segunda-feira, 20 de junho de 2016

Video: Asesinan en Paraguay a Jorge Rafaat Toumani, el 'rey de la frontera'

El poderoso empresario vinculado al narcotráfico iba en su camioneta blindada Hummer escoltado por dos vehículos cuando fue atacado en la ciudad paraguaya de Pedro Juan Caballero.
Imagen ilustrativaJorge AdornoReuters

Jorge Rafaat Toumani, alias 'Sadam', fue ultimado a tiros este miércoles tras un ataque con armas de fuego largas de alto impacto. En 2014 el 'rey de la frontera' fue declarado culpable por la justicia brasileña por el tráfico internacional de drogas y condenado a un total de 47 años de prisión, pero vivía en la ciudad paraguaya de Pedro Juan Caballero siendo un empresario exitoso, informa Folha de S.Paulo.

El ataque se produjo en Pedro Juan Caballero, cuando el empresario vinculado al narcotráfico fue atacado por un grupo de hombres armados que le cerraron el paso con dos Toyota Hilux y un Ford 250 y dispararon con armas de alto impacto. Pese a que Rafaat Toumani iba en su camioneta blindada Hummer, las balas de una ametralladora antiaérea calibre 50 atravesaron el vehículo. Tras el ataque el hombre recibió 16 balazos y murió por traumatismo de cráneo con pérdida de masa encefálica, según explicó un médico forense paraguayo citado por ABC Color.

En las primeras etapas de la investigación del atentado, la Policía paraguaya sospechaba que el ataque fue planificado por el grupo criminal Primer Comando Capital (PCC) que opera en Brasil. En relación a esta versión figura el narcotraficante Jarvis Chimenes Pavao. Más tarde se reveló que Sergio Lima dos Santos, que operaba el fusil antiaéreo, pertenecía a la peligrosa organización criminal brasileña Comando Vermelho.
url: https://actualidad.rt.com/actualidad/210681-paraguay-ataque-jorge-rafaat-toumani-morir

domingo, 19 de junho de 2016

Aposentadoria especial aos 25 anos de efetivo exercício na função insalubre

Dispõe sobre a elaboração de laudos e pareceres técnicos para fim de apreciação de pedido de aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição Federal e no artigo 126, § 4º, item 3 da Constituição Estadual, altera dispositivos que especifica do Decreto nº 51.782, de 27 de abril de 2007, e dá providências correlatas



DECRETO Nº 62.030, DE 17 DE JUNHO DE 2016

Dispõe sobre a elaboração de laudos e pareceres técnicos para fim de apreciação de pedido de aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição Federal e no artigo 126, § 4º, item 3 da Constituição Estadual, altera dispositivos que especifica do Decreto nº 51.782, de 27 de abril de 2007, e dá providências correlatas GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
Decreta :
Artigo 1º - A elaboração de laudo destinado à avaliação, identificação e classificação das unidades e das atividades insalubres para fim de aposentadoria especial prevista no artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição Federal e no artigo 126, § 4º, item 3 da Constituição Estadual poderá ser atribuída a terceiro, pelos órgãos de recursos humanos da Administração Direta e das Autarquias, mediante contratação celebrada nos termos da Lei federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e alterações posteriores.
§ 1º - O laudo a que se refere o “caput” deste artigo deverá ser expedido por perito médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.
§ 2º - Aplica-se à expedição do laudo de que trata este artigo o disposto no “caput” do artigo 2º do Decreto nº 51.782, de 27 de abril de 2007, e respectivo parágrafo primeiro, com a nova redação dada pelo inciso II do artigo 2º deste decreto.
§ 3º - Recebido o laudo técnico pelo órgão de recursos humanos, a conclusão do perito será anotada no prontuário do servidor.
§ 4º - À vista de laudo conclusivo para a identificação e classificação da unidade ou atividade insalubre, caberá à autoridade competente do órgão de recursos humanos verificar o preenchimento dos requisitos de tempo de exposição e permanência ininterrupta sob tais condições.
Artigo 2º - Os dispositivos adiante enumerados do Decreto nº 51.782, de 27 de abril de 2007, passam a vigorar com a seguinte redação:
I - o artigo 1º:
“Artigo 1º - Além das atribuições previstas no artigo 2º do Decreto nº 30.559, de 3 de outubro de 1989, ao Departamento de Perícias Médicas do Estado - DPME, da Secretaria de Planejamento e Gestão, compete proceder, no âmbito da Administração Direta e Autárquica do Estado, à avaliação, à identificação e à classificação das unidades e das atividades insalubres para fim de concessão do adicional de insalubridade a que se refere a Lei Complementar nº 432, de 18 de dezembro de 1985, e alterações posteriores.
Parágrafo único - As competências previstas no “caput” deste artigo não constituem óbice à emissão por terceiros de laudos e pareceres técnicos para fim de apreciação de pedido de aposentadoria especial de trata o artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição Federal.”; (NR)
II - o artigo 2º:
“Artigo 2º - Para fins do disposto no “caput” do artigo 1º deste decreto, o Departamento de Perícias Médicas do Estado -DPME expedirá laudos técnicos com base nas Normas Técnicas Regulamentares - NTR a serem baixadas mediante resolução do Secretário de Planejamento e Gestão.
§ 1º - Até a data da publicação das Normas Técnicas Regulamentares - NTR de que trata o “caput” deste artigo, o Departamento de Perícias Médicas do Estado - DPME expedirá laudos técnicos com base nas Normas Técnicas Regulamentares - NTR 33 e 37, baixadas pelo Secretário do Emprego e Relações do Trabalho, na legislação federal, nos trabalhos técnicos pertinentes e na literatura especializada.
§ 2º - Uma via dos laudos técnicos de que trata este artigo será encaminhada às Secretarias de Estado e Autarquias interessadas, após a ratificação pelo Diretor do Departamento de Perícias Médicas do Estado - DPME.
§ 3º - O Departamento de Perícias Médicas do Estado – DPME poderá recorrer a outros órgãos médicos estaduais, ou entidades oficiais que mantenham convênio com a Administração Direta ou Autárquica do Estado, para consecução das atribuições de que trata o “caput” deste artigo.”. (NR)
Artigo 3º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 17 de junho de 2016
fonte: Assembleia Legislativa

terça-feira, 14 de junho de 2016

Vídeo: vítima de atentado em Orlando registrou tiros no Snapchat

Amanda Alvear estava na boate no momento do ataque e é uma das 50 pessoas assassinadas por Omar Mateen
url da imagem: http://static.metropoles.com/wp-content/uploads/2016/06/13111536/Screenshot_108.jpg

Imagens assustadoras do interior da boate em Orlando começaram a aparecer nas redes sociais, menos de 24 horas depois do massacre que deixou 50 mortos e 53 feridos, na madrugada do último domingo (12/6).

url do vídeo: https://youtu.be/tN_x1HUaYPQ

Uma das 49 vítimas de Omar Mateen, Amanda Alvear, de 25 anos, postou vários vídeos no Snapchat do interior da boate Pulse. As imagens mostram a jovem se divertindo com os amigos. Alguns segundos depois, é possível ouvir o barulho dos tiros. Amanda é uma das vítimas confirmadas.

WhatsApp

Eddie Jamoldroy Justice, de 30 anos, também foi uma das vítimas do atirador Omar Saddiqui Mateen. O jovem chegou a avisar à mãe, por mensagem, que o terrorista estava na casa noturna e que ele iria morrer. Na conversa, ele disse que amava a mãe e que estava escondido no banheiro da boate. “Ele está vindo. Vou morrer”, afirmou Justice.
fonte: http://www.metropoles.com/

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Harambe e a mãe distraída



Fonte da imagem: http://static.emol.cl/emol50/Fotos/2016/05/31/file_20160531095943.jpg

Wanda Sily
Deu na televisão, para suspense e consternação do mundo, o caso do menino de quarto anos que caiu na jaula do gorila Harambe, de 17 anos. O animal foi friamente assassinado, pois conforme informou a polícia – Isso de fazer dormir instantaneamente um animal de mil quilos com um tiro certeiro é coisa de cinema. Passado o susto, porém, as redes sociais se inflamaram, condenando a mãe distraída por não vigiar o filho em local perigoso. Uma irresponsável! gritam todos.
A mulher tentou se defender no Facebook, dizendo ser boa mãe, mas que “acidentes acontecem”. Pior a emenda que o soneto, pois as censuras aumentaram, embora não se saiba se o auto de defesa foi mesmo escrito pela mãe da criança.  A possível mãe teve que retirar sua mensagem. A família da criança não quis se identificar publicamente nem dar entrevistas, mas pediu desculpas pelo ocorrido e pediu ao povo que fizessem doações para o zoológico.
Dois casos parecidos aconteceram antes, e nos dois casos os animais protegeram as crianças. Em 1986  na Inglaterra, uma criança caiu no reduto dos gorilas e foi “cuidada” pelos animais até que os paramédicos a resgatassem. A criança e os gorilas não se machucaram. Em 1996, nos Estados Unidos, a gorila Binti Jua ficou famosa quando um menino de 5 anos caiu no reduto, e ela  a segurou enquanto os trabalhadores jogavam água  para manter os outros gorilas afastados.
Nos dois casos, não mataram os gorilas. Naturalmente os responsáveis pela recuperação da criança correram um grande risco - se desse errado todos se voltariam contra eles. No caso de Binti Jua, eles confiaram porque ela foi criada por humanos, e quando ficou prenhe os treinadores usaram bonecas para ensiná-la a cuidar da cria. Mas se fosse seu filho lá entre as feras, você esperaria para ver no que ia dar?
A onda de furiosos protestos contra a morte da gorila e a irresponsabilidade dos pais da criança continua crescendo. Uma página no facebook chamada “Justiça para Harambe” recebeu mais de 41 mil ‘likes’ em poucas horas. No entanto, pessoas que assistiram à cena contam que o animal parecia estar protegendo o menino, mas os muitos flashes dos celulares e máquinas fotográficas o irritaram, e ele passou a agir agressivamente.
Os eventos no zoológico levantaram também uma onda de protestos contra animais mantidos em cativeiro. Mas muitos estão a favor, alegando que os zoológicos são como hotéis 5 estrelas, onde os animais são alimentados e cuidados, e viverão mais tempo do que expostos aos constantes perigos das selvas, onde impera a lei do mais forte ou do mais rápido. Alguém consultou os animais engaiolados para saber se eles concordam?

Os gorilas são espécies em risco de extinção, principalmente se as crianças continuarem caindo nos seus redutos, onde se supõe que estejam protegidos. Na África são caçados impiedosamente e um estudo de 2008 descobriu que uns  5 mil morreram com o vírus ébola. Esses belos animais compartilham de 98 a 99% do DNA humano, o que faz deles um dos nossos parentes mais próximos. Esses 2% de diferença devem estar no cérebro, acho, embora sejam animais muito inteligentes.
Fonte: http://seculodiario.com.br/29027/14/harambe-e-a-mae-distraida#

domingo, 29 de maio de 2016

GRAPHIC VIDEO: 4 SCMPD Officers Cleared in Deadly Shooting


video url: https://youtu.be/dDryRG-cQeY

Four officers involved in a deadly shooting of a suspect last October have been found legally justified by a Chatham County Grand Jury.
Officers Michael Gonzales, Daniel Kang, Ruben Colon and John Hauber were cleared Monday.
They were all involved in the shooting of Tyrie Cuyler. Cuyler was a convicted felon who pulled a gun at that stop, shooting three times, hitting both Colon and Gonzales.
The Grand Jury got to see the entire event for themselves through the 3 body cameras the officers were wearing.
The GBI report shows that the officers fired 19 shots at Cuyler after he fired, and as he tried to escape.
That same report also adds that Cuyler was carrying a .38 caliber Smith and Wesson revolver with a handle wrapped in electrical tape in an apparent attempt to no leave fingerprints.
Before his death, through DNA evidence and victim’s statements Savannah-Chatham Metro Police connected Cuyler to a rape on West Dufffy Street just a few days earlier.
He was also the main suspect in a rape of another woman in August of 2015 on East Duffy Street.
News 3 Crime Expert and former SCMPD Major Gerry Long watched the body cam footage for herself to give viewers perspective on what happened that night.
“The officers actions just validate the training he’s been participating in and the thought process. This is a threat and i need to react to it. and it gives the citizen a perspective this is what they deal with on a daily basis.”
“He’s (Cuyler) already demonstrated he’s dangerous, he’s already demonstrated he has no fear of shooting people, including the police, so you can’t let him go.”
“They know that there’s an officer down so they can’t let this guy go out into the general public with a firearm, hes obviously clearly going to hurt somebody.”
Long says these officers’ did the right thing, did their job, and because of that, no one else got hurt.
“It gives the citizen a perspective this is what they deal with on a daily basis,” explained Gerry Long.
Source:http://wsav.com/2016/05/23/graphic-video-shooting-of-officers-and-suspect-in-savannah/

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Atentados com carro-bomba voltam a atingir Bagdá


Pessoas se juntam em volta de destroços deixados por um carro-bomba, 
no bairro de Sadr City, em Bagdá, Iraque - 11/05/2016(Wissm al-Okili/Reuters)

A cidade de Bagdá, no Iraque, voltou a ser atingida por atentados com carros-bomba nesta quarta-feira, neste que já é o dia mais sangrento da capital em 2016. Mais cedo, um ataque reivindicado pelo Estado Islâmico (EI) deixado ao menos 66 mortos e 87 feridos em um mercado de um bairro xiita. Horas depois, foram registradas duas novas explosões. Ainda não há confirmação do número de vítimas desses atos violentos, mas a emissora Al Jazeera estima que mais de 27 pessoas tenham morrido.
Os novos ataques, também reivindicados pelo EI, atingiram o bairro xiita de Kazimiyah e o sunita-xiita de Jamea, segundo a polícia. Na entrada de Kazimiyah, região noroeste da capital, o atentado deixou ao menos 17 pessoas mortas e outras 30 feridas, segundo a agência Reuters. Vários membros das forças de segurança estão entre as vítimas.
Fonte: http://veja.abril.com.br

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Dia das Mães

O Dia das Mães é comemorado em todo segundo domingo de maio desde 1914. A história dessa data está relacionada com a figura de Anne Jarvis.

url da imagem: http://www.purabotanica.com/wp-content/uploads/2015/04/ann-reeves-jarvis-program-cover-wvrhc.jpg

Por Me. Cláudio Fernandes
É comum, no mundo contemporâneo, a comemoração do Dia das Mães em todo segundo domingo de maio. Essa data já se tornou sinônimo de afeto, carinho, consideração pelas genitoras e também símbolo de consumismo. A despeito do viés mercadológico, o Dia das Mães é uma data de singular importância para o mundo ocidental, sobretudo por reforçar os vínculos familiares. Mas como o segundo domingo de maio passou a ser considerado, mundialmente, como o Dia das Mães?

Desde a Idade Antiga há relatos de rituais e festivais em torno de figuras mitológicas maternas e de fenômenos como a fertilidade. Na Idade Média, havia também muitas referências a respeito da figura da Mãe, sobretudo o simbolismo judaico-cristão com as figuras de Eva e Maria. Mas foi apenas no início do século XX que as mães passaram a ter um dia oficial para serem homenageadas. A escolha da data (todo segundo domingo de maio) remete à história da americana Anna Jarvis.

Anna Jarvis perdeu sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, em maio de 1905, na cidade de Grafton, no estado da Virgínia Ocidental, EUA. Com a morte da mãe, Anna, diante do sofrimento e da dor que sentiu, decidiu organizar com a ajuda de outras moças um dia especial para homenagear todas as mães e para ensinar as crianças a importância da figura materna.

Anna e suas amigas eram ligadas à Igreja Metodista da cidade mencionada acima. Em 10 de maio de 1908, o grupo de Anna conseguiu celebrar um culto em homenagem às mães na Igreja Metodista Andrews, em Grafton. A repercussão do tema do culto logo chamou atenção de líderes locais e do então governador do estado de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock. Glassock definiu a data de 26 de abril de 1910 como o dia oficial de comemoração em homenagem às mães.

Logo a repercussão da celebração oficial em âmbito estadual alastrou-se para outras regiões dos Estados Unidos e foi adotada também por outros governadores. Por fim, no ano de 1914, o então presidente dos EUA, Woodrow Wilson, propôs que o dia nacional das mães fosse comemorado em todo segundo domingo de maio. O importante a ser mencionado é que a decisão de Wilson foi tomada a partir de sugestão da própria Anna Jarvis, que ficou internacionalmente conhecida como patrona do Dia das Mães.

No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Em outros lugares, houve também outros focos de comemoração de mesmo teor, geralmente associados a instituições religiosas. Mas foi somente em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o Dia das Mães passou a ser celebrado segundo o molde dos Estados Unidos, isto é, em todo segundo domingo do mês de maio.
Fonte: Brasil Escola (http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-das-maes.htm)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Delegacia Seccional promove 1º Encontro Regional de Presidentes de CONSEG em Adamantina


Fonte da imagem: Prefeitura Municipal de Adamantina

No dia 4 de maio, às 14h, aconteceu o 1º Encontro da Polícia Civil com Presidentes de CONSEG da região no Anfiteatro da Biblioteca Municipal. O evento reuniu autoridades locais e regionais e destacou a importância da humanização nas relações concernentes às atividades da Polícia Civil.
No encontro, compuseram a mesa Dr. Domingos Lazaretti Neto, Delegado de Polícia de Adamantina e anfitrião do evento, Dr. José Carlos de Oliveira Jr, Delegado de Polícia Divisionário e representante do Deinter-8, Sr. Moacir Baraldi, Presidente do CONSEG de Adamantina, Sr. Milton Polon, Presidente do CONSEG de Dracena e Dr. Alexandre Luiz Luengo Lopes, Delegado de Polícia Titular da Delegacia de Polícia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Dracena.
A primeira exposição foi realizada pela Dra. Laíza Fernanda Rigatto Andrade, Delegada do Núcleo Especial Criminal (NECRIM), que destacou a importância das conciliações como forma de solução de conflitos de forma imediata, desburocratizando o Poder Judiciário. Na sequência, a Dra. Maria Angêla Tófano Rodrigues, Delegada de Polícia em Dracena, destacou a importância a importância e o cuidado nas causas que envolvem a mulher como vítima. Por fim, o Dr. Alexandre Luengo Lopes, também Delegado de Polícia em Dracena, expôs a dinâmica de atuação da Policia Civil desde a notícia do crime até a conclusão do inquérito policial.
CONSEG
Os CONSEGs foram criados por meio do Decreto Estadual n. 23.455/1985, regulamentados pela Resolução SSP-37/1985. Cada Conselho é uma entidade de apoio à Polícia Estadual nas relações comunitárias, e se vinculam, por adesão, às diretrizes emanadas da Secretaria de Segurança Pública. A participação da comunidade como um todo é essencial para que a parceria entre a Policia Civil e a Polícia Militar tenham êxito na prevenção ao combate à criminalidade.
Fonte: https://www.facebook.com/adamantinasp/

terça-feira, 3 de maio de 2016

WhatsApp: saiba os riscos de usar a VPN no smartphone

A justiça brasileira determinou novamente a suspensão do funcionamento do aplicativo WhatsApp durante 72 horas em todo o país. Semelhante ao ocorrido em dezembro de 2015, muitos usuários optaram por driblar o bloqueio usando aplicativos que permitem navegar através de uma VPN. Embora seja uma solução paliativa enquanto o serviço de troca de mensagens estiver indisponível, existem riscos a segurança que precisam ser levados em consideração.

url da imagem: http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/blog/3cabd621-dc99-4cf2-ac02-ab4b7f85ffc4_whatsapp-g1.jpg


O que é uma VPN

As VPNs são amplamente usadas para estabelecer uma conexão segura entre computadores conectados na internet a redes corporativas ou governamentais. A sigla significa "Virtual Private Network", ou seja é uma ferramenta que disponibiliza uma camada de segurança adicional aos computadores interligados, e transpõe eventuais bloqueios a sites internacionais.

Quais os riscos

Quando se está navegando numa VPN todo o fluxo de informações passa a trafegar uma rede privada, e o provedor desse serviço passa a ter acesso a todos os dados. Vale salientar que não são apenas as mensagens do WhatsApp que trafegam pela VPN, mas todo o conteúdo consumido e enviado durante a navegação de internet. E é por esse motivo que os aplicativos bancários não funcionam quando o aparelho estiver conectado a uma VPN, pois as credenciais de acesso podem ser interceptadas. O ideal é que quando o WhatsApp for utilizado com o aparelho conectado a uma VPN, evite conectar-se a programas de e-mails, acessar contas nas redes sociais, e principalmente acessar operações bancárias.

Quais são os melhores aplicativos para navegar numa VPN

O WhatsApp teve o seu acesso bloqueado as operadoras brasileiras, mas o serviço de troca de mensagens permanece ativo no restante do mundo. Então isso significa que se o leitor estiver navegando na internet através de uma VPN, o bloqueio imposto no Brasil não surtirá efeito. Entre os aplicativos testados e que permitiram normalmente a troca de mensagens entre os usuários do WhatsApp, os mais indicados são os seguintes:  
SecureLine VPN - É um aplicativo desenvolvido pela mesma empresa responsável pelo antivírus Avast. Ele está disponível gratuitamente durante 7 dias, disponível para Android, PC, Mac OS X e iOS.
Psiphon - É um aplicativo de VPN gratuito para smartphones com o sistema operacional Android. Ele está disponível na Google Play.  
Hotspot Shield VPN Privacy - É uma outra alternativa para a navegação numa VPN. Nos testes realizados ele apresentou melhor desempenho no Android se comparado com os outros aplicativos indicados acima. O aplicativo possuí versões para o Android e iOS.
Após a instalação de um aplicativo de VPN no smartphone, basta mantê-lo em execução enquanto o WhatsApp estiver sendo utilizado. Mas vale salientar que a troca de mensagens só ocorrerá entre usuários que estiverem navengado com algum aplicativo de VPN ativo. Os leitores que forem acessar internet banking devem desabilitar o aplicativo, pois os mecanismos de segurança do banco podem interpretar como um acesso suspeito a partir de um IP (internet protocol), e bloquear temporariamente o acesso a conta bancária pela internet.

Sobre os aspectos legais

Navegar na internet através de uma VPN não é uma prática ilegal, e por esse motivo não existe qualquer tipo de implicação jurídica ao leitor que optar por essa solução paliativa até que o acesso ao WhatsApp no Brasil seja reestabelecido.
Fonte: G1 (http://g1.globo.com/).


domingo, 1 de maio de 2016

História do Dia do Trabalho


url da imagem: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/74/9d/3b/749d3b523fbd772ca38e41a982c2b01f.jpg

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.

A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.

Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:

- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_do_trabalho.htm

quarta-feira, 27 de abril de 2016

PETIÇÃO CONTRA O PL 257/16



Para: CONGRESSO NACIONAL

As medidas propostas no PLC 257/16, de iniciativa do Poder Executivo Federal. Como se pode ver, o projeto adota uma política de ajuste fiscal e controle de gasto, de redução do papel do Estado e estímulo à privatização e, principalmente, de corte de direitos dos servidores públicos. Lembra, em grande medida, o conjunto de propostas encaminhado por FHC em 1997, e que tiveram, como resultado, um sucateamento sem precedentes da máquina pública, e a supressão de mais de 50 direitos dos trabalhadores e servidores públicos. 


Pedimos um amplo debate com os servidores públicos de todas as esferas que tem cumprido seus papeis no funcionamento da Máquina Estatal. As medidas devem começar de cima para baixo e não sacrificando o servidor como as medidas pretendem.



Fonte:http://www.peticaopublica.com.br/

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Colorado town’s entire police department just quit


image url: https://localtvwghp.files.wordpress.com/2015/08/185527304.jpg?w=400&h=225&crop=1

GREEN MOUNTAIN FALLS, Colo. — We’ve heard a lot the past few months about police leaders in major cities stepping down, but one Colorado town took things a step further — the entire department resigned.
The police department in Green Mountain Falls, Colorado, only had four employees, according to CNN affiliates: a marshal and three deputies. They haven’t spoken out publicly about what made them leave their positions in the small city of about 700 full-time residents.
“The town’s talking,” CNN affiliate KOAA reported, “but the few who know why the marshal suddenly left, so far, are not speaking up.”
The lights were out in the police station, CNN affiliate KXRM reported. Patrol cars remained empty and parked, covered with snow from a recent storm, according to KOAA. No one answered when CNN called several phone numbers tied to the department on Sunday. And the former marshal did not immediately respond to requests for comment.
Mayor Jane Newberry, who just took office last week in the town that’s about 15 miles northwest of Colorado Springs, told CNN she’s not sure what made the police marshal step down. The three deputies had to follow suit, she said, because they’re volunteers and can only work when there’s someone at the helm.
“In an election year, there’s always some people who choose to stay and some people who choose to go, and I think that happens at every level of government,” Newberry told KOAA .
Just because there aren’t currently police working for the city doesn’t mean there aren’t law enforcement officers protecting the town, or others who residents can call for help in Green Mountain Falls, she said.
“I’ve stressed many times that the town is perfectly safe,” she said. “One of the advantages of a small town — we have less than 700 full-time residents — is neighbors look out for each other.”
The El Paso County Sheriff’s Office already handled dispatch and provided backup for the town, spokeswoman Jacqueline Kirby told CNN. Now, they’ll play a greater role.
“Patrols will be stepped up based on need,” she said. “If they need extra patrol, we would be glad to help out.”
The Teller County Sheriff’s Office will also provide assistance, Newberry said, in addition to the Colorado State Patrol.
This isn’t the first time the town has been left without police. The marshal also stepped down in 2013 during a restructuring, Newberry said, and wasn’t rehired until four months later.
And this time around, she said, it shouldn’t be hard to fill the marshal’s shoes.
We have already received applications for the job of marshal even though the position has not been posted,” she said. “There are people who want to do it.”
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quinta-feira, 21 de abril de 2016

21 de abril - Dia das Polícias Civis e Militares


Imagens: arquivo pessoal e internet/edição: Israel Coutinho

DECRETO-LEI Nº 9.208, DE 29 DE ABRIL DE 1946

Institui o Dia das Policias Civis e Militares, que será comemorado a 21 de abril.

O Presidente da República,

Considerando que entre os grandes da história pátria que se empenharam pela manutenção da ordem interna, a vulta a figura heroica de Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) o qual, anteriormente aos acontecimentos que foram base de nossa Independência, prestara à segurança pública, quer na esfera militar quer na vida civil, patrióticos serviços assinalados em documentos do tempo e de indubitável autenticidade;

 Considerando que a ação do indômito protomártir da Independência, como o soldado da Lei e da Ordem, deve constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública, como sejam as polícias civis e militares, às quais incumbe a manutenção da ordem e resguardo das instituições:

Usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição,

DECRETA:   

Artigo único. Fica instituído o Dia das Polícias Civis e Militares que será, comemorado todos os anos a 21 de Abril, data em que as referidas corporações em todo o país realizarão comemorações cívicas que terão como patrono o grande vulto da Inconfidência Mineira.

Rio de Janeiro, 29 de Abril de 1946, 125º da Independência e 58º da República.

EURICO G. DUTRA
Carlos Coimbra da Luz. 

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 02/05/1946  
Publicação:
Diário Oficial da União - Seção 1 - 2/5/1946, Página 6551 (Publicação Original)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

History of Pennsylvania Sheriffs


url: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/20/Berks_County_Sheriff.png

Sheriff's Office 
The history of the Office of Sheriff is really a history of self-government. While some historians maintain that the Office of Sheriff derives from either the Roman proconsul, or the Arab Sharif (nobleman), it is generally accepted that the Office goes back historically to Anglo-Saxon England, (A.D. 500-1066).

According to Anglo-Saxon custom, if someone broke the law it was not just a crime against the victim, but a crime against the whole community. The Anglo-Saxon kings expected their subjects to keep good order, which they called "keeping the peace." A crime was an act against the peace and some of the more serious crimes were said to be "against the King's Peace." Eventually, the idea grew that all crimes were against the King's Peace. Under Anglo-Saxon rule it was the duty of the citizens themselves to see that the law was not broken, and if it was, to catch the offenders. All the males in the community between the ages of 12 and 60 were responsible for this duty. They were organized in groups of about ten families, and each group was called a "tything": At their head was a "tythingman." Each member of the tything was held responsible for the good behavior of the others. Ten tythings were led by a "reeve." If one member committed a crime, the others had to catch him and bring him before the court, or the "moot" as the Saxons called it. If they failed to do so they were all punished, usually by paying a fine. If anyone saw a crime he raised a "hue and cry" and all men had to join in the chase to catch the criminal and bring him before the court. Under Alfred the Great, (A.D. 871-901), reeves began to be combined, forming "shires" or counties. Each shire was led by a reeve. For minor offenses, people accused of crimes were brought before the local "folk moot." More serious cases went to the "Shire Court," which came under the "shire reeve" (meaning "keeper and chief of his county"), who came to be known as the Sheriff. After the Normans conquered England in A.D. 1066, they adopted many Anglo-Saxon law keeping methods, including the system of tythings, the use of the hue and cry, and the Sheriff's courts. In A.D. 1085, King William ordered a compilation of all taxable property in a census, and decreed that the Sheriff was to be the official tax collector of the king. In A.D. 1116, King Henry I established a new penal code. While the Crown reserved to itself the power to punish for violations of the penal code, it delegated to the sheriff the power to investigate and arrest. Through the next century, as the power of the King increased, so did the power of the Sheriff. During the Westminster Period, (1275-1500), the offices of "bailiff" and "sergeant" were created to supplement the Sheriff. However, county government remained in the hands of the Sheriff. By the year 1300, the Sheriff was the executive and administrative leader of the county. In addition to being the tax collector for the King, the Sheriff was head of the local military and was charged with assuring that the peace was maintained. The Sheriff presided over the prisoners and the court, and his authority was unparalleled by any other county official. When settlers left England to colonize the New World, they took with them many of their governmental forms.

When the first counties were established in Virginia in 1634, the Office of Sheriff in America began. Maryland soon followed this pattern, and in both states the Sheriff was delegated the same powers as the Sheriff held in England. As in England, respect for the Sheriff was strictly enforced by the law. A special seat was often reserved for the Sheriff in churches. Contempt against the Sheriff was an offense punishable by whipping. At this time, Sheriffs were responsible for both enforcing and punishing offenders. By the time of the American Revolution, all of the colonies had Sheriffs. When the American frontier began to move westward, so did the Sheriff. The 19th Century was the golden age of the American Sheriff, with characters like Wild Bill Hickok, Wyatt Earp, and Texas John Slaughter becoming a colorful part of American history. Today, the Office of Sheriff is found in almost every state in the Union. The Office of Sheriff was brought to the colony, which would become the Commonwealth of Pennsylvania by Dutch and English colonists before the time of William Penn. The Office was constitutionally mandated by all five of Pennsylvania's Constitutions, in 1776, 1790, 1838, 1873, and 1967. Throughout the years, the Sheriff in Pennsylvania has acquired many and varied responsibilities and obligations. The Sheriff acts in the capacity of peace officer, where his duty is to keep the peace and quell riots and disorders. He has jurisdiction to make arrests anywhere in the county, to make searches of premises, and to seize items or property owned or used in violation of the law. He is called upon to remove certain nuisances, and he issues licenses to sell or to carry firearms.

The Sheriff is empowered to appoint deputies, and the deputies have the same powers as the Sheriff when performing their duties. the Sheriff is also invested with the power of the "posse comitatus" (the power or force of the county), which is the power to call upon "the entire population of the county above the age of fifteen, which the Sheriff may summon to his assistance in certain cases, to aid him in keeping the peace, and in pursuing and arresting felons." Today, the Sheriff, like all law enforcement officers, is faced with unprecedented challenges. However, if history is a guide, there is little question that the Office of Sheriff will adapt, grow, and change to meet the needs of modern law enforcement. The Office of Sheriff is an integral part of the American law enforcement system; a descendant of an ancient and honorable tradition.

Office of Sheriff in Pennsylvania
The office of the sheriff was recognized in the earliest reports of English law. Throughout history, the sheriff was recognized as the chief law enforcement officer in his shire or county. This status remains today, unless it has been changed by statutory law. The sheriff is also given authority to appoint deputies which are necessary in order to properly transact the business of his office. The requirement for training of deputy sheriffs is specifically provided by stature, i.e., the Deputy Sheriffs' Education and Training Act (1984 P.L. 3 No.2). A review of statutory law provides little guidance in addressing the issue of the duties, power, and authority of a sheriff. Case law provides that, although a sheriff's primary responsibilities are to the courts, the sheriff retains all arrest powers he/she had at common investigation of crime. More importantly, since the sheriff retains all arrest powers he/she had at common law, he/she has the authority to enforce the criminal laws as well as the vehicle laws of Pennsylvania.

Training Requirements
The requirement for training of deputy sheriffs is specifically provided by statute. The Deputy Sheriffs' Education and Training Act was established in 1984. (1984 P.L.3, No. 2.) The Act established what is known as the Deputy Sheriffs' Education and Training Board as an advisory board to the Pennsylvania Commission on Crime and Delinquency. The board's function is to establish, implement, and administer a minimum course of study, as well as in-service training requirements for deputy sheriffs. The training is to consist of a minimum of 760 hours, the content of which is to be determined by regulation. The Act also provides that it is the duty of all sheriffs to insure that each deputy employed, who does not meet and exception, receives the training as required by the Act within one year of being hired as a deputy sheriff. Basic training shall consist of instruction in the topics of Introduction to Criminal Justice, Unified Court System of Pennsylvania, Civil Law and Procedure, Crimes Code and Criminal Procedure, Other Legal Issues, Court Security, Prisoner Transport, First Aid/CPR, Crisis Intervention, Families in Crisis, Firearms, Defensive Tactics, Less than Lethal Weapons, Emergency Vehicle Operations, Communications, Ethics and Professional Development, Technology and Law Enforcement, Physical Conditioning, Cultural Diversity, State and Local Anti-Terrorism Training, Special Needs Groups, PA Motor Vehicle Code, Motor Vehicle Collision Investigation/Hazardous Material, Patrol Procedures and Operations and Principles of Criminal Investigations.

A deputy sheriff shall attain at least the minimum score established by the Board on written tests designed for each topic area and shall demonstrate proficiency in all practical skills in order to successfully complete training and be certified by the Board.
Source: Deputy Sheriff Association of Pennsylvania (http://www.dsap.org/)

domingo, 10 de abril de 2016

TEREZA DÓRO, DELEGADA DE POLÍCIA


 
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Carlos Alberto Marchi de Queiroz*

“O mundo é mágico. As pessoas não morrem, ficam encantadas” é famosa frase de João Guimarães Rosa em “Grande Sertão: Veredas”.  A doutora Tereza Nascimento Rocha Dóro  nos deixou. Desnecessário reproduzir seu exuberante currículo. Como reza o brocardo latino, “notoria non sunt probanda”.  Fatos notórios dispensam provas!
Li, com tristeza, a notícia de sua passagem em tempo pascal, no Correio Popular de 2/4,A 10,  que descreveu sua vida particular e pública. Dela pincei discreta referência sobre sua passagem pela Polícia Civil como “delegada de polícia por um ano”, contorno pouco sabido.
Graduada em Direito pela PUC- Campinas, em 1974, Tereza, no ano seguinte, inscreveu-se para o concurso de provas e títulos para ingresso na carreira de delegado de polícia instaurado em 1975. O polêmico secretário da Segurança Pública, coronel Antonio Erasmo Dias, convencera o governador Paulo Egydio Martins que a Polícia Civil precisava admitir 600 delegados para preencher claros, que, curiosamente, ainda existem!!!
Tereza apresentou-se no concurso DP 1/76 concorrendo às 280 vagas iniciais. As 320 restantes seriam alocadas nos  DP 2/76 e DP 3/76. Eu também me inscrevi no certame, aberto para os fortes que trazem o Direito Penal na alma. Delegados de polícia operam, com exclusividade, no campo penal, ao contrário de juízes e promotores que, ajustam-se aos ramos da árvore do Direito.
 Conheci Teresa, de vista, nos corredores do Palácio da Justiça, pois quando se iniciava no Direito Penal eu já caminhava, na mesma senda, desde 1969, fazendo defesas no Tribunal do Júri. Nunca nos falamos. Os tempos eram difíceis. Os criminalistas famosos de Campinas, à época, Álvaro Cury, Ralph Tórtima Stettinger, Flávio Augusto Paulino e José Yahn Ferreira não abriam espaço para a jovem concorrência.
Inscrevi-me no DP1/76 por paixão à carreira, pelo amor ao Direito Penal, e  por necessidade financeira, pois o segundo filho, Carlos Alberto, estava a caminho e a advocacia criminal não rendia.  Aprovados em prova escrita, com duração de quatro horas, numa época que não se falava em testes objetivos, idiotas, de múltipla escolha, Teresa e eu fomos matriculados no curso de formação em turmas diferentes, organizadas por ordem alfabética. Ela caiu na classe de Rosmary Corrêa, que, depois, tornar-se-ia a primeira Delegada da Mulher em São Paulo, apresentadora de televisão e deputada estadual. Teresa e Rose viraram colegas. Sempre, nos intervalos,  eram vistas juntas no saguão da Acadepol. Naquela época, a Polícia Civil contava com duas delegadas, Ivanete Velloso e Glória Salaverry. Teresa e Rose estavam sendo treinadas para serem a terceira e a quarta na carreira, em tempos de fortíssimo preconceito contra mulheres que almejavam ser autoridades policiais.
Iniciado o rigoroso curso, em abril de 1976, Tereza recebeu idêntico treinamento em Investigação Policial, Inquérito Policial, Processo Contravencional, Armamento e Tiro, Primeiros Socorros, Medicina Legal, Legislação de Trânsito, Criminalística, Polícia Política, Policiamento Preventivo Especializado, Legislação Penal Especial, Condicionamento Físico, Processo Administrativo Disciplinar, Telecomunicações, Técnicas de Interrogatório e Defesa Pessoal. Durante três meses os delegados-alunos, ao final de cada módulo, eram avaliados por  escrito. Também eram conceituados, sigilosamente, em relatórios individuais. Trazer tatuagem, que se tornaria moda no século 21,  no corpo, não era proibido pelo edital. Mas existia preconceito por parte da banca, do delegado geral Joaquim Humberto de Moraes Novaes e do próprio coronel Erasmo, centauros da Polícia, metade cavalos e a outra também... Na Academia de Polícia, no campus da USP, delegadas eram proibidas de usar calças compridas!!!
Em meados de julho de 1976, os delegados-alunos, nomeados para a segunda fase, foram encaminhados para a terceira fase de exames orais de Direito Penal, Processual Penal, Administrativo e Constitucional. Tereza foi arguida, também, sobre o Código Penal de 1969, ainda em vacatio legis.  Observou, corajosamente, ao examinador Zahir Dornaika, presidente do concurso, que o edital não mencionava o projeto de Nelson Hungria.  Mesmo assim, aguerrida como sempre, respondeu, com altivez e correção, as questões formuladas!!!
No final do mês, o nome de Tereza, née Nascimento Rocha, não apareceu no decreto de efetivação firmado pelo governador. A Polícia Civil, por preconceito, deixou de contar em seus quadros com a mulher que poderia ter sido a primeira delegada de classe especial na história da instituição. Mas ganharam, por tamanha injustiça, a advocacia criminal, a OAB de Campinas, o ensino do Direito, lecionando, também, para Isadora, minha filha.
Enfim, como disse Fernando Pessoa, “a morte é a curva da estrada. Morrer é só não ser visto”.

*Carlos Alberto Marchi de Queiroz é professor de Direito e membro da Academia Campinense de Letras.

Policial venceslauense é morto a tiros em Rosana nesta madrugada


Policial venceslauense foi morto nesta madrugada
(Foto: 42º BPM/I)
O Policial Militar Paulo Henrique Fagundes, 34 anos, foi morto ao levar um tiro na cabeça durante a madrugada deste domingo (10) por volta das 05h30 na cidade de Rosana. Ele estava em serviço e a ocorrência foi registrada durante uma abordagem policial. O PM é venceslauense.

De acordo com informações apuradas pelo PORTAL BUENO, o policial estava acompanhado de outro PM em patrulhamento na rua Antonia Carlota de Souza Pachu, região próxima ao pasto da cidade.

Os policiais avistaram dois indivíduos na lateral da via. Um estava deitado na chão, e outro agachado. Ao fazer a abordagem, um dos rapazes levantou e saiu em direção à moto que estava estacionada. Os PMs advertiram o rapaz que reagiu, passou a mão na cintura, pegou uma arma e deu um tiro que atingiu a região próxima ao olho do policial. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu

O outro PM não foi atingido, e iniciou troca de tiros. O autor do disparo contra o policial fugiu a pé por uma mata próxima, e o outro individuo, um adolescente de 16 anos, foi capturado. A moto ficou abandonada.

O FUGITIVO

Juliano Silva é procurado pela polícia
 As autoridades policiais de Rosana identificaram o autor dos disparos. Trata-se de Juliano da Silva, de 31 anos de idade. Ele é ex presidiário. A Polícia Militar faz buscas pelo rapaz, e pede que qualquer informação que leve ao paradeiro do individuo, que seja repassada pelo 190.

Vitima
Paulo Henrique Fagundes atuava como policial militar em Rosana há poucos meses após ser transferido, mas residia em Presidente Venceslau. No último dia 01 de abril, ele estava de plantão na ocorrência da explosão de caixa eletrônico em agências bancárias de Rosana, e chegou a trocar tiros com os bandidos, segundo uma fonte do PORTAL BUENO.


Ele era casado e pai de dois filhos.Não há informação até o momento desta publicação, sobre o velório e sepultamento do policial.


Fonte: Portal Bueno (http://portalbueno.blogspot.com.br/)

domingo, 3 de abril de 2016

PEC do adicional de periculosidade para policiais vai a Plenário


Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, na última quarta-feira (30), proposta de emenda à Constituição (PEC 58/2015) do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) que concede adicional de periculosidade para os servidores policiais. A iniciativa recebeu parecer favorável do relator, senador Magno Malta (PR-ES), e segue, agora, para dois turnos de discussão e votação no Plenário do Senado. 
O benefício seria pago aos servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Ferroviária Federal, das Polícias Civis e Militares e dos Corpos de Bombeiro que exercem atividades perigosas, de risco à integridade física e psicológica. Cássio argumenta que, sem o pagamento desse adicional, policiais que enfrentam ameaça à própria vida em seu trabalho continuarão a receber a mesma remuneração que servidores da carreira em funções administrativas. 
Na avaliação do relator, a concessão do adicional de periculosidade aos servidores policiais “é tema de absoluta justiça”. 
“Trata-se de um seleto grupo de servidores que expõe sua vida a risco em prol da segurança pública, fato que enseja a concessão de regime remuneratório específico, condizente com a natureza de suas atribuições”, constata Malta em seu texto. 
O relator também não vê incompatibilidade entre a PEC 58/2015 e a Constituição federal, que proíbe o pagamento de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação às categorias remuneradas por subsídio. 
“Apesar de os policiais serem remunerados por subsídio, o adicional de periculosidade concedido a esses servidores constituirá uma exceção à regra geral, válida em razão de ter sido estabelecida por norma de mesma hierarquia”, sustentou Malta no parecer.

Emenda

Emenda de redação apresentada pelo relator ampliou a possibilidade de pagamento desse adicional de periculosidade para todos os servidores integrantes dos órgãos de segurança pública listados pela Constituição federal, sejam eles da esfera civil ou militar. A alteração retirou a expressão “servidores policiais” do texto da PEC 58/2015, o que limitava o alcance do benefício.
Fonte: Agência do Senado

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Head shot: SAS sniper kills ISIS decapitation boss with single bullet to the head


url: https://youtu.be/Xtk_5atPyrg?t=38

RAQQA — An ISIS boss who taught jihadis how to decapitate people got his just desserts when he lost his own head to a British SAS sniper’s rifle. 
The marksman with the British Army’s Special Air Service Regiment shot the ISIS executioner in the back of the head as he showed recruits at a training camp in northern Syria how to decapitate prisoners, according to the Daily Star Sunday. 
The sniper was one of 20 SAS soldiers who sneaked into a terrorist-held area two weeks ago, an unnamed British military source told the Daily Star Sunday. 
Intelligence reported that the area could not be bombed in an air strike because it was in a small village, close to a school, and the risk of collateral damage was too high. 
The sniper got into position and waited almost 12 hours. The target: a jihadi training camp 1,200 meters away. 
The SAS team waited until the ISIS commander began showing recruits how to cut prisoners’ heads off, according to the Daily Star Sunday. 
The sniper got the all-clear to fire as the ISIS chief demonstrated cutting motions with knives, axes and a sword. 
Using a high-powered Dan .338 rifle and aiming more than a foot off to allow for the wind, the marksman took out the ISIS boss with one shot, the Daily Star Sunday reported, citing the military source. 
The commander was reportedly easy to spot because he wore white robes, which is unusual for ISIS fighters. 
Most of the 20 ISIS recruits deserted the camp following the SAS operation, according to the military source quoted by the Daily Star Sunday. 
“We got rid of 21 terrorists with one bullet,” the source said, according to the Daily Star Sunday.
source: Boulevard (http://blueline-news.info)