terça-feira, 12 de maio de 2020

Dia 12 de maio - Dia da Policial Militar Feminina


fonte da imagem: internet
HISTÓRIA DAS MULHERES NA POLÍCIA MILITAR
Foi na década de 1950 que surgiu a ideia de empregar mulheres em missões policiais no Brasil, com o intuito de sanar lacunas existentes na organização policial.
Ao observar a inclusão de mulheres no contingente policial em vários países da Europa e nos EUA, constatou-se que a mulher seria mais indicada para atender certas ocorrências no setor de segurança pública, como, por exemplo, a prostituição e a delinquência juvenil.
Em 1953, Hilda Macedo, assistente da cadeira de criminologia da Escola de Polícia, cujo titular era o professor Hilário Veiga de Carvalho, defende a igual competência de homens e mulheres ao apresentar, no I Congresso Brasileiro de Medicina Legal e Criminologia, uma tese sobre a Polícia Militar, onde escreve: "a criação da Polícia Feminina é, pois, de se aconselhar formalmente, sendo encomiástico um voto para seu imediato estabelecimento consubstanciando uma corporação que formará harmonicamente ao lado de seus irmãos, os policiais, para o melhor cumprimento da lei de da manutenção da ordem, dentro dos ditames da compreensão, do auxílio e da bondade".
Em 1955, o governador do Estado, Jânio Quadros, encarregou o diretor da Escola de Polícia, Walter Faria Pereira de Queiroz, de estudar a criação em São Paulo de uma polícia feminina.
Em 12 de maio de 1955, sob o Decreto 24.548 , institui-se, na Guarda Civil de São Paulo, o corpo de Policiamento Especial Feminino e, na mesma data, Hilda Macedo tornou-se a primeira comandante do Policiamento Especial Feminino.
Estava criada, assim, a primeira Polícia Feminina do Brasil, pioneira também na América Latina, sendo-lhe atribuídas as missões que melhor se ajustavam ao trabalho feminino conforme as necessidades sociais da época: a proteção de mulheres e jovens. Em 26 de maio do mesmo ano, publicou-se o Decreto 24.587 , o qual relacionava os requisitos para o ingresso no Corpo Especial. Dentre as 50 candidatas, 12 foram selecionadas para a Escola de Polícia, para um curso intensivo de 180 dias. As 12 mulheres escolhidas e sua comandante foram chamadas "as 13 mais corajosas de 1955".
Nestes 54 anos de existência, ampliamos nossas missões e passamos a atuar, além do policiamento ostensivo, em outras atividades como: trânsito, bombeiro, choque, policiamento rodoviário, ambiental, policiamento com apoio de motocicletas ou bicicletas, radiopatrulhamento, policiamento escolar, corregedoria e assessoria policial militar, inclusive a da Assembleia Legislativa que, atualmente conta com um efetivo de 20 policiais femininos.
No dia 1º de fevereiro de 2001, o governador Geraldo Alckmin, criou, no âmbito institucional, o Dia do Policial Militar Feminino, com o intuito de não se perder um fato significativo na história do Brasil e na bela trajetória da polícia no Estado de São Paulo.
fonte da matéria: Assessoria de imprensa PM 

sábado, 9 de maio de 2020

Dia das Mães


O Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais importantes no Brasil. Como o próprio nome sugere, trata-se de uma data que homenageia as mães e que foi estabelecida no Brasil, de maneira oficial, por um decreto emitido pelo presidente Getúlio Vargas. Sua origem moderna remonta aos Estados Unidos, no começo do século XX.

Minha mãe comigo e minha irmã em 1967 (fonte: arquivo pessoal)

Origens

Como veremos, considera-se que o Dia das Mães surgiu nos Estados Unidos, bem no começo do século XX. Apesar disso, os historiadores enxergam algumas semelhanças entre essa data comemorativa e algumas celebrações realizadas na Antiguidade clássica, isto é, na Grécia e Roma antigas.
Não existe uma associação direta entre a celebração moderna e a realizada na Antiguidade, mas os historiadores pontuam-nas em diálogo para demonstrar que festivais em homenagem à figura materna não são uma exclusividade do mundo contemporâneo. Na Grécia, por exemplo, celebrava-se Reia, a mãe dos deuses.

Ativismo de Ann Jarvis

O Dia das Mães, enquanto data comemorativa, surgiu na primeira década do século XX, sendo criado por Anna Jarvis, cujo intento era homenagear a sua mãe, Ann Jarvis, conhecida por realizar trabalho social com outras mães, sobretudo no período da Guerra Civil Americana.
Ann Jarvis, que frequentava uma igreja metodista, dedicou sua vida ao ativismo social. Ela o iniciou promovendo ações que possibilitaram a melhoria das condições sanitárias de sua comunidade. Lá ela criou o Mother’s Day Work Clubs, uma instituição voltada para melhorar as condições sanitárias de algumas cidades na Virgínia Ocidental. Nesse trabalho, Ann Jarvis dava assistência às famílias que necessitavam de ajuda, e orientava-as para que elas tivessem boas condições sanitárias, de forma a evitar doenças.
Durante a Guerra Civil Americana, entre 1861 e 1865, Ann Jarvis passou a trabalhar no socorro a soldados feriados, tanto dos confederados quanto daqueles que lutavam pela União. Depois que a guerra terminou, Jarvis criou um clube para que ações fossem tomadas de maneira a garantir o entendimento e o convívio pacífico entre famílias de soldados que lutaram de diferentes lados. Esse clube contou com o envolvimento de outras mães. Juntas elas criaram o Mother’s Friendship Day (Dia das Mães pela Amizade), um dia para celebrar-se a paz.
Surgimento do Dia das Mães

Anna Jarvis, filha de Ann Jarvis, criou o Dia das Mães como forma de homenagear sua mãe, falecida em 1905. (fonte: reprodução)

O Dia das Mães foi criado como uma homenagem à vida de Ann Jarvis. O falecimento dela, em 9 de maio de 1905, afetou bastante a sua filha, Anna Jarvis. Anos depois, ela decidiu criar uma data comemorativa para homenagear a sua mãe. O trabalho de Anna Jarvis fez com que um memorial em homenagem a ela fosse realizado em maio de 1908 — esse foi o primeiro Dia das Mães.
Anna Jarvis engajou-se para que o Dia das Mães se convertesse permanentemente em uma data comemorativa nos Estados Unidos. Nesse sentido, ela contou com o apoio de um comerciante chamado John Wanamaker.
Ainda nesse ano, Elmer Burkett, um senador do Nebraska, levou a proposta para o Senado norte-americano, mas ela não foi aprovada. Mesmo assim, a comemoração em homenagem às mães espalhou-se pelos Estados Unidos. A partir de 1909, Anna Jarvis dedicou-se inteiramente a sua missão de conseguir a oficialização do Dia das Mães.
Em 1910, o estado que sua mãe atuou como ativista, a Virgínia Ocidental, tornou o Dia das Mães oficial. Dois anos depois, em 1914, o Congresso norte-americano estabeleceu o segundo domingo de maio como o data para a celebração, e a medida foi ratificada pelo então presidente do país, Woodrow Wilson. A data foi criada exatamente como forma de homenagear todas as mães.

Dia das mães no Brasil

A popularização dessa data nos Estados Unidos fez com que ela eventualmente chegasse ao Brasil. Os historiadores falam que a primeira celebração do tipo aconteceu aqui em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Essa primeira vez foi promovida pela Associação Cristã dos Moços do Rio Grande do Sul.
O Dia das Mães foi oficializado no Brasil na década de 1930, quando o presidente Getúlio Vargas emitiu o Decreto nº 21.366, em 5 de maio de 1932. Por meio desse documento, determinou-se o segundo domingo de maio como momento para comemorar os “sentimentos e virtudes” do amor materno.
Essa data foi uma conquista realizada por influência do movimento feminista brasileiro, que estava em crescimento. Outra conquista importante na época foi o sufrágio universal feminino, decretado também em 1932.
Fonte da matéria: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-das-maes.htm

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Saiba quem é Rolando Alexandre de Souza, novo chefe da PF


Braço direito de Ramagem, que chegou a ser nomeado na PF e é amigo do clã Bolsonaro, o novo diretor-geral do órgão era da Abin
fonte da imagem: Internet
Após duas semanas conturbadas em relação à escolha do novo diretor-geral da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu nomear, nesta segunda-feira (04/05), Rolando Alexandre de Souza para o cargo, no lugar de Maurício Valeixo. Ele foi indicado por Alexandre Ramagem, que chegou a ser nomeado para a direção da corporação, mas foi impedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribuna Federal (STF).
Braço direito de Ramagem, Rolando Souza é delegado da Polícia Federal, mas exercia o cargo de secretário de Planejamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A indicação é vista como uma estratégia de Bolsonaro para manter a influência de Ramagem – que é amigo da família – na chefia da corporação.
Rolando foi superintendente da Polícia Federal em Alagoas entre 2018 e 2019. Em setembro do ano passado, ele assumiu a secretaria de Planejamento e Gestão da Abin a convite de Ramagem.
Na PF, Rolando também teve o cargo de chefe do Serviço de Repressão a Desvio de Recursos Públicos, além de ocupar cargos de chefia na Divisão de Combate a Crimes Financeiros e na superintendência em Rondônia.
Segundo policiais federais consultados pelo Metrópoles, Rolando é conhecido por ser um profissional aberto ao diálogo e com predileção por números na hora de elaborar ações da PF.
De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, por mais que tenha uma carreira que desperta o respeito entre seus pares, a categoria estará atenta a possíveis interferências de ordem política na instituição.
“Ele chega com o peso da denúncia e do impedimento de [Alexandre] Ramagem”, explica Boudens.
Os impasses relacionados ao órgão começaram quando o chefe do Executivo decidiu exonerar Maurício Valeixo e indicar um novo nome. A iniciativa resultou no pedido de demissão do então ministro da Justiça, Sergio Moro, que não aceitou a interferência de Bolsonaro.
Segundo Moro, o presidente queria “interferir politicamente” na PF, indicando alguém “do contato pessoal dele, para colher informações e relatórios de investigações”.
Mesmo após as acusações do ex-juiz da Lava Jato, Bolsonaro decidiu nomear Alexandre Ramagem, amigo do clã. Contudo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Trubunal Federal (STF) barrou a nomeação.
url da matéria: https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/saiba-quem-e-rolando-alexandre-de-souza-novo-chefe-da-pf

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Dia do Trabalho


O Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é comemorado em vários países dia 1º de maio.

A história do Dia do Trabalho surgiu em Chicago, nos Estados Unidos, em 1º de maio de 1886, quando muitos trabalhadores foram às ruas para protestar contra jornada exaustiva diária, que podia chegar até 17 horas. Homens e mulheres lutavam por uma carga horária de 8 horas e melhores condições de trabalho. No mesmo dia, todos os trabalhadores americanos realizaram uma greve geral no país. As manifestações ficaram conhecidas como a Revolta de Haymarket.

Revolta de Haymarket. Ilustração de Thure de Thulstrup (1886).
Nos dias seguintes, os trabalhadores continuaram reivindicando e os policiais começaram a entrar em conflito com os grupos. Quanto mais as forças armadas repreendiam, mais os manifestantes continuavam e a importância da data ficava marcada.
Em consequência dos protestos realizados, a França decretou 1º de maio como feriado nacional, e reduziu a jornada de trabalho para 8 horas, em 23 de abril de 1919. Logos após, diversos países passaram a tomar a mesma medida.
Nos Estados Unidos, a data é celebrada anualmente na primeira segunda-feira do mês de setembro. A pesar do feriado ser reconhecido em 1894, a redução da jornada de trabalho para 8 horas foi efetivada em 1890.
As primeiras manifestações trabalhistas no Brasil ocorreram em 1891, nas principais cidades da época, Rio de Janeiro e São Paulo. Com o passar dos anos, as pessoas passaram a se reunir por todo país no dia 1º de maio, realizando discursos, apresentações musicais, passeatas, e outras atividades.
Em 1910, com o surgimento do Movimento Operário no país, os trabalhadores foram impulsionados ainda mais por ideais socialistas e anarcossindicalistas, e os protestos se intensificaram. Em decorrência do Movimento Operário, em 1917, cerca de 50 mil pessoas paralisaram o trabalho em São Paulo. A iniciativa passou a ser prática comum, sempre no 1º de maio.
A data foi oficializada no país pelo presidente Arthur da Silva Bernardes (1922-1926) por meio do Decreto 4.859 de 26 de setembro de 1924. Nas décadas de 1930 e 1940, o presidente Getúlio Vargas passou a utilizar o 1º de maio, não apenas para homenagear os trabalhadores, mas como também para divulgar mudanças e benefícios trabalhistas através de instituições de leis. Podendo ser citado como exemplo, a legislação sobre o Salário Mínimo, devendo ser reajustado anualmente, com intuito de suprir as necessidades básicas do cidadão brasileiro (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social). Outro exemplo foi a criação da Justiça do Trabalho, voltada especificamente para resolver questões judiciais com relação aos trabalhos e aos direitos dos trabalhadores.
Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/datas-comemorativas/dia-dtrabalho/


segunda-feira, 20 de abril de 2020

Dia 21 de abril - Dia das Policias Civis e Militares

fonte das imagens: internet e arquivo pessoal
edição: Israel P. Coutinho

DECRETO-LEI Nº 9.208, DE 29 DE ABRIL DE 1946

Institui o Dia das Policias Civis e Militares, que será comemorado a 21 de abril.

O Presidente da República,

    Considerando que entre os grandes da história pátria que se empenharam pela manutenção da ordem interna, a vulta a figura heróica de Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) o qual, anteriormente aos acontecimentos que foram base de nossa Independência, prestara à segurança pública, quer na esfera militar quer na vida civil, patrióticos serviços assinalados em documentos do tempo e de indubitável autenticidade;
    Considerando que a ação do indômito protomártir da Independência, como o soldado da Lei e da Ordem, deve constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública, como sejam as polícias civis e militares, às quais incumbe a manutenção da ordem e resguardo das instituições:
    Usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição,
DECRETA:  
    Artigo único. Fica instituído o Dia das Polícias Civis e Militares que será, comemorado todos os anos a 21 de Abril, data em que as referidas corporações em todo o país realizarão comemorações cívicas que terão como patrono o grande vulto da Inconfidência Mineira.

Rio de Janeiro, 29 de Abril de 1946, 125º da Independência e 58º da República.

EURICO G. DUTRA
Carlos Coimbra da Luz.

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 02/05/1946
Publicação:
Diário Oficial da União - Seção 1 - 2/5/1946, Página 6551 (Publicação Original)

domingo, 19 de abril de 2020

Dia do Exército Brasileiro

fonte da imagem: Internet
No dia 19 de abril comemora-se o dia do exército brasileiro. A data é marcada pela primeira luta dos povos do Brasil contra a dominação holandesa, em 1648. Os indivíduos que treinam e lutam para defender os espaços e direitos de um país são os integrantes dessa corporação.
O Brasil possui três forças armadas, responsáveis pela defesa do país, e o exército é uma delas.
No período de 1808 até 1967 o responsável pelas ações do exército era o ministério da guerra; entre 1967 e 1999, o controle passou a ser feito pelo ministério do exército. A partir de 1999, criou-se o ministério da defesa, responsável pela defesa nacional, unindo as três forças armadas do país: o exército, a marinha e a aeronáutica.
As tropas do exército praticam fortes treinamentos, como preparo para operar em circunstâncias de guerra e de conflitos mais extremos. São responsáveis pela segurança da pátria junto às fronteiras, compartilhando tal responsabilidade com os serviços da aeronáutica.
Além disso, o exército participa de campanhas sociais, leva alimentos e faz serviços de atendimento médico às localidades do país que são muito isoladas, onde a população não tem acesso aos mesmos.
Para ingressar no exército do Brasil é necessário participar do alistamento militar, que acontece todos os anos. O serviço militar é obrigatório para os rapazes, que devem se alistar aos dezoito anos de idade. Existem vagas tanto para homens como para mulheres.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Link da matéria: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-do-exercito-brasileiro.htm

terça-feira, 7 de abril de 2020

Doria prorroga quarentena até 22 de abril e manda recado a Bolsonaro


Estado já registra 275 mortes por coronavírus e 4.620 casos confirmados da doença. Governador determinou ação do polícia contra desrespeito a quarentena

fonte da imagem: Internet

São Paulo – O governador paulista, João Doria (PSDB), prorrogou a quarentena no estado até o próximo dia 22. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) e a determinação entra em vigor a partir de quarta (8), dando continuidade à quarentena iniciada em 23 de março. Ele também autorizou o uso de força policial para impedir aglomerações em praças ou qualquer outro local e disse que os prefeitos dos 645 municípios devem cumprir a medida. A medida foi tomada tentar para frear o avanço do coronavírus. São Paulo registra 275 mortes por covid-19 e 4.620 casos confirmados.

“Isso é constitucional, não é uma deliberação que pode ou não ser seguida. Ela deve ser seguida por todos os municípios do estado. Nenhuma aglomeração, de nenhuma espécie, em nenhuma cidade ou área do estado de São Paulo será admitida. As Guardas Municipais ou Metropolitanas deverão agir. E se for preciso, deve ser acionada a Polícia Militar”, afirmou Doria. O governador disse que inicialmente haverá uma advertência verbal, mas quem descumprir a quarentena pode ser preso e processado.

Campanha ‘Leitos para Todos’ busca garantir igualdade no atendimento

A determinação do governo paulista segue o padrão já adotado: todo comércio deve permanecer fechado, sendo mantidos apenas os serviços essenciais, como supermercados, padarias, entregas, postos de combustível, oficinas, pet shops, transportes e serviços de saúde e segurança. Ao mesmo tempo, São Paulo segue com a campanha de vacinação contra a gripe. Desde 23 de março, mais de 4,8 milhões de pessoas já foram vacinadas em todo o estado. A campanha tem como público-alvo idosos e profissionais da saúde. A vacina não tem eficácia contra o coronavírus.

Notícias falsas divulgadas por Bolsonaro são risco ao cidadão

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, apresentou dados indicando que as medidas adotadas até agora tiveram impacto positivo em evitar um aumento ainda mais grave de casos do coronavírus no estado. No entanto, elas ainda são insuficientes e é necessário um aumento no rigor da quarentena, com redução da circulação de 70%.

Sem as medidas, a estimativa é que houvesse 10 vezes mais casos e o estado chegaria e 150 mil casos daqui a uma semana, com 5 mil mortes. Segundo o governo paulista, a prorrogação da quarentena deve evitar 166 mil óbitos, 630 mil hospitalizações e 168 mil internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Recado a Bolsonaro
Doria destacou que as medidas aplicadas em São Paulo estão seguindo aquilo que a ciência e os médicos orientam “e não o populismo, a visão ideológica, torpe, fraca e medíocre”. O governado fez um novo apelo para que a população continue ficando em casa o máximo possível. E disse que não vai ceder às pressões que recebe nas redes sociais, no whatsapp e por telefone, pelo fim da quarentena.

“Será que a ciência mundial está errada? Será que a Organização Mundial da Saúde está errada? Será que ministros e secretários de Saúde de 56 países do mundo, que recentemente fizeram uma conferência com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus), recomendando o afastamento social, o isolamento e as medidas em que cada um desses países vinha adotando, respaldado na medicina e na ciência, estão todos errados? Será que um único presidente da República no mundo é o certo? É quem tem o poder, ciência e conhecimento para discordar do mundo que quer proteger vidas e salvar pessoas?”, questionou o governador.

O que funciona e o que segue fechado durante a quarentena?

Funcionam:

Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas
Transporte público
Transportadoras e armazéns
Empresas de telemarketing
Pet shops
Deliverys
Supermercados, mercados e padarias
Limpeza pública
Postos de combustível

Continuam fechados:

Bares;
Restaurantes;
Cafés;
Casas noturnas;
Shopping centers e galerias;
Academias e centros de ginástica;
Espaços para festas, casamentos, shows e eventos;
Escolas públicas ou privadas.
*Bares, cafés e restaurantes podem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive thru.

Url: https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/04/doria-quarentena-prorrogada-coronavirus/

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

EUA: restaurante dá desconto de até 25% para quem for armado até o estabelecimento

Enquanto no Brasil estamos discutindo a questão do desarmamento, nos EUA – mais precisamente no Estado do Texas, onde o porte de arma é liberado – muitos estabelecimentos comerciais dão desconto para quem for armado.


Enquanto no Brasil estamos discutindo a questão do desarmamento, nos EUA – mais precisamente no Estado do Texas, onde o porte de arma é liberado – muitos estabelecimentos comerciais dão desconto para quem for armado.
Isso mesmo, se o cliente estiver portando sua arma para defesa pessoal, além de jantar bem em uma churrascaria, por exemplo, ele ainda paga mais barato! Leia neste nosso novo post no blog do Daniel Dias este e outros exemplos.

RESTAURANTE

O estado do Texas aprovou no final de 2015 uma lei que permite o porte ostensivo de armas. Para declarar seu apoio à legislação, alguns comerciantes começaram a conceder descontos para os clientes que frequentarem seus estabelecimentos portando visivelmente sua arma. 

É o caso de Trent Brooks, proprietário do trailer especializado em barbecue (o churrasco americano) Brooks Place, em Houston, que concedeu 25% de desconto em seu cardápio para os clientes que forem ao restaurante portando visivelmente sua arma às sextas. Nos demais dias da semana, portadores de arma ostensiva ou secretamente têm “apenas” 10% de desconto. O Brooks’ Place é um dos 50 lugares de melhor churrasco texano segundo o jornal Texas Monthly.

LOUISIANA

Um restaurante localizado na cidade de Port Allen, no estado da Louisiana, também nos Estados Unidos, está fazendo uma promoção imperdível: 10% de desconto para clientes que almoçarem junto com suas armas. A regra fixada na parede do lugar é clara: quem entrar armado terá direito ao benefício, seja você um policial ou um civil.
Segundo o dono do restaurante, Kevin Cox, tudo surgiu como uma forma de estimular policiais a almoçar no lugar, como forma de deixar o ambiente mais seguro (atualmente, a Louisiana aparece como o 7º estado mais violento do país).
Conforme o blog do Daniel Dias apurou junto a um jornal que publicou esta reportagem, Kevin não é o único comerciante que aderiu à “moda” de dar desconto para as pessoas irem armadas para seu estabelecimento. Numa pesquisa norte-americana recente realizada pelo site www.2amendment.org, foi registrado o apoio de cerca de 60 mil empresas que se declaram pró-armas nos Estados Unidos. Muitas delas permitem que seus clientes carreguem armas dentro dos estabelecimentos, opondo-se às empresas que proíbem armas em seus estabelecimentos, alegando ser uma “medida de segurança”.
Veja a declaração de Kevin, ao jornal que fez a reportagem a que tivemos acesso: “Eu não acho que eles [os criminosos] virão até aqui se sabem que encontrarão pessoas bem intencionadas carregando suas armas”.

DESCONTO SIMPLES

Devido ao alto grau de “divergência cultural” entre o porte de arma no Brasil e nos EUA, lendo essas reportagens nos jornais que pesquisei, comecei a me perguntar: como será que é dado o desconto? Você tem que levar a arma até o caixa? Ou você tem que chamar o garçom e apontar a arma para ele?
A resposta veio através da própria reportagem! “Eu só preciso ver a arma. Só é preciso que você esteja carregando a arma”, afirmava Kevin. Para meu espanto, a reportagem deixava claro que essas declarações tinham sido feitas ao vivo através de uma reportagem à NBC, um dos maiores canais de televisão dos EUA. Ou seja, a discrepância com o Brasil é monstruosa!
Curioso também foi ler que o número de pessoas que recebem o benefício fica entre 15 e 20 todos os dias. Muitas delas são de outras cidades e vão até Port Allen apenas para conhecer o restaurante e demonstrar apoio à ideia de Kevin.
Mais curioso ainda, e por isso resolvi fazer este post, foi a declaração de uma cliente que não estava armada, mas frequenta preferencialmente restaurantes que permitem o porte de arma a seus clientes. Ela se chama Olivia Carambat: “Se alguém entrar aqui com uma arma e tentar nos roubar, nós não estamos indefesos”.

SUPERMERCADO

Já pensou você ir ao supermercado fazer as sua despesa do mês e topar com todos os clientes armados dentro da loja? Pois bem, no Texas é assim… Uma nova lei de 2015 permite o porte ostensivo de armas. Não somente você pode frequentar armado, como também pode comprar seu rifle no Walmart!





NA FARMÁCIA



UNIVERSIDADE

Pesquisando sobre o assunto, uma vez que ir armado aos restaurantes já chamou a minha atenção, pude encontrar mais um fato curioso. Em decorrência da nova lei a partir do próximo ano letivo, os estudantes da Universidade do Texas (UT) vão poder levar armas para as salas de aula.
A medida será aplicada apesar da oposição do reitor e do presidente da universidade e da maior parte da comunidade universitária. “Eu não acho que as armas pertençam à universidade. Tomar essa decisão foi o maior desafio da minha vida”, afirmou o presidente da UT ao jornal, que ainda esclareceu que a medida não será aplicada nas residências estudantis, eventos desportivos nem nos laboratórios.
A Universidade do Texas possui nada mais nada menos do que 50 mil alunos e considera-se uma das maiores e mais prestigiadas dos Estados Unidos. Como é estadual, está obrigada a implementar a norma, enquanto as instituições de ensino particulares podem decidir se a aplicam, tendo a maioria optado por não adotar.
Veja que controverso. O próprio reitor da Universidade do Texas, William McRaven, antigo militar que comandou a operação das forças especiais norte-americanas em que o líder da Al Qaeda Osama Bin Laden foi morto, é contra a liberação de armas na universidade! “As armas não têm lugar numa instituição de ensino superior, cuja missão educativa e de investigação se baseia no debate e na liberdade de expressão”, destacou. E o caso promete muita polêmica… Segundo a reportagem, Steven Weinberg, o único laureado com o prêmio Nobel que a Universidade do Texas tem nos seus quadros (Física, 1979), já afirmou que vai proibir a entrada nas suas aulas de estudantes armados, em nome da sua própria segurança e dos demais alunos. Com Steven Weinberg estão centenas de professores e milhares de alunos.

UMA ARMA POR HABITANTE

O presidente norte-americano, Barack Obama, em seu último ano de mandato, anunciou um programa para tentar reduzir o número de tragédias com armas de fogo no país.
As medidas se concentram em aumentar as verificações de antecedentes de pessoas que querem comprar armas de fogo pela internet e em feiras de armas. A iniciativa de Obama tem como objetivo dificultar a venda para pessoas com histórico criminal ou doenças mentais e não se trata de uma nova lei, mas sim do esclarecimento de uma legislação já existente sobre os controles de antecedentes dos interessados em adquirir armas de fogo.

Um estudo recente nos EUA descobriu que uma em cada 30 pessoas que querem comprar armas pela internet possui histórico criminal. Segundo o estudo, mais de 30 mil norte-americanos morrem todos os anos em incidentes envolvendo armas de fogo. Por isso uma das medidas defendidas pelo governo norte-americano, para que as vendas de armas passem a ter mais restrição, passaria indiscutivelmente, pela melhora dos tratamentos de doenças mentais e sua interligação com o sistema de checagem de antecedentes. Para isso os EUA estudam colocar este serviço a cargo das equipes de verificação técnica do FBI, a polícia federal norte-americana.
Historicamente o Congresso Americano é contrário ao controle do acesso a armamento nos EUA. Obama acusou a indústria armamentista de fazer o Congresso de refém. “O lobby das armas pode ter o Congresso como refém, mas não pode ter a América”, afirmou.

BRASIL

No Brasil, o Estatuto do Desarmamento é uma lei federal. Trata-se da Lei 10.826 de 22 de dezembro de 2003, regulamentada pelo decreto 5123 de 1º de julho de 2004 e publicada no Diário Oficial da União em 2 de julho de 2004.
Em 23 de outubro de 2005, o governo promoveu um referendo popular para saber se a população concordaria com a proibição da venda de arma de fogo e munição em todo o território nacional denominado Referendo Sobre a Proibição do Comércio de Armas e Munição no Brasil.
A medida que proibiria a venda de armas e munições no País foi rejeitada, com resultado expressivo, representando 63,94% dos votos “NÃO” contra apenas 36,06% dos votos “SIM”.
Dessa forma, a aquisição de armas por particulares (civis) manteve-se permitida no Brasil, desde que cumpridos os seguintes requisitos:


URL da matéria: https://blogs.canalrural.com.br/danieldias/2016/12/16/eua-restaurante-da-desconto-de-ate-25-para-quem-for-armado-ate-o-estabelecimento/?fbclid=IwAR1dMdOakoHmNaavJF5QR3Hh8qzamwHBnSE9yjLpfrVPjMZPvO4I5nrYlvo





quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

O extermínio dos deficientes


imagem: Wikipedia

Tempos de guerra, segundo Hitler, "são os melhores momentos para se eliminar os doentes incuráveis". Muitos alemães não queriam ser lembrados dos indivíduos incompatíveis com seu conceito de “raça superior”. Os deficientes físicos e mentais eram considerados “inúteis" à sociedade, uma ameaça à pureza genética ariana e, portanto, indignos de viver. No início da Segunda Guerra Mundial, indivíduos que tinham algum tipo de deficiência física, retardamento ou doença mental eram executados pelo programa que os nazistas chamavam de “T-4” ou “Eutanásia”.
O programa “Eutanásia” não poderia ter funcionado sem a cooperação dos médicos alemães, pois eram eles que analisavam os arquivos médicos dos pacientes nas instituições em que trabalhavam, para determinar quais deficientes deveriam ser mortos e, ainda por cima, supervisionavam as execuções daqueles que deveriam por eles serem cuidados. Os pacientes “condenados” eram transferidos para seis instituições na Alemanha e na Áustria, onde eram mortos em câmaras de gás especialmente construídas para aquele fim. Bebês deficientes e crianças pequenas também eram assassinados com injeções de doses letais de drogas, ou por abandonamento, quando morriam de fome ou por falta de cuidados. Os corpos das vítimas eram queimados em grandes fornos chamados de crematórios.
Apesar dos protestos públicos que se iniciaram em 1941, a liderança nazista tentou manter o programa em sigilo durante toda a Guerra. Cerca de 200.000 deficientes foram assassinados pelos nazistas entre 1940 e 1945.
O programa T-4 tornou-se o modelo para o extermínio em massa de judeus, ciganos, e outras vítimas, nos campos equipados com câmaras de gás criados pelos nazistas em 1941 e 1942. O programa também serviu como centro de treinamento para os membros das SS que trabalhavam nos campos de extermínio.

domingo, 8 de dezembro de 2019

VÍDEO: motorista persegue e atropela criminosos após ser assaltado, em Manaus

Policia

6 de dezembro de 2019

Foto: reprodução
Um carro em alta velocidade foi flagrado por câmeras de segurança atropelando dois suspeitos de assalto, na Zona Oeste de Manaus. O fato, registrado no fim de novembro na Polícia Civil do Amazonas, veio a tona somente esta semana após o vídeo viralizar.
Consta no Boletim de Ocorrência (BO), que o motorista havia sido roubado segundo antes de iniciar uma perseguição e atropelar os assaltantes. Um deles foi socorrido e levado a uma unidade hospitalar, em seguida preso. O outro suspeito conseguiu fugir mas depois foi capturado.
Conforme o BO, os criminosos o abordaram e levaram o seu celular. “Passa a mochila e o celular, se não eu te mato”, disse um deles a vítima.
A polícia segue em busca de um terceiro suspeito que praticava assaltos com a duplas nas redondezas do bairro São Jorge, Zona Oeste.
url da matéria: https://manausalerta.com.br/video-motorista-persegue-e-atropela-criminosos-apos-ser-assaltado-em-manaus/

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Despicable bullies beat down 12-year-old with special needs, but they're really regretting recording it on video


"It's gotta stop, no matter what."

Image Source: Twitter video screenshot
A 12-year-old with autism who has faced relentless bullying inspired a national campaign of support after videos of his beatings went viral.
The brutal videos out of Yukon, Oklahoma, were circulated on social media where most are reacting with outrage, and support for Rayden Overbay, the victim.


The parents of Rayden say he has faced bullying because of his special needs. They say he deals with ADHD, ODD, ADD, and Autism Spectrum Disorder.

"It's gotta stop, no matter what. Whether it's my son somebody else's son or daughter, it's gotta stop," said Danny Overbay.
He broke down in tears as he related that some of the bullies had pretended to be his son's friends.
Scotlyn Overbay, Rayden's mother, says that she has personally witnessed the bullying from other kids.
"As you saw in the video, he's always been bigger than everybody. I would witness kids when he was like 8 or 9 just walk up and punch him square in the stomach," she said.
The community responded to the videos with support for Rayden, and a social campaign under the hashtag #StandWithRayden.
Unfortunately, some replied with death threats against the children who were seen bullying Rayden in the video.
"These are adults threatening children," said Scotlyn. "Threatening harm to children, which is totally unacceptable. I shouldn't have to sit here and say adults quit threatening 12 and possibly 13-year-old children."
The Overbays say they forgive the bullies and do not blame the Yukon school where the bullying was recorded.
Those who want to support Rayden and his family can contact the non-profit organization "Fight for the Forgotten."
url: https://www.theblaze.com/news/viral-videos-of-bullies-beating-12-year-old-with-autism

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Levi Adrian Felício foi preso no seu apartamento em um dos bairros mais luxuosos de Assunção; homem apontado como seu braço direito, Márcio Gayoso, também foi preso em uma casa de luxo, em Pedro Juan Caballero


Divulgação/Senad Paraguai
Levi Adriani Felicio, apontado como o principal fornecedor de armas e drogas para o CV e PCC, foi preso no Paraguai

Um brasileiro apontado como o principal fornecedor de armas e drogas para as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) foi preso, na madrugada desta segunda-feira (14), por agentes da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD). 
Seu braço-direito, um paraguaio de 27 anos, também foi detido em uma ação simultânea ocorrida no país. A Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) vai apurar a ligação deles com criminosos do PCC E CV no Rio.

Levi Adrian Felício, 57 anos, apontado como o chefão que abastece com armas, cocaína e maconha as facções no Brasil, foi preso no seu apartamento em Villa Morra, um dos bairros mais luxuosos de Assunção. Levi estava dormindo quando os policiais invadiram o seu imóvel, acompanhado de uma brasileira. Ele tinha mandados de prisão em aberto tanto no Brasil quanto no Paraguai.
Os policiais apreenderam no local um fuzil calibre 762, duas pistolas, dois revólveres calibre 38, munições de vários calibres, dinheiro e documentos. Também foram encontrados veículos luxuosos, relógios caros, celulares e computadores.
Ele estava no Paraguai com identidade falsa. De seu poder, foram apreendidos 1 rifle de calibre 762, 2 pistolas de 9 mm e 2 revólveres de 38 calibre e projéteis de vários calibres. Além disso, dinheiro, jóias, relógios, telefones celulares, computadores e documentos.



Já o homem apontado como seu braço direito, o paraguaio Márcio Gayoso, de 27 anos, também foi preso em uma casa de luxo, em Pedro Juan Caballero, cidade vizinha de Ponta-Porã, no Mato Grosso do Sul. Com Candonga, como é conhecido, havia armas, documentos e dinheiro. Ele é o coordenador da logística do fornecimento de armas e drogas na fronteira, segundo a SENAD. 

"Estamos apurando se alguém que estamos investigando tem relação com eles e vamos instaurar um procedimento. Estamos levantando informações sobre eles para ver se bate com alguma investigação nossa", disse o delegado-titular da Desarme, Marcus Amin.
Fonte: Último Segundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2019-10-14/fornecedores-de-armas-e-drogas-do-pcc-e-cv-sao-presos-no-paraguai-veja-video.html


terça-feira, 15 de outubro de 2019

15 de outubro – Dia do Professor


No dia de 15 outubro, comemora-se anualmente o Dia do Professor, profissional muito importante para a construção do saber, mas que, nem sempre, recebe a valorização devida.


imagem: reprodução

No dia 15 de outubro, comemoramos o Dia do Professor. Importante data de nosso calendário, o Dia do Professor serve não apenas para parabenizarmos nossos mestres, mas também para refletirmos sobre a importância desse profissional em nossas vidas. Se você está lendo este artigo agora, provavelmente deve isso à dedicação de um professor, responsável por ensinar à maioria das pessoas as primeiras letras.
Quando foi criado o Dia do Professor?
Por que comemoramos o Dia do Professor no dia 15 de outubro? A data não foi escolhida por acaso: 15 de outubro é, tradicionalmente, o dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila, freira carmelita, mística e santa católica do século XVI, importante por suas obras sobre a vida contemplativa por meio da oração mental e por sua atuação durante a Contrarreforma.
A data também faz referência ao dia em que D. Pedro I, imperador do Brasil, no ano de 1827, baixou um Decreto Imperial criando o Ensino Elementar no Brasil. A primeira grande contribuição da lei foi a determinação que obrigava as Escolas de Primeiras Letras (fase hoje que é conhecida como ensino fundamental) a ensinar para meninas e meninos a leitura, a escrita e as quatro operações de cálculo.
Nessas escolas também eram ensinadas noções gerais de geometria prática (essa última disciplina não era ministrada às meninas, que, em seu lugar, tinham aulas de corte e costura, bordado e culinária). Graças ao decreto, as primeiras escolas primárias do país chegaram em todas as vilas, cidades e lugares mais populosos do Brasil, fato que contribuiu para a difusão do saber escolarizado.
Cento e vinte anos depois, a data foi transformada em feriado: em 1947, Salomão Becker, um professor paulista, sugeriu que em 15 de outubro fosse dado aos professores um dia de folga, haja vista que o segundo semestre escolar era extenso – durante o período, que ia de 1º de junho a 15 de dezembro, os profissionais contavam com apenas dez dias de folga.
Além de amenizar o cansaço dos professores, na data eles reuniam-se para analisar os rumos do restante do ano letivo, momento em que também contavam com a participação dos alunos. A celebração, que era realizada todos os anos em São Paulo, ficou famosa em todo o país até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963, aprovado pelo presidente João Goulart e pelo então ministro da Educação, Paulo de Tarso.

DECRETO Nº 52.682, DE 14 DE OUTUBRO DE 1963.
Declara feriado escolar o dia do professor.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, usando das atribuições que lhe confere o item I do artigo 87 da Constituição Federal,
DECRETA:
Art. 1º O dia 15 de outubro, dedicado ao Professor fica declarado feriado escolar.
Art. 2º O Ministro da Educação e Cultura, através de seus órgãos competentes, promoverá anualmente concursos alusivos à data e à pessoa do professor.
Art. 3º Para comemorar condignamente o dia do professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo delas participar os alunos e as famílias.
Art. 4º Êste Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 14 de outubro de 1963; 142º da Independência do Brasil; 75º da República.
JOÃO GOULART
Paulo de Tarso

url da matéria: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-professor.htm


sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Viatura da Tesla fica sem bateria durante perseguição policial nos EUA

Tesla Modelo S parado em Fremont, Califórnia

Uma viatura elétrica da Tesla , do bilionário Elon Musk , ficou sem bateria durante uma perseguição policial nesta querta-feira em São Francisco, no estado da Califórnia , nos Estados Unidos. Segundo um porta-voz da Polícia de Fremont, o veículo não foi totalmente carregado antes de ser utilizado.
O policial que perseguia um suspeito pela região de South Bay comunicou aos colegas que a bateria do carro havia falhado e pediu reforços pelo rádio. Outras unidades estavam na região e assumiram a perseguição , mas a missão foi cancelada cerca de 10 minutos depois, já que o suspeito dirigia de maneira perigosa, o que poderia colocar outras pessoas em risco. O carro que estava sendo perseguido foi encontrado horas depois, em San Jose, mas o homem conseguiu escapar.
Em agosto, um carro elétrico da Tesla  pegou fogo depois de colidir com um caminhão de reboque em uma rodovia de Moscou. A filmagem do incidente no canal de TV estatal Rossiya 24 mostrou o carro ao lado da estrada envolto em chamas e fumaça preta grossa. Duas pequenas explosões ocorreram em poucos segundos uma da outra.
Link deste artigo: https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2019-09-26/viatura-da-tesla-fica-sem-bateria-durante-perseguicao-policial-nos-eua.html

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Suicídio mata mais policiais do que os confrontos durante o trabalho


Em 2018, 343 policiais civis e militares foram assassinados; 75% dos casos ocorreram quando estavam fora de serviço e não durante operações


Policiais: violência a que os policiais estão permanentemente expostos tem efeitos psicológicos graves (Ueslei Marcelino/Reuters)


Rio de Janeiro — A 13ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública registra exposição à violência fatal a que os policiais brasileiros estão sujeitos. Em 2018, 343 policiais civis e militares foram assassinados, 75% dos casos ocorreram quando estavam fora de serviço e não durante operações de combate à criminalidade.
A violência a que os policiais estão permanentemente expostos tem efeitos psicológicos graves. Em 2018, 104 policiais cometeram suicídio — número maior do que o de policias mortos durante o horário de trabalho (87 casos) em confronto com o crime.
“No senso comum, o grande temor é o risco da violência praticada por terceiros, mas na verdade o suicídio está atingido gravemente os policiais e não está sendo discutido e enfrentado de forma global”, aponta Cristina Neme, pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que edita o anuário.
“É um problema muito maior que muitas vezes é silenciado. São os fatores de risco da profissão que levam ao estresse ocupacional. Eles passam por dificuldades que outras pessoas podem ter, mas que no caso do policial esses problemas, quando associados ao estresse psicológico da profissão e do acesso à arma, pode facilitar esse tipo de ocorrência”, lamenta a pesquisadora.
Sem apoio
Entre 2010 e 2012, um grupo de psicólogos da PM com pesquisadores do Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção (GEPeSP), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), investigou a questão através de uma pesquisa com policiais militares.
Entre as conclusões, um dado impressionante: no Rio, os PMs têm quatro vezes mais chances de cometer suicídio em comparação à população civil.
Os resultados do estudo foram publicados em 2016 no livro Por que policiais se matam?, coordenado pela pós-doutora em sociologia pela Uerj Dayse Miranda. Entre os problemas apontados, estão a dificuldade de pedir ajuda e a forma como são tratados na corporação quando adoecem.
Em todas as regiões do país, que conta com cerca de 425 mil policiais militares, são altas as taxas de suicídio e de transtornos mentais. Em São Paulo, por exemplo, estado com o maior efetivo policial do país (93.799 agentes),120 policiais militares cometeram suicídio entre 2012 e 2017.
Letalidade
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública registra que houve queda de 10,43% de mortes violentas intencionais em 2018. Mas apesar da queda verificou-se que ao mesmo tempo cresceu em 19,6% o número de mortes decorrentes de intervenções policiais.
A ação da polícia é responsável por 11 de cada 100 mortes violentas intencionais no ano passado, quando 6.220 pessoas morreram após intervenção policial, uma média de 17 pessoas mortas por dia.
O perfil das vítimas repete a situação encontrada em outros anuários: 99,3% eram homens, quase 78% tinham entre 15 e 29 anos, e 75,4% eram negros.
Para a pesquisadora Cristina, os números correspondem a uma decisão superior de ação policial. “A atitude da liderança política é fundamental para reverter o quadro de letalidade e promover políticas de segurança mais eficazes”, assinala a especialista que reclama de “discursos demagógicos e falaciosos que legitimam a prática da violência”.
url: https://exame.abril.com.br/brasil/suicidio-mata-mais-policiais-que-operacoes-durante-servico/