourists from Hong Kong were on board the bus, along with the driver. Earlier, police had said they were South Koreans.
"We have never had anything like this before -- we are very much concerned," said Joseph Tung, executive director of the Travel Industry Council of Hong Kong. "We hope the tour members will be released as soon as possible."
He said there had been 20 passengers on the bus, aged four to 72, plus a Hong Kong escort and local guide leading the three-day tour, when it was seized. The tour group was scheduled to return to Hong Kong late Monday.
Tung said the council, which represents Hong Kong's travel sector, had not been told of any ransom demands for the hostages' release.
"We have heard nothing like that so far," he said.
Hong Thai travel agency, which ran the tour, could not be immediately reached for comment.
About three hours after the stand-off began, the ex-policeman released six people.
Live television footage showed the bus parked in front of a grandstand at Rizal Park, a popular tourist destination just a few blocks from the police headquarters.
Santiago identified the suspect as Rolando Mendoza, a decorated former police senior inspector before he was accused and relieved of his post.
National police spokesman Senior Superintendent Agrimero Cruz said the bus had been isolated and police had deployed commandos in the area, adding that talks with the gunman had begun.
"Negotiations are ongoing," Cruz told reporters.
The hostage-taking came hours after a South Korean man was killed in a separate attack on a vehicle by gunmen elsewhere in Manila. Two of his companions were seized at gunpoint but later released.
The motive for the attack was not clear, although kidnap-for-ransom gangs often target foreign tourists and businessmen in areas near Manila and in the provinces.
Police said the incidents were not related.
Monday's bus hijack recalled a similar hostage-taking in 2007, when a troubled civil engineer armed with a grenade took over a bus and held 30 children but freed them after a 10-hour standoff with police.
The 2007 drama took place near Manila city hall, just off Rizal Park.
http://news.yahoo.com/s/afp/20100823/wl_asia_afp/philippinescrimehijack

SWAT - Storia e Equipaggiamento


Da Wikipedia, l'enciclopedia libera
SWAT è l'acronimo inglese per Special Weapons And Tactics (in origine era Special Weapons Assault Team), che indica i reparti scelti presenti in molti dipartimenti di polizia statunitensi. Queste unità vengono impiegate per compiere operazioni ad alto rischio, come arresti di importanti criminali, prevenzione di attacchi terroristici e scontri a fuoco con criminali. Nella maggior parte dei casi, però, il salvataggio degli ostaggi è un compito che spetta all'Hostage Rescue Team (HRT) dell'FBI, in quanto il sequestro di persona negli Stati Uniti d'America è un reato federale.
L'obiettivo primario della S.W.A.T. è salvare vite umane, infatti cercano, solo se possibile, di non sparare nemmeno un colpo quando si trovano sul campo.
Storia
La SWAT nacque intorno agli anni '60, nella città di Delano (California), dato che la polizia non era in grado di affrontare determinate situazioni ad alto rischio (risultanti fuori dallo standard d'addestramento). Successivamente la polizia di Los Angeles creò una squadra SWAT. Si diede vita quindi a reparti speciali di teste di cuoio. La SWAT ha una storia di continua evoluzione e trasformazione, sia delle tattiche che dell'intero equipaggiamento. Inizialmente i componenti di questa unità d'élite (tutti appartenenti al Los Angeles Police Department, il dipartimento di polizia di Los Angeles) erano agenti volontari con più di 10 anni di servizio. Durante il corso degli anni ci fu un rinnovamento di tutta la struttura amministrativa, sviluppando un reparto speciale diviso in diverse unità. Negli anni '90 divenne l'unità civile di teste di cuoio della polizia più addestrata e più operativa al mondo.
Equipaggiamento
Le squadre SWAT sono equipaggiate con armi specifiche come pistole mitragliatrici le principali pistole mitragliatrici che vengono impiegate dai reparti speciali degli s.w.a.t. sono l' MP5 (in praticamente tutte le sue differenti versioni, MP5A2, MP5A3, MP5A4, MP5A4SD, MP5K) MP è la sigla di Machine Pistole parola tedesca che significa appunto pistola mitragliatrice tutte le pistole mitragliatrici MP5 sono prodotte dalla prestigiosa fabbrica di armi da fuoco tedesca Heckler & Koch. per quanto riguarda i fucili d'assalto gli s.w.a.t. adoperano principalmente il fucile d'assalto M4 e M16. L'M4 nasce come diretta evoluzione della carabina XM177E2 utilizzata durante la guerra in vietnam. Il primo fucile che fu mai utilizzato in Vietnam fu l'M16 fucile di calibro 5.56 NATO e avendo il calcio fisso era molto scomodo da utilizzare da lì ne derivò l'attuale M4 versione accorciata e più leggero che utilizza lo stesso calibro e quindi ha la stessa potenza ma maggiore adattabilità gas lacrimogeni, granate abbaglianti e a pungiglione (le quali, durante la detonazione sparano pallini di gomma), e fucili di precisione in dotazione a tiratori scelti. Oggi per vedere sotto alle porte o dietro agli angoli, adoperano un fibroscopio (che ha sostituito l'obsoleto bastone con specchio). Spesso indossano giubbotti antiproiettile, visori notturni e maschere antigas, elmetti protettivi e una trasmittente per fare rapporto al capo della squadra sui fatti che stanno avvenendo.
url:http://it.wikipedia.org/wiki/SWAT

domingo, 22 de agosto de 2010

Síndrome de Estocolmo

Patricia Hearst durante el atraco protagonizado por el SLA en el Banco Hibernia.
El síndrome de Estocolmo es una reacción psíquica en la cual la víctima de un secuestro, o persona retenida contra su propia voluntad, desarrolla una relación de complicidad con quien la ha secuestrado. En ocasiones, dichas personas secuestradas pueden acabar ayudando a sus captores a alcanzar sus fines o a evadir a la policía.
Debe su nombre a un hecho curioso sucedido en la ciudad de Estocolmo, Suecia. En 1973 se produjo un atraco en el banco Kreditbanken de la mencionada ciudad sueca. Los delincuentes debieron mantener como rehenes a los ocupantes de la institución durante 6 días. Al entregarse los captores, las cámaras periodísticas captaron el momento en que una de las víctimas besaba a uno de los captores. Y, además, los secuestrados defendieron a los delincuentes y se negaron a colaborar en el proceso legal posterior.[1]

Causas
El síndrome de Estocolmo puede parecer curioso a primera vista, pero tiene explicación. En la bibliografía sobre el tema, se mencionan varias posibles causas para tal comportamiento:
Tanto el rehén o la víctima como el autor del delito persiguen la meta de salir ilesos del incidente, por ello cooperan.
Los rehenes tratan de protegerse, en un contexto de situaciones que les resultan incontrolables, por lo que tratan de cumplir los deseos de sus captores.
Los delincuentes se presentan como benefactores ante los rehenes para evitar una escalada de los hechos. De aquí puede nacer una relación emocional de las víctimas por agradecimiento con los autores del delito.
Con base en la historia de desarrollo personal, puede verse el acercamiento de las víctimas con los delincuentes, una reacción desarrollada durante la infancia. Un infante que percibe el enojo de su progenitor, sufre por ello y trata "comportarse bien", para evitar la situación. Este reflejo se puede volver a activar en una situación extrema.
La pérdida total del control que sufre el rehén durante un secuestro es difícil de digerir. Se hace más soportable para la víctima convenciéndose a sí misma de que tiene algún sentido, y puede llevarla a identificarse con los motivos del autor del delito.
 
Casos famosos
Otros casos famosos incluyen rehenes de aviones y otras personas secuestradas, por ejemplo el de Patricia Hearst, nieta del influyente y poderoso editor William Randolph Hearst, quien después de haber sido retenida por una organización terrorista (el Ejército Simbiótico de Liberación), se unió a ellos varios meses después de haber sido liberada.
1.↑ Nils Bejerot: The six day war in Stockholm New Scientist 1974, volume 61, number 886, page 486-487
fuente: http://es.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Estocolmo

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

POLICIAIS CIVIS DESCONTENTES COM O DESCASO DO GOVERNO

Passados dois anos da greve que paralisou a Polícia Civil por sessenta dias, depois do confronto com a Polícia Militar nas proximidades do Palácio do Governo, os policiais civis de São Paulo estão profundamente descontentes com o não cumprimento das promessas feitas na ocasião. Não dá para esquecer! Neste mês de agosto faz só dois anos!
Os salários continuam sendo um dos piores do país e, até mesmo um projeto de reestruturação das carreiras, que se arrasta há quase dez anos, corre o risco de não se transformar em lei, o que é inconcebível e desastroso, tal a expectativa que gerou.
Há muito tempo os Delegados de Polícia clamam por serem elevados à condição de carreiras jurídicas; os Escrivães e Investigadores de Polícia, que têm nível universitário, continuam ganhando o mesmo salário de 2º grau de escolaridade; os Papiloscopistas Policiais, que na Justiça conquistaram o nível superior, continuam como nível médio de escolaridade; por incrível que pareça, em pleno século XXI, na Polícia Civil de São Paulo ainda existem pelo menos quatro carreiras para as quais se exige apenas o 1º grau do ensino fundamental. Tudo para desmotivar de vez o policial.
A Constituição Federal, ao ser emendada em 4/6/98, determinou em seu artigo 144, § 9º, que a remuneração dos servidores policiais seja fixada na forma de subsídio, constituído de parcela única. Até hoje o governo do Estado não exerceu a competência privativa de que fala a lei maior para a regulamentação da matéria, de modo a também assegurar a revisão geral anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.
Conforme exposto no item anterior, há 16 anos não são repostas as perdas decorrentes da inflação, a despeito de existir lei dispondo sobre a data-base, que não vem sendo cumprida, afetado, sensivelmente, o poder de compra dos policiais.
Boa parte do efetivo de quase 35 mil policiais civis está, portanto, desmotivada, com a auto-estima em baixa e sem perspectiva de progressão na carreira que abraçaram. Mesmo assim, por conta do compromisso que têm de lutar pela paz social, combatem, heroicamente, a criminalidade cada vez mais ousada e violenta. E, por isso, os índices de criminalidade ainda estão sob controle. Porém, não se sabe por quanto tempo terão ânimo para continuar se expondo a cada momento. O quadro é patético, quase desolador!
A Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo*, porta-voz de todas as entidades representativas da classe, não poderia ficar silente diante de tamanho descaso por parte do Governo do Estado. Afirma, por outro lado, que continuará lutando pela conquista dos benefícios acima elencados, que foram reconhecidos pelo mesmo Governo quando da greve de 2008 e que ao longo desses dois anos que se passaram nada fez.
Finalmente, os policiais querem ser reconhecidos e valorizados para poderem continuar defendendo a sociedade ante a constante ameaça dos criminosos de toda ordem.
 
*Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo:
ACARCEPOL– AEPESP - APPESP – IPA-SP – SINTELPOL – SINDPESP e Sinpols de Campinas, Mogi das Cruzes, Pres. Prudente, Santos, Sorocaba e Rib. Preto jlr/.
fonte:http://www.ipa-brasil.org.br/

terça-feira, 27 de julho de 2010

Vereador pede padronização de armamento ao Comando Geral da Polícia Militar

Através do Requerimento nº123/2010, o Vereador Israel Pereira Coutinho solicita ao Comando Geral da Polícia Militar, a padronização de armamento.
Acompanhem a proposição...

REQUERIMENTO Nº123/2010
Considerando que a Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo mantém suas Bases Operacionais longe dos centros urbanos, o que demanda um maior lapso de tempo na chegada de eventual reforço policial;
Considernado que na fiscalização de nossas rodovias muitas vezes os policiais se deparam com criminosos em estado de flagrância;
Considerando que não raro, criminosos resistem à prisão investindo contra os agentes do Estado, muitas vezes com armas sofisticadas;
REQUEIRO, regimentalmente, ouvido o douto Plenário, seja encaminhado ofício ao Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Coronel Álvaro Batista Camilo, solicitando a adoção de arma longa raiada (carabina ou fuzil), preferencialmente no calibre .223 Remington*, para a corporação.

*Nota do autor: o calibre .223 Remington a versão civil do calibre 5,56x45 mm. O entendimento contemporâneo é que esse último calibre é o mais adequado para o uso policial, mas à época da edição do documento, por um lapso, foi solicitada a adoção do .223 Remington  ao invés do 5,56x45 mm.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Conceito doutrinário de Força Pública

url da imagem: http://petropolisnoseculoxx.zip.net/images/forcapublicanaprimeiradecada.jpg

por Carlos Alberto Marchi de Queiroz*

Nos primeiros dias de fevereiro de 2010, o nobre governador do Estado enviou à Assembleia Legislativa projeto de emenda constitucional – PEC, no sentido de repristinar o nome Força Pública do Estado de São Paulo, afastando a atual denominação Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A atitude governamental causou forte impacto nos órgãos de imprensa, no âmbito da Polícia Civil e nas hostes da milícia estadual, principalmente no tocante à sua eventual inconstitucionalidade.
A imprensa escrita revelou que a PEC governamental teria se transformado em um divisor de águas dentro da PM uma vez que parte considerável da tropa e da oficialidade manifestaram, dentro dos limites de urbanidade, contrariedade à mudança de denominação, prevalecendo a vontade do digno coronel comandante-geral da corporação.
A denominação força pública aparece, pela primeira vez, na História da Humanidade na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, proclamada pela Assembleia Constituinte francesa, em 26 de agosto de 1789, nos seguintes artigos:
Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.
Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.
Com semelhante base legal, os países europeus passaram, paulatinamente, a constituir suas forças públicas, de sorte que, em Portugal, surge a Guarda Republicana, acolitada por polícias municipais e de fronteiras. No mesmo sentido, a Espanha implanta a sua Guardia Civil, apoiada por polícias municipais e de fronteiras.
A França, após a era napoleônica, institui a Gendarmerie Nationale, auxiliada por polícias municipais e de fronteiras, como se pode ver na primeira versão do filme O Dia do Chacal. A Itália, por seu turno cria os famosos Carabinieri, coadjuvados pela polícia de finanças, pelas polícias municipais e de fronteiras.
Nesse contexto, força pública é o conjunto de organizações policiais de caráter preventivo, em um dado momento histórico de cada país. No Brasil, a força pública paulista atingiu o seu melhor conceito doutrinário entre 1936 e 1947, quando sua polícia ostensiva era composta pela Força Policial do Estado de São Paulo, pela Guarda Civil do Estado de São Paulo e pela Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras.
A expressão força pública surge em alguns artigos do Código de Processo Penal em vigor, com o significado de organismo policial de caráter ostensivo, à disposição das autoridades policiais e judiciárias brasileiras.
É do conhecimento dos estudiosos de policiologia que a Polícia Militar do Estado de São Paulo, dentro de suas gloriosas tradições, ostentou os nomes de Força Policial e de Força Pública, por mais de uma vez, até o ano de 1970, ocasião em que todas as milícias estaduais passaram a ser chamadas de Polícias Militares, exceto a milícia gaúcha, que continuou mantendo o seu tradicional nome Brigada Militar.
Longe de querer censurar a PEC ora em trâmite na Assembeia Legislativa, as expressões força pública e polícia militar foram cunhadas de forma equivocada no Brasil, uma vez que a primeira, force publique, de origem francesa, e a segunda, military police, de origem norte-americana, revelam conteúdos diversos daqueles usados no Brasil.
Força pública e polícia militar, já analisadas, são substantivos compostos que data maxima venia não podem rotular genericamente instituições policiais, como fazem corretamente Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha e Inglaterra, estes dois últimos países por nós não analisados.
Polícia militar, substantivo composto, vem sendo utilizado no Brasil a partir da década de trinta, quando os estados brasileiros chamavam suas milícias de Polícia Militar, Força Policial ou Força Pública, ocorrendo a unificação após a Revolução de 1964.
Polícia militar, na sua essência de military police, é um grupamento de todos os exércitos do mundo, destinado policiar seus quadros em áreas de operação ou de conflito, como a PM da FEB, formada por guardas-civis da Guarda Civil de São Paulo, na 2ª Guerra Mundial.
Outras polícias militares brasileiras são a Polícia da Aeronáutica, PA, e a Polícia da Marinha, SP, ou melhor, shore patrol, i.e, patrulha da praia, instituidas para conter os excessos dos aviadores e dos marujos.
Assim sendo, é preciso que os dignos deputados estaduais mergulhem fundo nos livros de História do Brasil, a fim de que possam dar uma solução sábia para essa delicada questão, uma vez que a Força Pública do Estado de São Paulo (1947-1970) deu mais apoio no combate à esquerda, do que a Polícia Militar paulista.
Parece-nos que a questão levantada pelo governo estadual deve passar, necessariamente, pelo crivo da Inspetoria Geral das Polícias Militares – IGPM, órgão do Exército Brasileiro, incumbido da fiscalização das milícias estaduais, uma vez que alguns constitucionalistas pátrios já sussurram sobre eventual inconstitucionalidade da matéria.
Países eslavos, da Europa Central, distinguem bem as forças públicas das polícias judiciárias, chamando-as de Milicja e Policja, solução que não queremos para o nosso Estado face às tradições históricas da Polícia Militar e da Polícia Civil bandeirantes.
Finalizando, desejamos salientar, para não ferir suscetibilidades, que o texto segue as formas de redação e estilo dos jornais brasileiros, cabendo lembrar aos legisladores que procurem buscar, pelo menos, uma outra alternativa onomástica para a nossa co-irmã, uma vez que os substantivos compostos policia militar e força pública são gêneros e não espécie da atividade policial.
(*) Carlos Alberto Marchi de Queiroz é Delegado de Polícia de classe especial, professor de Direito e na Academia de Polícia e escreve em especial para o site da International Police Association – IPA.
fonte:http://adpesp.org.br/artigos/detalhe/136

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Câmara aprova PEC do piso salarial dos policiais dos Estados

Rodolfo Stuckert
O Plenário aprovou nesta terça-feira, em primeiro turno, a proposta de piso salarial para os policiais dos estados (PECs 446/09 e 300/08). O texto aprovado por todos os 349 deputados presentes é o de uma emenda que resultou de um acordo entre o governo e as lideranças da categoria. A matéria ainda precisa ser analisada em segundo turno, antes de seguir para o Senado.
De acordo com a emenda, uma lei federal definirá o piso salarial dos policiais civis e militares e dos bombeiros dos estados, que passarão a receber na forma de subsídio. A mesma lei criará um fundo para ajudar os estados a cumprir o novo piso, disciplinando o funcionamento do fundo e os recursos a ele destinados. A lei também definirá o prazo de duração desse fundo.
A partir da promulgação da futura emenda constitucional, o Executivo terá 180 dias para enviar o projeto dessa lei ao Congresso.

Equilíbrio

Antes da aprovação da matéria, o presidente da Câmara, Michel Temer, cumprimentou todas as lideranças e os deputados mais atuantes na negociação do texto aprovado. "Do envolvimento desses deputados, resultou o envolvimento de toda a Casa, que conseguiu chegar a um termo final, mostrando como a democracia é um diálogo do qual nasce o equilíbrio", afirmou.
Para o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC 300/08, a votação foi possível graças à reunião do presidente da Casa com os líderes na qual ficou definido que a PEC seria pautada ainda nesta terça-feira. "Pode não ser o texto dos sonhos, mas se não tivéssemos votado isso não teríamos votado nada", ponderou Faria de Sá.

Texto negociado

Para o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que negociou o texto aprovado com a categoria, a Câmara deu "um passo em uma grande caminhada". Segundo ele, "estão de parabéns as lideranças dos policiais e o deputado Arnaldo Faria de Sá, que formulou a ideia geral da proposta".
A PEC 300/08 previa que os policiais dos estados receberiam os mesmos valores pagos aos do Distrito Federal, mas passou a tramitar apensada à PEC 446/09, do Senado, quando esta chegou à Câmara.

Histórico

A primeira versão da PEC 446/09 foi aprovada em março deste ano e continha um piso provisório de R$ 3,5 mil ou de R$ 7 mil para os menos graduados e o menor posto de oficial, respectivamente.
Entretanto, essa parte do texto e outras que tratavam da criação do fundo apenas com recursos federais precisavam ser votadas separadamente. Esses trechos da PEC foram alvos de destaques do PT.
A partir da apresentação dos destaques, as negociações se estenderam até que os representantes da categoria aceitaram retirar, do texto, os valores provisórios do piso e uma nova redação para o fundo que subsidiará os pagamentos do piso definitivo.
fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/149472.html

terça-feira, 22 de junho de 2010

Vereador cobra do Governo do Estado informações sobre o pagamento do ALE

url da imagem:http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,17240690-EX,00.jpg

Requerimento nº161/2010

REQUEIRO, regimentalmente, ouvido o douto Plenário, seja encaminhado ofício ao Governador do Estado de São Paulo, Senhor Alberto Goldman, solicitando informações sobre o pagamento do Adicional de Local de Exercício – ALE, aos policiais civis e militares, aprovado através da Lei Complementar nº 1.114, de 26 de maio de 2010.

Plenário Vereador José Ikeda, em 21 de junho 2010.
Israel Pereira Coutinho
vereador

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Delegacia Geral de Políca disciplina o porte e a aptidão para o uso de arma de fogo por policias civis

Sniper Policial se preparando para o Tiro de Comprometimento
url:http://www.revistaarmas.com/wp-content/gallery/rifles-sniper-iii-armas-312/sig-y-blaser-27-foto-ministerio-del-interior-ucraniano.jpg
DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA
Portaria DGP - 30, de 17-6-2010
Disciplina o porte e a aptidão para o uso de arma
de fogo por policiais civis

O Delegado Geral de Polícia,
Considerando que a Lei 10.826/2003, em seu art. 6º, inc. II, prevê o porte de arma aos policiais civis;
Considerando que a Lei Complementar 675/1992, em seu art. 17, assegura que a carteira funcional confere o direito ao porte de arma;
Considerando que no trabalho policial pode ser necessário o emprego de força e armas de fogo, respeitados, dentre outros, os princípios da proporcionalidade e razoabilidade;
Considerando o disposto no § 1º inc.II do art. 6º da Lei 10.826/2003 Estatuto do Desarmamento, e nos arts. 34 e 35 do Decreto 5.123/2004, que impõem à Polícia Civil, por meio de normas internas, a regulamentação do uso das armas de fogo, ainda que fora do serviço, por seus servidores;
Considerando que o aludido edito igualmente estabelece a necessidade de disciplinar, em regramento interno, o porte de arma de fogo por policiais civis fora da respectiva unidade federativa, quer durante as funções institucionais, quer em trânsito, bem como o porte de arma fora do serviço, quando se tratar de
locais onde haja eventos com aglomeração de pessoas;
Considerando, por fim, a necessidade de propiciar aos policiais civis permanente aprimoramento para o uso desses equipamentos, dotando-os das melhores técnicas para que as ações resultem na realização do interesse público, resolve:

CAPÍTULO I
DO PORTE DE ARMA DE FOGO

Art. 1º. O policial civil, em razão da natureza de suas funções institucionais, fica autorizado a utilizar, no efetivo exercício da atividade policial ou fora do horário de trabalho, arma de fogo de sua propriedade ou pertencente à Polícia Civil, em qualquer local público ou privado, mesmo havendo aglomeração de pessoas, em evento de qualquer natureza, no âmbito do Estado de São Paulo.
§ 1º para o exercício dessa prerrogativa o policial deverá trazer sempre consigo carteira de identificação funcional e observar o disposto nesta Portaria, respondendo nas esferas penal, civil e disciplinar, por eventuais excessos.
§ 2º o policial civil, em face de sua condição funcional, poderá portar arma de fogo particular de qualquer calibre, na efetiva equivalência de sua habilitação técnica, nos termos do preconizado pela Portaria DGP-12, de 20/08/2008.
§ 2º - O Policial Civil, em face de sua condição funcional, poderá portar arma de fogo particular de qualquer calibre, que esteja legalizada e registrada nos órgãos federais competentes e na efetiva equivalência de sua habilitação técnica, nos termos preconizados pela Portaria DGP-12/2008. 

(redação dada pela Portaria DGP-06 de 01/03/2012)
§ 3º a posse de armas de fogo institucionais não brasonadas igualmente deverá ser acompanhada do documento correspondente ao registro.
Art. 2º - O policial civil, no exercício da função, deverá portar armas de fogo de forma dissimulada, especialmente nos locais onde haja aglomeração de pessoas, salvo quando em operação policial, trajando vestimenta ou distintivo que o identifique.
Art. 3º - O policial civil não está obrigado a entregar sua arma ou respectiva munição como condição para ingresso em recinto público ou privado.
Parágrafo único. Excetuam-se do disposto no “caput” as hipóteses que se seguem:
I – submissão à prisão;
II – durante audiência judicial, a critério da autoridade
judiciária competente;
III – determinação, ainda que verbal, de seu superior
hierárquico;
IV - determinação da autoridade corregedora, sempre que
tal medida afigurar-se necessária.
Art. 4º - Poderá o policial civil, no exercício de suas funções institucionais ou em trânsito, portar arma de fogo fora do Estado de São Paulo, desde que expressamente autorizado e com prazo determinado.
Art. 4º - Atendidas as exigências desta Portaria e dos artigos 8º e 9º da Portaria DGP 12, de 20/08/2008, poderá o Policial Civil quando em trânsito, mesmo que em férias ou licença-prêmio, portar arma de fogo em todo território nacional, observando a legislação pertinente.

(redação dada pela Portaria DGP - 55, de 14-12-2011)
Parágrafo único. Compete ao delegado de polícia imediatamente superior ao servidor policial autorizar o porte a que alude o caput, encaminhando correlata comunicação à direção departamental a que estiver vinculado.
Art. 5º - O policial civil aposentado que desejar portar arma de fogo de sua propriedade deverá portar carteira com a indicação dessa condição e, a cada três anos, submeter-se aos testes de aptidão psicológica a que se refere à Lei 10.826/2003 e o Decreto 5.123/2004, nos termos preconizados pela Portaria DGP - 34, de 17/12/2008.
§ 1º. Quando em trânsito, fora da circunscrição territorial do Estado, poderá o policial aposentado portar sua arma de fogo, desde expressamente autorizado, por prazo determinado, pelo dirigente da Divisão de Produtos Controlados do departamento de Identificação e Registros Diversos da Polícia Civil - DIRD.
Art. 5º - O Policial Civil aposentado que desejar portar arma de fogo de sua propriedade deverá portar carteira com a indicação dessa condição e, a cada três anos, submeter-se aos testes de aptidão psicológica a que se refere a Lei 10.826/2003 e o Decreto 5.123/2004, nos termos preconizados pela Portaria DGP-34, de 17/12/2008.
Parágrafo único. Quando em trânsito, fora da circunscrição territorial do Estado de São Paulo, poderá o Policial Civil aposentado portar sua arma de fogo, desde que atendidos os requisitos do caput deste artigo.

(redação dada pela Portaria DGP - 55, de 14-12-2011)
Art. 6º - Ficam mantidos, no que couber, os dispositivos da Portaria DGP 10/2007, que disciplina a suspensão do porte de arma de policial civil quando em licença motivada por problemas de saúde.

CAPÍTULO II

DA APTIDÃO PARA o USO DE ARMA DE FOGO

Art. 7º - A capacitação do policial civil para o uso de armas de fogo será por meio de curso, com prova prática, disciplinado pelo Delegado de Polícia Diretor da Academia de Polícia, com a seguinte estruturação:
I- habilitação operacional (Op);
II- habilitação tática (Tat);
III- habilitação para emprego estratégico (Estrat).
§ 1º - o nível de habilitação operacional (Op) capacita o servidor para o uso das seguintes armas de fogo:
a) Op I : revólver;
b) Op II: revólver e espingarda;
c) Op III: revólver, espingarda e pistola.
§ 2º - o nível de habilitação tática (Tat), que exige antecedente habilitação operacional Op III, capacita o servidor para o uso das seguintes armas de fogo:
a) Tat I : carabina e submetralhadora;
b) Tat II: carabina, submetralhadora, fuzil e similar.
§ 3º - o nível de habilitação para emprego estratégico (Estrat), que exige antecedente habilitação tática Tat II, capacita o servidor para o uso de fuzil e similar, quando empregados em função de tiro de comprometimento.
Art. 8º - A Academia de Polícia ministrará cursos de treinamento em armamento e tiro nos níveis a que se refere o art. 7º, com vistas ao contínuo aperfeiçoamento e aferição psicofísica pertinente à habilitação do policial para o fiel desempenho das atividades inerentes ao seu cargo.
§ 1º - para a manutenção dos níveis de habilitação Op II e Op III, o policial submeter-se-á a treinamento na Academia de Polícia, facultativamente a qualquer tempo, conforme disponibilidade  de recursos, e obrigatoriamente a cada cinco anos.
§ 1º - para a manutenção dos níveis de habilitação Op II e OP III, o Policial Civil submeter-se-á a treinamento na Academia de Polícia, conforme disponibilidade de recursos, facultativamente a qualquer tempo ou por indicação da Diretoria do Departamento no qual estiver classificado.

(redação dada pela Portaria DGP - 55, de 14-12-2011)

§ 2º - para a manutenção dos níveis de habilitação Tat I e Tat II, o policial submeter-se-á a treinamento na Academia de Polícia, facultativamente a qualquer tempo, conforme disponibilidade de recursos, e obrigatoriamente a curso de treinamento a cada três anos, com avaliação prática.
§ 3º - para a manutenção do nível de habilitação Estrat, o policial submeter-se-á a treinamento na Academia de Polícia, facultativamente a qualquer tempo, conforme disponibilidade de recursos, e obrigatoriamente a curso anual de treinamento, com avaliação prática.
§ 4º - Nos cursos de treinamento para manutenção dos níveis de habilitação, referidas no art. 7º, o Policial Civil deverá utilizar, preferencialmente e a critério da Academia de Polícia, o armamento de sua propriedade ou de carga pessoal.

(parágrafo acrescido pela Portaria DGP - 55, de 14-12-2011)
Art. 9º - Constatada falha no manuseio ou na utilização de arma de fogo que cause lesão ou perigo de dano em razão de imperícia, incumbe ao delegado de polícia superior imediato do policial ou ao responsável pela apuração administrativa a notificação do fato à Academia de Polícia. O policial será submetido a novo curso, no nível de habilitação ao qual estava capacitado e correspondente ao tipo de arma com a qual foi imperito, com vistas à superação da deficiência técnica.

CAPÍTULO IV (sic)

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 10 - Os policiais que realizaram o curso de formação técnico-profissional a partir do mês de agosto de 2004 são considerados habilitados como Op III, tendo em vista a ampliação do conteúdo programático e consequente aprimoramento na formação.
Art. 11 - As habilitações obtidas através de cursos previstos pelas Portarias DGP 10/1994, 11/1999 e 03/2008, conferem ao policial habilitação Op III.
Art. 12 - A habilitação obtida através do curso previsto pela Portaria DGP 14/2002 confere ao policial habilitação Tat I.
Art. 13 - A habilitação obtida através do curso previsto pela Portaria DGP 49/2006 confere ao policial habilitação Tat II.
Art. 14 - Os cursos ministrados por outras instituições reconhecidas, no Brasil ou exterior, para os fins previstos no caput do art. 5º, poderão ser aceitos pelo Diretor da Academia de Polícia, depois de verificada a compatibilidade dos conteúdos.
Art. 15 – As armas a que se refere o art. 35A do Decreto 5.123/2004, deverão atender o disposto nesta Portaria.
Art. 16 – As normas previstas nesta Portaria poderão ser complementadas pelos Delegados de Polícia Diretores do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil – DAP, Departamento de Identificação e Registros Diversos – DIRD, Academia de Polícia “Dr.Coriolano Nogueira Cobra” – Acadepol, no âmbito de suas respectivas atribuições.
Art. 17 - A presente portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições que lhe forem contrárias, em especial as Portarias DGP 10/1994, 11/1999, 14/2002, 49/2006 e 03/2008.
fonte: imprensa oficial do Estado de São Paulo

domingo, 13 de junho de 2010

Vereador solicita ao Delegado Geral padronização de armamento para a Polícia Civil

Requerimento nº097/2010

Senhor Presidente,

Considerando que a Polícia Civil do Estado de São Paulo, no exercício de sua atividade-fim, que é a apuração de infrações penais que, em grande parte desemboca em operações de cumprimento de mandados de prisão de alto risco;
Considerando que não raro, criminosos resistem à prisão investindo contra os agentes do Estado, muitas vezes com armas sofisticadas;
Considerando que de acordo com a dimensão da ocorrência policial é necessário o concurso de grupos tático-operacionais;
Considerando o armamento mundialmente consagrado para o uso policial;
REQUEIRO, regimentalmente, ouvido o douto Plenário, seja encaminhado ofício ao Delegado Geral de Polícia do Estado de São Paulo, Dr.Domingos Paulo Neto, solicitando a padronização do armamento para uso nos grupos especializados da Polícia Civil do Estado (GOE, GARRA, GER, SOE etc) em:

- Pistola semi-automática Glock, nos calibre 9mm, .40 S&W e .45 ACP;
- Carabina Bushmaster XM-4 e XM-17, no calibre .223 Remington*;
- Carabina Heckler & Koch G36, no calibre .223 Remington*;
- Submetralhadora Heckler & Koch MP-5, no calibre 9mm;
- Espingarda Benelli Super 90, no calibre 12; e
- Fuzil Sig Blaser LRS2 .308 Winchester.

Plenário José Ikeda, 19 de abril de 2010.

Israel Pereira Coutinho
Vereador
*Nota do autor: o calibre .223 Remington a versão civil do calibre 5,56x45 mm. O entendimento contemporâneo é que esse último calibre é o mais acertado para o uso policial, mas à época da edição do documento, por um lapso, foi solicitada a adoção do .223 Remington  ao invés do 5,56x45 mm.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pérolas da Polícia


Pérolas da Polícia de Minas


Este anedotário é obra de um Tenente Coronel da Polícia Militar de Minas Gerais que expôs o conteúdo de seu livro no Programa do Jô Soares, salientando que todas as frases foram originalmente coletadas dos livros e relatórios de registro policial.


"Senhor delegado, deu entrada no Pronto-Socorro Municipal o cidadão vítima de 'gargalhada'. Gargalhada no peito, no rosto e nas costas. Segue anexo um 'gargalho' de garrafa."

"Ocorreu um abalroamento de pessoas."

"Os conduzidos, além da algazarra, ainda xingavam a todos com palavra de baixo escalão".

"Demos cobertura à ambulância na condução de um 'débito mental' até o PSM".

"O condutor do veículo colocava em risco a segurança das pessoas, pois estava dando 'cavalo de Paulo' na rua."

"Chegando ao local, encontramos a vítima caída ao solo, aparentando ter cometido um homicídio contra si mesmo."

"No histórico da ocorrência, constava como objeto apreendido: duas latas de cera 'Odd' e uma lata de cera PPO." (OBS. Uma das latas estava de cabeça para baixo).

"Formava uma 'língua de fogo que lavava a rua'."

"O cidadão machucou o 'membro do rosto'."

"O conduzido, que foi preso em flagrante, disse que era inocente na acusação e que não estava passando de bode respiratório."

"O sujeito estava vestido com uma calça Jeans e uma camisa 'destampada'."

"...os indivíduos tentaram resgatar o autor do nosso domínio através do uso de força 'anônima'."

"O cadáver apresentava sinais de estar morto."

"Foi apreendido um quilo de lingüiça 'perfumada'."

"Atendemos à 'solicitação do solicitante', que nos narrou que o autor praticava 'atentado violento' ao pudor, pois exibia para os transeuntes os 'órgãos sanitários'."

"Após discutir com a vítima, o autor desferiu um forte soco no rosto da mesma, que de tão violento, 'soltou a tampa de seu nariz'."
fonte: http://www.uniblog.com.br/marcoscasetto/264485/perolas-da-policia-de-minas.html

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Revolução Constitucionalista

Em 1932, elite paulista reage à ditadura
Na foto, o Sr. Francisco de Lima Oliveira (in memoriam) atirando
com seu fuzil Mauser M98 modelo 1908, em calibre 7x57 mm Mauser
colaboração: Dr.Marcello Castro de Lima Oliveira

por Alexandre Bigeli*
Da Redação, em São Paulo

No dia 9 de julho, o estado de São Paulo comemora o aniversário do Movimento Constitucionalista de 1932. A data representa um marco importante na história do estado e do Brasil. O movimento exigiu que o país tivesse uma Constituição e fosse mais democrático.
Na época, Getúlio Vargas ocupava a presidência da República devido a um golpe de Estado, aplicado após sua derrota para o paulista Julio Prestes nas eleições presidenciais de 1930. O período ficou conhecido como "A Era Vargas". A Revolução Constitucionalista de 1932 representa o inconformismo de São Paulo em relação à ditadura de Getúlio Vargas. Podemos dizer que o Brasil teve quase uma guerra civil.
Uma das principais causas do conflito foi a ruptura da política do café-com-leite - alternância de poder entre as elites de Minas Gerais e São Paulo, que caracterizou a República Velha (1889-1930). Alijada do poder, a classe dominante de São Paulo passou a exigir do governo federal maior participação.
Como resposta, Getúlio Vargas não apenas se negou a dividir poder com os paulistas como ameaçou reduzir seu poder dentro do próprio estado de São Paulo, com a nomeação de um interventor não paulista para governar o estado. Os paulistas não aceitaram as arbitrariedades de Getúlio Vargas, o que levou ao conflito que opôs São Paulo ao resto do país.

Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo, o MMDC

Vários jovens morreram na luta pela constituição. Entre eles, destacam-se quatro estudantes que representam a participação da juventude no conflito: Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo, o célebre MMDC. O movimento marcou a vida de outros milhares de paulistanos e brasileiros.

Governistas X constitucionalistas

No dia 9 de julho, o Brasil assistiu ao início de seu maior conflito armado, e também a maior mobilização popular de sua história. Homens e mulheres - estudantes, políticos, industriais- participaram da revolta contra Getúlio e o governo provisório de São Paulo.
O desequilíbrio entre as forças governistas e constitucionalistas era grande. O governo federal tinha o poder militar e os rebeldes contavam apenas com a mobilização civil. As tropas paulistas lutaram praticamente sozinhas contra o resto do país. As armas e alimentos eram fornecidos pelo próprio estado, que mais tarde conseguiu o apoio do Mato Grosso.
Cerca de 135 mil homens aderiram à luta, que durou três meses e deixou quase 900 soldados mortos no lado paulista - quase o dobro das perdas da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial.
Embora o movimento tenha nascido de reivindicações da elite paulista, ele teve ampla participação popular. Um dos motivos foi a utilização dos meios de comunicação de massa para mobilizar a população. Os jornais de São Paulo faziam campanha pela revolução, assim como as emissoras de rádio, que atingiam audiência bem maior.
Até hoje, a história da Revolução de 32 é mal contada. Ou, pelo menos, é contada de duas formas. Há a versão dos governistas (getulistas) e a dos revolucionários (constitucionalistas). Durante muito tempo, a versão dos getulistas foi a mais disseminada nos livros escolares do país, mas hoje, com uma maior participação dos professores na escolha do material didático, a história também já é contada sob a ótica dos rebeldes.
A importância do movimento é incontestável. Seu principal resultado foi a convocação da Assembléia Nacional Constituinte, dois anos mais tarde. Mesmo assim, a Revolução de 32 continua como um dos fatos históricos do país menos analisados, tanto no tocante às causas quanto em relação às suas conseqüências. Os livros didáticos ainda trazem pouco sobre o tema.
fonte:http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u3.jhtm

quinta-feira, 20 de maio de 2010

DIA NACIONAL DO ATIRADOR DESPORTIVO

url da imagem:http://www.sasv.at/gallery2/d-7180/ipsc_aug07_20.jpg
DIA NACIONAL DO ATIRADOR DESPORTIVO - AGORA É SUA VEZ DE PARTICIPAR PARA QUE ESSE PL SEJA APROVADO

Precisamos que todos, atiradores esportivos ou não, dêem o seu apoio!

Para isso utilizaremos o telefone 0800, que de acordo com informações é o sistema que realmente funciona, além de ser completamente gratuito para todo o Brasil.
Para manifestar a sua opinião FAVORÁVEL ao PL-7303/2010 na Câmara basta ligar para o 0800-619-619 em dias úteis e das 8:00 da manhã às 20:00. O primeiro atendimento será eletrônico. Disque 9 (nove) para falar com os atendentes.
É importante informar que você ligou para se manifestar favoravelmente sobre o projeto de lei (PL-7303/2010) e ressaltar que a sua opinião deverá ser encaminhada a todos os parlamentares.
Todo cidadão pode se manifestar independente da idade, mas o registro é individual.
Não adianta a mesma pessoa ligar várias vezes.
Como é um registro por pessoa, o mesmo número de telefone pode ser utilizado várias vezes.

LIGUE E PEÇA PARA SEUS FAMILIARES E AMIGOS FAZEREM O MESMO!

COMO SURGIU ESSE PROJETO DE LEI PARA CRIAÇÃO DO DIA NACIONAL DO ATIRADOR DESPORTIVO

PROJETO DE LEI DO DEPUTADO POMPEO DE MATTOS

O Movimento Viva Brasil, recebeu na semana passada, de um grupo de atiradores preocupados com a valorização da imagem do tiro, a sugestão para a criação do Dia Nacional do Atirador Desportivo e imediatamente iniciamos as tratativas para tornar essa brilhante idéia uma realidade.
Com o imprescindível apoio do nosso Coordenador do estado da Bahia, F. Rebelo, entramos em contato com o gabinete do Deputado Federal Pompeo de Mattos. Como sempre, tivemos apoio imediato ao nosso pedido.
Hoje, dia 12 de maio de 2010, foi protocolado o PL-7303/2010 que transformará, COM A SUA AJUDA, o dia 03 de agosto no Dia do Atirador Desportivo.
No dia 03 de agosto de 1920, a história desportiva brasileira teve seu primeiro grande marco vitorioso com a conquista da primeira medalha olímpica de ouro para o país, nas Olimpíadas da Antuérpia (Bélgica). O feito foi alcançado pelo atleta Guilherme Paraense, no Tiro Esportivo, na modalidade Revólver - masculino.
fonte:http://www.mvb.org.br/campanhas/dia_atirador.php

sexta-feira, 16 de abril de 2010

History of the 1* ( One Ass to Risk )

by Gary Paul Johnston
Back in 1986, while I was a police officer with the Shaker Heights Police Department, although my SWAT unit was always fortunate during actual raids, we seemed to average at least one minor injury per practice session. Other teams had similar problems, especially during SWAT competitions, so I decided to create something to remind everyone to be more careful. The idea for the 1* logo came from a joke I heard as a kid. It went like this:

On the day before the Little Bighorn Expedition began, Col. George Armstrong Custer summoned his main Indian Scout to his Office.

Tomorrow, said Custer, looking up at the Scout from his typewriter, we are leaving to go round up Sitting Bull, Crazy Horse, and the rest of the hostile Sioux and Cheyenne who have left their Reservations, and force them to go back. I want you to lead us to them.

What's that? asked the Scout, looking down at the order Custer was typing, and pointing to the strange star shaped symbol on the paper.

That? replied Custer. Why that's an asterisk.

A WHAT? asked the Scout in a surprised tone.

AN ASTERISK, said Custer. (ASS-TO-RISK)

Uh, replied Scout, nodding his head as he left.

Early the next morning, Custer found a note typed on his typewriter that read as follows:

Dear Col. Custer,
Me very proud you want me to be your main Scout to find hostile Indians and make them go back to Reservation, but me think about it and me decide not to go, because me have only 1*…

Designed in the form of the U.S. Army's Big Red 1 insignia, the 1* logo not only looks sharp and reminds one to be careful, but also provides another important element to Tactical Teams and other Professionals who find themselves living on the edge.
The 1* insignia was approved field wear for the 82nd Airborne during Desert Shield/Desert Storm, the U.S.S Vicksburg, and has been adopted by many other elements of the US Military, as well as hundreds of Law Enforcement Agencies and Fire Departments around the world.
url: http://www.gijewelry.com/HISTORYOFTHEONEASSTORISK.asp

terça-feira, 6 de abril de 2010

Colt M4 Carbine


Colt M4 Carbine is the weapon of choice according to today's law enforcement concepts of rapid deployment, mobility and increased firepower. Colt M4 Carbine is designed for use wherever lightness, speed of action, mobility and fire power are required. It can be comfortably carried, yet be instantly available to provide the power, accuracy and range of a 5.56mm Rifle. Continuous tests conducted by law enforcement agencies and armed forces worldwide prove that Colt M4 Carbine is the most technologically advanced, reliable and effective firearm in its classification.
FEATURES
- Unique direct gas operating system eliminates the conventional operating rod and results in fewer and lighter components
- Accommodates the full range of 5.56mm ammunition, including the NATO M855/SS109 and U.S. M193, utilizing a rifling twist of 1 turn in 7" (178mm)
- Straight-line construction disperses recoil straight back to the shoulder, increasing handling capabilities, especially during repeated fire
- 4-position sliding buttstock allows the weapon to adapt to users of different sizes and physical characteristics as well as various firing positions and clothing variations
- Cartridge case deflector allows easy operation in both right and left handed shooting positions for increased tactical applications
- Muzzle compensator further reduces muzzle climb and helps eliminate flash and dust signatures
- Ejection port cover protects the chamber from dust and mud
- Field strips easily without special tools for simple field user maintenance
- Flat top receiver allows for removable carrying handle and easy mounting of accessories
- M203 40mm Grenade Launcher mounts directly to the Carbine without modification
- Target style rear sight features dual apertures (0-200m, 300-600m) and adjusts for both windage and elevation
- High strength materials add durability to the forearm, buttstock and pistol grip for greater comfort and effectiveness

fonte:http://www.colt.com/law/m4.asp