quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Brasileiro preso na Indonésia não consegue clemência e será fuzilado

Marco Archer Cardoso Moreira, que foi preso em 2003 ao tentar entrar com mais de 13 quilos de cocaína no país asiático, onde o tráfico de drogas é punido com a morte, esgotou seus recursos e deve ser executado "muito em breve", como revelou porta-voz do governo Indonésio. Ele passou com a droga por Manaus antes de ser preso

fonte da imagem: http://www.brazilianvoice.com/wp-content/uploads/2014/09/160589-370x270-1.jpeg

De família amazonense, Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, condenado à pena de morte por tráfico de drogas na Indonésia, teve o último recurso que poderia lhe livrar do fuzilamento negado e o governo asiático disse que ele "será executado muito em breve". Ele foi preso em 2003 ao tentar entrar no país com mais de 13 quilos de cocaína dentro de equipamentos de asa delta.
O pedido de "perdão presidencial", o segundo solicitado (o primeiro foi em 2006), foi negado no último dia 31 de dezembro pelo presidente do país. Pelas leis indonésias, prisioneiros sentenciados à morte só podem fazer dois pedidos de clemência depois que as chances de recursos à Justiça acabam. 
Segundo noticiou a Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (9), não há mais o que fazer para evitar a execução do ponto de vista legal, mas o gabinete da presidente Dilma Rousseff ainda avalia, com certa urgência, se há mais alguma maneira de interceder pelo brasileiro. Para o jornal, o único meio de evitar o fuzilamento seria fazendo pressão política.
O brasileiro foi preso ao tentar no aeroporto de Jacarta com 13,4 quilos de cocaína escondidos em tubos de asa delta. Procurado pela Folha nesta quinta-feira (8), ele, que se diz arrependido, ainda não sabia que seu pedido havia sido negado, apesar de ter acesso a jornais na prisão.
Drogas passaram por Manaus
Antes de ser preso na Indonésia, o instrutor de voo livre Marcoficou dois dias em Manaus, na casa da avó, com o asa-delta recheado de droga. A cocaína havia sido retirada no Peru, em um hotel no norte do país, na cidade de Trujillo. Archer entrou no Amazonas de barco e embarcou para São Paulo pelo aeroporto internacional Eduardo Gomes. De lá, ele viajou rumo a Jacarta, na Indonésia, depois de fazer uma escala em Amsterdã, na Holanda.
Marco é neto de Lourdes Acher Pinto, último membro da família a assumir os negócios iniciados pelos irmãos Agnaldo e Henrique Archer Pinto, com a fundação de “O Jornal”, que foi durante décadas um dos principais veículos da mídia impressa do Estado. A mãe dele, Carolina Acher Pinto, morreu em 2011, vítima de câncer.
Conforme foi noticiado na époica, o brasileiro saiu do Rio de Janeiro, onde morava, com destino ao Peru para transportar droga até a Indonésia para pagar um dívida de um hospital em Cingapura, contraída em 1997: na ocasião, ele sofreu uma queda de parapente em Bali, e foi levado para o país vizinho para tratamento. Como não conseguiu pagá-lo integralmente, era constantemente cobrado.
Há quase 12 anos detido, a reclusão na Indonésia mudou Marco. A aparência não é mais sadia: o cabelo está ralo e o brasileiro quase não tem mais dentes que eram, na verdade, implantes feitos depois do acidente de parapente. Sem tratamento dentário, os implantes caíram. Além disso, ele adquiriu o hábito de fumar cigarros, o que não fazia quando estava livre.
Execução
A execução é feita por 12 soldados. Apenas dois fuzis são carregados, sem que os atiradores saibam quais. Cada soldado atira no peito do condenado uma vez e, se ele sobreviver, leva um tiro na cabeça. Depois, o corpo é entregue à família.
História inspira filme
Depois dos sucessos de "Tropa de Elite" 1 e 2 e do documentário Ônibus 174, o cineasta José Padilha havia declarado, ainda em 2012, que iria fazer um documentário contando a história de Marco Archer. O documentário, previamente intitulado “Curumim, o homem que queria voar”, estaria orçado em R$ 1,5 milhão.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Neto-amazonense-brasileiro-condenado-Indonesia_0_1282071790.html



segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Polícia francesa invade dois cativeiros e mata sequestradores

VEJA MOMENTO DA INVASÃO POLICIAL EM PARIS

url do vídeo: http://youtu.be/jTjD_HcbQqE
Em ação coordenada, a polícia francesa invadiu dois cativeiros onde radicais islâmicos mantinham reféns desde a manhã desta sexta-feira (9). Em Dammartin-en-Goële, a cerca de 40 km de Paris, foram mortos dois homens, suspeitos de atacar a revista Charlie Hebdo. Já no bairro de Vincennes, na capital, o sequestrador morto é suspeito de ter assassinado uma policial. Quatro reféns foram encontrados mortos no local.
Em  Dammartin-en-Goële, estavam os irmãos Said e Cherif Kouachi, suspeitos pelo atentado da quarta-feira (7) à revista francesa Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos. Segundo o prefeito da cidade, Michel Dutruge, os dois sequestradores foram mortos na operação.
O refém, de 27 anos, um funcionário de uma pequena empresa de impressão e publicidade, estava escondido e não foi visto pelos sequestradores. Ele foi libertado sem ferimentos e receberá atendimento psicológico. 
Durante a operação, fortes explosões foram ouvidas em Dammartin-en-Goële por jornalistas da AFP; era possível avistar fumaça saindo do local em imagens do canal BFM-TV. 
Poucos minutos depois da invasão em Dammartin-en-Goele, foram ouvidos tiros e explosões na loja judaica onde ocorria um segundo sequestro na capital francesa. A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, confirmou a morte do sequestrador, identificado como Amedy Coulibaly, 32. Ele estava armado com duas pistolas automáticas e um fuzil, e atirou contra duas pessoas antes de entrar no mercado. 
Quatro reféns morreram, segundo confirmou o presidente do país, François Hollande. Outros dez teriam sido libertados, mas quatro estão em estado grave.
homem é o mesmo que matou uma policial na quinta-feira (8) e feriu um funcionário da limpeza em Montrouge, na periferia ao sul de Paris, na quinta-feira (8), e teria exigido o fim ao cerco da polícia aos irmãos em Dammartin-en-Goele em troca dos reféns na loja judaica. Mais cedo, investigadores franceses informaram que o caso de Montrouge e da chacina na Charlie Hebdo tinham conexão.
O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, destacou a extrema dificuldade das operações, que colocavam "em grande risco" as vítimas e agradeceu aos agentes envolvidos no salvamento. Ele informou ainda que está mantido o nível de alerta máximo para ameaças terroristas.
"Agradecemos a aqueles que se expuseram à risco de morte para salvar os reféns. Repasso o reconhecimento de toda a nação francesa a esses homens", disse  Cazeneuve, frisando que as operações de segurança contra o terrorismo continuarão nos próximos dias.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/01/09/policia-francesa-invade-local-do-sequestro-onde-estao-irmao-suspeitos-por-atentado.htm

domingo, 11 de janeiro de 2015

Cursos da Senasp EAD para profissionais de Segurança Publica



Descrição dos cursos

Os cursos EAD oferecidos pela Senasp são considerados cursos de capacitação, alinhados a orientação do decreto 5.707/2006 que "Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990". 
No âmbito acadêmico, os cursos são aceitos como atividades complementares para os cursos de bacharelado ou licenciatura, de acordo com o regulamento de cada IES.


Fonte: Secretaria Nacional de Segurança Pública/Ministério da Justiça


Calendário EAD/Senasp - Ciclos 2015


url da imagem: https://www.facebook.com/senaspcursospronasci/photos/a.275198745922081.56622.158580764250547/634848236623795/?type=1

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Secretário e comandantes definem 1º escalão das polícias



O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, definiu nesta quarta-feira (7), em conjunto com o delegado-geral da Polícia Civil, Youssef Abou Chahin, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ricardo Gambaroni, a composição da totalidade do Conselho da Polícia Civil e do primeiro escalão do Alto Comando da PM. Os nomes serão publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (8 de janeiro).
O conselho, que é presidido pelo delegado-geral, tem a participação de 24 delegados de classe especial. Fazem parte deste grupo os diretores da Polícia Civil, além do novo delegado-geral adjunto, Júlio Gustavo Vieira Guebert, que até dezembro chefiava o Departamento de Polícia Judiciária do Interior 7 (Deinter 7), da região de Sorocaba.
O primeiro escalão do Alto Comando da PM conta com a participação do comandante-geral e dos seis coronéis responsáveis por comandos vinculados diretamente ao Gabinete do Comando Geral.
Capital e departamentos especializados
Todas as principais diretorias da Polícia Civil já foram definidas. Na cidade de São Paulo, permanece no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) o delegado Domingos Paulo Neto. O efetivo civil da região metropolitana será chefiado pelo delegado Albano David Fernandes, que assumirá o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro).
O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) passará a ser comandando pelo delegado Emygdio Machado Neto, enquanto no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) assumirá Ruy Ferraz Fontes.
O Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) terá como diretor o delegado Osvaldo Nico Gonçalves. No Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil (DAP), assume Gilson Cezar Pereira da Silveira.
O delegado Mauricio Guimarães Soares assume o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e o delegado Mário Leite de Barros Filho, o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol). Para seu lugar, na Academia de Polícia (Acadepol), foi designado o ex-delegado-geral Luiz Mauricio Souza Blazeck.
A delegada Elisabete Ferreira Sato Lei permanece no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), assim como Nestor Sampaio Penteado Filho no comando da Corregedoria da Polícia Civil.
O delegado Carlos Roberto Benito Jorge continua na chefia da Assistência Policial Civil do Gabinete do Secretário (APC/GS).
Departamentos do interior
Para o lugar do delegado Júlio Guebert no Deinter 7, o secretário e o delegado-geral designaram para o cargo o delegado José Aparecido Sanches Severo, que estava na região de Araçatuba (Deinter 10). Para o lugar de Severo, foi nomeado Nelson Barbosa Filho.
A Baixada Santista e o Vale do Ribeira (Deinter 6) passam a ser comandados pelo delegado Gaetano Vergine. Na região de Bauru (Deinter 4), passa a responder pela Polícia Civil o delegado Marcos Buarraj Mourão.
O delegado Paulo Afonso Bicudo, que estava na Grande SP (Demacro), passa a chefiar os policiais civis da região de Piracicaba (Deinter 9).
Os delegados João Barbosa Filho (Deinter 1 - São José dos Campos), Kleber Antonio Torquato Altale (Deinter 2 - Campinas), João Osinski Jr. (Deinter 3 – Ribeirão Preto), João Pedro de Arruda (Deinter 5 – São José do Rio Preto) e Walmir Geralde (Deinter 8 – Presidente Prudente) permanecem no cargo.
Polícia Militar
Além do comandante, Ricardo Gambaroni, o primeiro escalão será composto pelo coronel Francisco Alberto Aires Mesquita, que estava na Diretoria de Logística e será o subcomandante da PM e chefe do Estado-Maior (EM).
Na PM, o coronel Audi Anastácio Felix passa à subchefia do EM, enquanto o coronel Marco Antonio Severo Silva foi designado para o Centro de Inteligência (CIPM). O coronel Gilberto Tardochi da Silva será o coordenador operacional (CoordOp).
O coronel Ieros Aradzenka permanece na chefia de gabinete do comandante-geral, na sede da SSP, enquanto a coronel Maria Aparecida de Carvalho Yamamoto segue à frente do Centro de Comunicação Social da PM.
Os comandantes regionais e de unidades especializadas da Polícia Militar, que também compõem o Alto Comando, devem ter seus nomes divulgados nos próximos dias.
Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Campanha institucional da Polícia Civil do Estado de São Palo

Fonte da imagem: http://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/

A ideia de uma campanha institucional para a Polícia Civil paulista remonta ao início da década de noventa, quando egresso do marketing da empresa privada, tomávamos posse como Delegado de Polícia plantonista no antigo DEGRAN, atual DECAP, Departamento de Polícia Judiciária da Capital.
Num plantão abarrotado de ocorrências e sua carceragem superlotada de criminosos, nosso armamento padrão era o famigerado Taurus “canela seca” calibre 38, democraticamente distribuído em revezamento como carga: a quatro Autoridades plantonistas da Delegacia. Os B.O.’s e flagrantes eram datilografados, carbonados, nas pré-históricas Remington. Nosso meio de transporte: a jurássica Veraneio, cuja ignição, temperamental, teimava em solicitar-nos como empurradores...
Em que pese as dificuldades da época, acreditávamos, e hoje mais ainda, por MERECIMENTO, na necessidade de se melhorar a imagem institucional da nossa amada Polícia Civil, inconteste parceira democrática da sociedade, no trato de suas dores.
Decorridos mais de duas décadas na carreira, dezenove anos de trabalho ininterrupto no 28º DP da Freguesia do Ó do DECAP, orgulhosamente podemos afirmar que a Polícia Civil paulista, modelo para as demais polícias da nação brasileira, além de evoluir significativamente na utilização de recursos materiais, preservou sua natural aptidão em bem servir a cidadania, combater a criminalidade e exercer com galhardia seu papel constitucional de apurar com exclusividade as infrações criminais, competência notória, reiterada na lei federal 12.830/2013 de autoria do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, incansável defensor da Polícia e grande apoiador da gestação deste trabalho.
Em terras de Jorge Tibiriçá, o decisivo apoio da administração superior do executivo paulista propiciou o engrandecimento da nossa Polícia Judiciária, declarada no ordenamento estadual como atividade essencial a função jurisdicional do Estado e a defesa da ordem jurídica.
A sábia decisão governamental de valorizar sua polícia, reconhecendo na lei, a figura do Delegado de polícia como integrante das carreiras jurídicas do Estado, teve ainda como importante reflexo a adoção do nível universitário para outras importantes carreiras policiais civis. Buscando melhorias na investigação criminal, no andamento do inquérito Policial e no atendimento inicial prestado ao cidadão: razão evidente da existência do serviço público.
Tal momento, histórico, nos impele a refletir quanto ao peso de nossa responsabilidade.
A reconhecemos, que se obtivemos tão importante vitórias, nossa verdadeira luta por crescimento qualitativo e  valorização profissional está apenas iniciando.
É o instantâneo que aqui se buscou fotografar. A imagem corporativa de uma Polícia Judiciária motivada, rejuvenescida, pueril feito a criança localizada nesta campanha. Uma Polícia que pretende renovar-se. Que tem consciência de que suas deficiências devem ser corrigidas. Melhoradas. Que sabe que a cordialidade, devida ao cidadão que necessita do nosso amparo, deve sempre se sobrepor a truculência. A gentileza, aliar-se à eficiência e a bravura. De heróis, que diariamente deixam suas famílias para servir a sociedade, vinte e quatro horas por dia. Não raramente, oferecendo-lhe a própria vida!
Humildemente, porém de maneira intransigente, pela inevitável paixão que a Polícia nos contagia, dedicamos esta obra a toda família policial civil. Nosso objetivo é mostrar à sociedade que ela pode contar com a sua Polícia Judiciária: a Polícia Civil do Estado de São Paulo, um dos pilares basilares em que se encontra, verdadeiramente alicerçado o estado democrático de direito em terras bandeirante.

São Paulo, Freguesia do Ó, 4º DSP do DECAP, verão de 2013.

WLADIMIR GOMES DE SOUZA


Delegado de Polícia

fonte: material de divulgação da Campanha institucional da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Câmara lança enquete sobre projeto que exige rigor para apurar violência policial



Está no ar nova enquete da Câmara dos Deputados, sobre o Projeto de Lei (PL) 4471/12, que cria regras rigorosas para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes das ações de agentes do Estado, como policiais, e acaba com a possibilidade de serem justificadas como auto de resistência.

Atualmente, no caso de resistência à prisão, o Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689/41) autoriza o uso de quaisquer meios necessários para que o policial se defenda ou vença a resistência, e determina que seja feito um auto assinado por duas testemunhas.
Divulgação
Deputado Paulo Teixeira (PT-SP)
Paulo Teixeira afirma que em 60% dos autosde resistência houve, na verdade, execução.
Já a proposta apresentada pelos deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Fábio Trad (PMDB-MS), Delegado Protógenes (PCdoB-SP) e Miro Teixeira (Pros-RJ) estabelece que, sempre que a ação resultar em lesão corporal ou morte, deverá ser instaurado imediatamente inquérito para apurar o fato, e o autor ainda poderá ser preso em flagrante. Ministério Público, Defensoria Pública, órgão correcional competente e Ouvidoria deverão ser comunicados imediatamente da instauração do processo.
O projeto está pronto para ser votado pelo Plenário da Câmara, e, no último dia 19, mães de pessoas mortas em ações policiais e representantes do movimento negro entregaram ao presidente Henrique Eduardo Alves um abaixo-assinado com mais de 30 mil assinaturas pela votação da proposta. Em audiências públicas, parlamentares ouviram denúncias de que, na prática, os autos de resistência funcionam como uma espécie de licença para matar, principalmente negros e pobres.

Um dos autores do projeto, Paulo Teixeira lembra que a maioria das mortes identificadas como auto de resistência não resulta de um confronto entre policiais e suspeitos, mas de execuções. "Os estudos demonstram que 60% desses autos de resistência são execuções. Não há resistência à ação policial. Mas essas execuções são como se tivesse havido resistência, que eles chamam de resistência seguida de morte. Estamos pedindo que elas sejam investigadas, ou seja, toda atividade policial, quando levar à morte do cidadão, tem que ser investigada", ressalta.

Arquivo/ Leonardo Prado
Jair Bolsonaro
Bolsonaro diz que não é justo manter policial preso por ter, em defesa dos cidadãos, matado um criminoso. 
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), porém, já fez críticas à proposta, argumentando que não é justo manter um policial preso por ter matado um criminoso em defesa da sociedade.

"A primeira vez que o policial militar bater de frente com o marginal, e não com criança, não, com o marginal, ele já corre o risco seríssimo de responder em preventiva. A segunda vez, com toda a certeza, ele vai responder em prisão preventiva, não interessa quem foi abatido do outro lado da linha."

Íntegra da proposta:

Da Redação – MR




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

TJ/SP decide que Estado não pode cobrar do PM motorista o conserto de viatura acidentada

Em decisão inesquecível, Corte paulista decide que Estado deve assumir o risco por acidente com viatura policial e não pode cobrar do PM motorista o valor do conserto
Fonte da imagem: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/10370-carro-da-pm-capota

Após os últimos anos de batalha na Justiça em favor dos policiais militares que, em cumprimento do dever se envolvem em acidentes de trânsito vindo a causar prejuízo ao erário, Recurso interposto pela Oliveira Campanini Advogados é aceito, e em decisão memorável, a 13ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, julgou improcedente ação em que a Fazenda Pública do Estado tentava cobrar o valor de R$ 4.465,65 de um Sd PM atuante na região do ABCD.
Na ocasião, em noite com pouca iluminação em rua onde não se havia sinais de solo, policial militar de serviço colidiu a viatura policial contra uma motocicleta ocupada por dois indivíduos, que, sendo estes, internos do Presídio de Franco da Rocha, evadiram-se, haja vista que estavam usufruindo da saída temporária do Regime Semiaberto, e não poderiam permanecer fora de suas residências até aquele horário (22h30min).
No belo julgado, os desembargadores entenderam que não se vislumbrou a culpa do servidor, e a condenação do mesmo representaria grande prejuízo ao seu sustento próprio e de sua família.
Sustentou o desembargador relator IVAN SARTORI, que: “se o servidor exercia regularmente seu mister (o que em momento algum foi contestado), advindo, nessa situação, dano ao patrimônio do Estado, inconcusso que a conta deve ser debitada ao próprio ente estatal, dado o risco administrativo que assume”.
Segundo a Dra. Karina Cilene Brusarosco, da banca especializada na defesa de PMs, o Estado, ao empregar seus veículos em atividade de risco, deveria contratar o seguro de sua frota, mormente os veículos utilizados na área de segurança pública, eis que estão diuturnamente em deslocamentos de emergência.
Para ela, os condutores de viaturas policiais, deveriam perceber gratificação extra, pelo plus de risco que tem em relação aos demais milicianos.
Assim, policiais militares de parcos vencimentos, sem nenhuma vantagem remuneratória pelo risco e ônus de conduzirem viaturas em situações de cerco e perseguições, com exposição da própria vida e saúde, escalados como motoristas sob o tacão do Código Penal Militar, quando de sinistros esperados, quase-certos, são demandados para ressarcimento do erário.
O agir da Fazenda do Estado é torpe. Há na espécie locupletamento da Fazenda, eis que economiza no contrato de seguro, pois sabe que fácil lhe será ressarcir-se dos reparos nas viaturas descontando tais valores dos vencimentos de seus agentes.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Oliveira Campanini Advogados Associados – 

sábado, 6 de dezembro de 2014

EU REPUDIO A MORTE DE POLICIAIS

Agência Câmara Notícias


Todos os cidadãos que assinam esta petição pública solicitam à Câmara dos Deputados que formalize o aqui expresso, em forma de Projeto de Lei de Iniciativa Popular, conforme o Art. 61, § 2º da Constituição Federal e Arts.13 e 14 da Lei Federal nº 9.709, de 18 de novembro de 1998, para que sejam considerados hediondos os crimes cometidos contra as vidas de servidores da segurança pública, tanto no exercício de suas funções como em razão de suas atividades, ou, ainda, contra seus familiares por consequência do grau de parentesco com o servidor. A proposta tem a seguinte redação: 

"Projeto de Lei Nº , de 2014 

Dá nova redação a dispositivos do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal e da Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, que dispõe sobre crimes hediondos. 

"O Congresso Nacional decreta: 

Art. 1º. O § 2º do art. 121, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso VI: 

“Art. 121. ................................................................ 
(...) 
§ 2º.......................................................................... 
(...) 
VI - contra as vidas de servidores da segurança pública, tanto no exercício de suas funções como em razão de suas atividades, ou, ainda, contra seus familiares por consequência do grau de parentesco com o servidor." 

Art. 2º. O inciso I do art. 1º, da Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação: 

"Art. 1º. ..................................................................... 

I - homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, § 2º, I, II, III, IV, V e VI);" 

Art. 3º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação." 

Brasília, 1º de novembro de 2014.


Fonte: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR77637

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Morte de policial militar em ataques a carros-fortes gera comoção em Aguaí

Cabo Alaor Branco Jr. estava na Polícia Militar há 24 anos, segundo SSP.Ele foi atingido durante confronto com quadrilha nesta quinta-feira (30).

Do G1 São Carlos e Araraquara
O cabo Alaor Branco morto em confronto com
quadrilha em Aguaí (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)
A morte do policial militar Alaor Branco Júnior nesta quinta-feira (30), após um confronto com uma quadrilha que tentou roubar dois carros-fortes, gerou comoção nas redes sociais em Aguaí (SP). Natural de Santos (SP), o cabo estava na coporação há 24 anos e 9 meses e deixou esposa e dois filhos, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Os suspeitos do crime fugiram e não foram encontrados.
No seu perfil no Facebook, o policial recebeu diversas homenagens de amigos e parentes. "Guerreiro, sua alegria será inesquecível, sua determinação será um legado para aqueles que ficam, a lembrança de um herói na vida de cada um de seus familiares e amigos, companheiro", dizia uma postagem.
Dezenas de perfis mudaram as fotos com mensagens de luto. Amigos também postaram fotos do policial em momentos de descontração. "Não importa se estava fardado ou à paisana, sempre foi uma ótima pessoa para lidar, muito divertido, responsável, enfim, uma pessoa marcante! Uma amizade que surgiu no primeiro contato, e onde o respeito sempre prevaleceu", afirmava outra postagem.
A SSP divulgou uma nota lamentando a morte do policial. O corpo será velado na Câmara de Vereadores de Aguaí. Na sexta-feira (31), às 9h, ele será levado em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Municipal, onde será enterrado. Haverá ainda a última homenagem da corporação com as honras fúnebres. O G1 não conseguiu contato com a família do policial para comentar o assunto.
url do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=WkpEX_OQ8MI
O crime
A tentativa de assalto a dois carros-fortes aconteceu no km 200 da Rodovia Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), entre Aguaí e Casa Branca (SP), na manhã desta quinta-feira (30).
Os veículos blindados seguiam de Campinas (SP) para Poços de Caldas (MG). Segundo a Polícia Rodoviária, pelo menos 12 suspeitos, em quatro carros, partiparam da ação. Uma parte do grupo abordou um dos carros-fortes próximo ao trevo que de acesso a São João da Boa Vista.
Eles atiraram no veículo e um feriram um funcionário da empresa de transporte de valores. Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de São João da Boa Vista e o estado de saúde dele não foi divulgado.
Os suspeitos usaram explosivos de pedreiras para destruir o cofre. Apenas um detonou, mas o sistema de segurança bloqueou o acesso ao dinheiro e eles não conseguiram levar nada.
Troca de tiros
O motorista do segundo carro-forte voltou pela contramão e foi seguido por um veículo da quadrilha. Cerca de 2 quilômetros depois, parou na base da Polícia Rodoviária, onde os bandidos atiraram granadas e trocaram tiros com os seguranças da empresa e com o policial, que ficou ferido na região da cintura. Ele passa bem.
 Enquanto isso, quatro homens com fuzis, que estavam em um carro vigiando a estrada, atiraram contra 3 viaturas da PM que foram atender a ocorrência. O cabo Alaor Branco Júnior de 45 anos foi baleado na cabeça. Ele foi levado para o Pronto-Socorro de Aguaí, mas morreu. Outros policiais foram atingidos por estilhaços de vidro, mas não se feriram com gravidade.
O helicóptero Águia da Polícia Militar auxiliou nas buscas dos suspeitos, mas eles não foram encontrados. Antes de fugir, a quadrilha ateou fogo em um dos carros. Um carro usado na ação foi abandonado na Rodovia Deputado Ciro Albuquerque (SP-225), que liga Aguaí a Pirassununga. Foram encontradas muitas munições de fuzil de grosso calibre, capazes de furar até blindados.Também havia uma marreta, um pé de cabra, facão, alicate, carregadores e R$ 250 em moedas de 5 centavos.
O Esquadrão de Bombas veio de São Paulo para detonar cinco explosivos que ainda estavam do lado do primeiro carro-forte atingido. Um quilômetro da rodovia precisou ser interditado para que pudesse ser feita a detonação.
url: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/10/morte-de-policial-militar-apos-ataque-carros-fortes-gera-comocao-em-aguai.html

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Police Officer Dies and 8 Are Hurt in Van Crash in the Bronx


url: http://static01.nyt.com/images/2014/09/22/nyregion/CRASH1/CRASH1-master675.jpg
For the young Bronx police officers on their way to help patrol a major demonstration in Midtown Manhattan, the early morning assignment on Sunday was a reprieve from the daily danger of a violent precinct.
But as the police van in which they were riding rounded a notoriously sharp turn on the Bruckner Expressway just after 5 a.m., the driver lost control and the van slammed into a barrier, ejecting a 25-year-old rookie officer onto the rain-slicked roadway.
The officer, Michael Williams, was pronounced dead less than an hour later at Lincoln Hospital. Eight other officers who were in the marked police van, a 2009 Ford Econoline, were hurt, though their injuries were not life-threatening, the police said.
Mayor Bill de Blasio called the crash a tragedy and said he was “heartsick” at the death of Officer Williams. “The notion that this was a guy just starting out, who loved what he was doing as a police officer and had a whole bright future ahead, and he lost it in this tragic accident,” the mayor said, speaking to reporters at the climate change protest that some of the officers in the van had been assigned to patrol.
At Lincoln Hospital, top police officials appeared shaken. Philip Banks III, the chief of department, said Officer Williams had joined the department to follow in the footsteps of his father, a 32-year-veteran of the Carmel, N.Y., police force. “It’s all he ever wanted to do,” Chief Banks said.
Investigators were looking into the circumstances of the crash, which did not involve any other vehicles. Among the issues being examined: how fast the van was going as it approached the sharp left turn near Bryant Avenue and whether the officers on board were wearing seatbelts, as required. Investigators were also performing mechanical tests on the van.
All officers must wear seatbelts when on duty, a policy that dates back to William J. Bratton’s initial tenure as police commissioner in the mid-1990s amid a rash of on-duty driving deaths and injuries. The last fatal on-duty accident occurred in 2011, killing Detective Fermin Archer. (A traffic enforcement agent on foot was fatally struck by a car last year.)
That Officer Williams was thrown from the rear of the van, where he was seated, suggested he was not wearing a belt, officials said, though that remained under investigation.
The officers injured on Sunday were taken to Lincoln Hospital, Jacobi Medical Center and St. Barnabas Hospital. All had been traveling from the 47th Precinct, a sprawling section of the north Bronx where gun violence and murder has spiked this year, to the climate march or other security assignments connected with the session of the United Nations General Assembly that begins this week, the police said.
“I didn’t really expect this to happen today,” said a rookie officer who, like Officer Williams, was usually assigned to Operation Impact in the 47th Precinct. “It could have been any one of us in there.” The rookie, who declined to be identified because he did not have permission to speak to the press, said a group of young officers from the precinct had visited their colleagues in the hospital on Sunday morning. He described Officer Williams as a “good kid” who kept to himself.
Of the nine officers in the van, Officer Williams was one of six who joined the department this year. The other three, including the 32-year-old driver who was not identified by the police, joined the department in July 2012.
 url: http://www.nytimes.com/2014/09/22/nyregion/fatal-police-crash-in-the-bronx.html?_r=0

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Presas postam fotos sensuais no face de dentro da cadeia em Guarapuava

Por:  | 27 de agosto de 2014 
Fotos sensuais de duas detentas tiradas de dentro da cela na cadeia pública em Guarapuava/PR,  foram postadas nos perfis pessoais das mesmas no Facebook.  As postagens, que foram publicadas em abril deste ano, mostram as detentas seminuas fazendo poses sensuais em cima das camas de cimento das celas. Um agente carcerário, que pediu para não ser identificado, confirmou que as duas presas estavam encarceradas quando as fotos foram postadas na rede social.
Na mesma época em que vazou as imagens, os responsáveis pela cadeia ficaram sabendo e determinaram uma operação bate grade afim de encontrar e apreender os aparelhos celulares. As presas sofreram sanções administrativas aplicáveis nesse caso. De acordo com a SEJU/Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos a cadeia pública de Guarapuava possui procedimentos para impedir a entrada de celulares na carceragem, como detectores de metais e revista em visitantes. Mas, neste caso, os celulares teriam sido entregues às duas mulheres por visitantes que entraram com os aparelhos escondidos nas partes íntimas.

A SEJU também afirmou que a revista em mulheres é muito contestada, pois muitos a consideram um ato invasivo, o que acaba atrapalhando a ação dos agentes carcerários.
fonte: http://noticiaspoliciais.com.br/