A Academia de Polícia “Dr Coriolano Nogueira Cobra”, abre inscrições no período de 1 a 31 de julho de 2013 , para o “VI Curso de Especialização em Polícia Judiciária e Sistema de Justiça Criminal”, em nível de Pós-Graduação “lato sensu”.
O curso oferece 40 vagas e tem como público-alvo portadores de certificado de curso superior oficialmente reconhecido e que integrem quaisquer das carreiras da Polícia Civil, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Secretaria da Administração Penitenciária, Ministério Público, Poder Judiciário, Defensoria Pública, Procuradoria Geral do Estado e Guardas Municipais, bem como aqueles que, com idêntica titulação acadêmica, que comprovem interesse na área de Segurança Pública e Sistema de Justiça Criminal.
A carga horária é de 440 h/a , incluindo atividades didáticas presenciais em classe, orientação, pesquisa e redação de trabalho de conclusão de curso com duração de três semestres de aulas presenciais e um semestre adicional para orientação e redação do trabalho monográfico de conclusão de concurso. A seleção dos candidatos às 40 vagas consistirá de análise de currículo e de entrevista pessoal individual.
As inscrições serão recebidas das 9 as 19h, nos dias úteis, exclusivamente na Secretaria do Centro de Estudos Superiores da Polícia Civil “Prof. Maurício Henrique Guimarães Pereira”, da Academia de Polícia, na Praça Professor Reynaldo Porchat, 219, Cidade Universitária, São Paulo – SP, CEP 05508-100 (ala “A”, sala 9A). Mais informações pelos telefones: (11)3468-3361 ou 3468-3365.
The Internet provides endless convenience. You can find pretty much anything you could need with just a few clicks of a button. Whether it is a pair of shoes, groceries, furniture, a personal assistant, a copy of episode 67 of the 1980s hit show Three’s Company, a job, a nanny, a date — you name it, it’s all there. It’s so simple to find what you need that many people go to the Internet before going anywhere else. And where do they do their research before making a big purchase or hiring decision? The Internet.
According to a December 2012 Pew study, 81% of American adults use the Internet, and of those in 2010 and 2011:
78% looked for information online about a service or product they were thinking of buying.
71% bought a product.
56% looked online for information about a job.
53% use online classified ads or sites like Craigslist.
Prior to the World Wide Web, when someone needed a product or service, they likely turned to friends, family, and colleagues for referrals. This way, there was a direct human connection to that person, increasing trustworthiness. But today, none of us really know who’s on the other side of that computer screen. It’s easier to lie when you’re not looking someone in the face. It’s even easier for a criminal to lie.
There’s a ton of horror stories out there about hiring nannies and employees, answering to Craigslist ads, and onlinedating. Although it’s frightening, when you think about it, these horror stories make up a very small percentage of transactions that occur on the Internet every single day. We don’t ask that you quit taking advantage of the convenience offered by today’s technology, we just ask that you’re careful and consider doing a little research about a persona or seller before risking your life, and wallet.
Policiais terão metas de redução de crimes em sua área de trabalho. Projeto prevê bônus de até R$ 10 mil.
fonte da imagem: arquivo pessoal
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (22), em entrevista ao Bom Dia São Paulo, o pagamento de bônus aos policiais civis e militares que conseguirem reduzir os índices de criminalidade em suas áreas de atuação. O bônus será de R$ 4 mil semestrais para cada policial, mas poderá chegar a R$ 10 mil.
As metas de redução da criminalidade que os policiais deverão seguir ainda não foram definidas. Elas serão determinadas em parceria com os institutos Sou da Paz e Falconi, através de um convênio com o governo do estado. O governador também não informou os critérios para a distribuição dos bônus.
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"Vamos estabelecer as metas mais importantes para a população e, como resultado deste sistema de metas a serem atingidas por região, por tipo de delitos, é natural uma meritocracia, ou seja, uma bonificação. São um conjunto de medidas, vai até a criação de uma nova seccional em Campinas, um novo Deinter em Araçatuba", disse Alckmin sobre o pacote batizado de "São Paulo Contra o Crime" lançado nesta quarta.
Segundo ele, as metas e prazos da redução da criminalidade serão públicos. “Queremos resultado para a população na ponta, que é redução dos indicadores de criminalidade. É um misto: de um lado carreira, salário; de outro, estímulo", destacou.
Alckmin anunciou ainda o aumento do efetivo da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica. A Polícia Civil deverá ganhar cerca de 3 mil novos agentes. Já a Polícia Técnico-Científica terá um incremento de 62%. “Serão ao todo 4.600, praticamente, policiais a mais nas polícias civil e técnico-científica", afirmou.
O governador pretende implantar as medidas no segundo semestre deste ano com o objetivo de diminuir os índices de criminalidade.
Quando questionado sobre o fim violência no estado, o governador disse que esse é um problema nacional. “Essa é uma guerra , é uma luta 24 horas, aliás, no país inteiro”, disse Alckmin.
Ele citou a responsabilidade do governo federal sobre a questão da segurança, a quem atribuiu omissão. “Uma situação geral: tráfico de drogas, tráfico de armas, omissão do governo federal, fronteiras totalmente abertas".
Sobre os índices de criminalidade no estado - alguns deles em alta -, Alckmin lembrou que em 2012 apenas São Paulo e Rio de Janeiro conseguiram baixas as estatísticas. Segundo ele, o número de homicídios, em alta desde julho do ano passado, cairá nos índices de violência em abril, que serão divulgados na próxima sexta-feira (25).
O governador anunciará oficialmente o novo pacote de segurança na manhã desta quarta, em evento no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O corpo do traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, apontado como chefe do tráfico nas favelas Coreia e Taquaral, em Senador Camará, e Vila Aliança, em Bangu, foi encontrado na madrugada deste sábado (12) dentro de um carro, ao lado de um colégio, próximo ao viaduto antigo de Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Os tiros que atingiram o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, foram disparados de um helicóptero, disse neste sábado (12) o piloto da Polícia Civil Adonis Oliveira. Ele falou em entrevista coletiva na sede da Polícia Federal do Rio, na Zona Portuária, da qual participam policiais militares, civis e federais, entre eles o comandante do 14º BPM (Bangu), tenente-coronel Alexandre Fontenelle.
Ao RJTV o subchefe operacional da Polícia Civil, Fernando Veloso, confirmou que os tiros partiram de um helicóptero. ”A Divisão de Homicídios esteve cedo no local e o delegado me afirmou que não há dúvidas de que os disparaos que atingiram não só o Matemático, mas como alguns de seus comparsas, partiram da aeronave”, disse.
O chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Federal, delegado João Luiz Araújo explicou que o trabalho em conjunto entre as polícias já vinha sendo desenvolvido há cinco meses. E que muitas vezes eles estiveram perto de prender Matemático, que ganhou esse apelido por ter sido o responsável pela contabilidade da quadrilha de Robinho Pinga, seu antecessor.
O delegado da DRE contou que recebeu informações de que o traficante estava circulando pela Favela da Coreia num Logan prata, durante a operação realizada na noite de sexta-feira. Ele pediu o apoio do helicóptero da Polícia Civil para localizar o veículo pelo alto e da PM para fazer o cerco nas ruas do entorno da favela. Ao ter o carro identificado, os quatro homens que estavam dentro do carro começaram a atirar contra o helicóptero. Matemático foi morto por volta das 23h30, mas seu corpo só foi localizado em outro carro – o Gol preto – por volta das 5h30 deste sábado, por policiais do Batalhão de Choque da PM.
”Os disparos foram intensos e vinham não só do carro, mas de vários pontos da favela”, disse Araújo.
Adonis contou que para defender a aeronave, teve de abrir artilharia pesada contra o Logan onde estava o traficante.
“Eles estavam a cerca de 100km/h na favela, tentando fugir do cerco e disparavam contra a aeronave. Para interceptá-lo baixamos a uma altitude que variou de 20 a 60 metros para que nenhum barraco fosse atingido pelos tiros disparados pelos policiais que estavam na aeronave. Na tentativa de fugir, o Logan bateu num muro. Três homens conseguiram fugir, mas tenho a impressão que Matemático ficou preso às ferragens e só pôde ser removido pelos comparsas mais tarde”, detalhou Adonis, informando que o traficante levou ao menos um tiro que atravessou suas costas e atingiu o joelho. O traficante tinha um torniquete improvisado com um cinto no joelho, quando o corpo foi encontrado no Gol preto.
Além da morte do traficante, um outro suspeito foi preso na operação desta sexta. Segundo o delegado Araújo, em cinco meses de operação até este sábado, 12 pessoas foram presas e foram apreendidos cinco fuzis, uma metralhadora, três pistolas, cinco granada, 14 carregadores, 177 munições de calibres variados, seis radiotransmissores, 300 quilos de maconha, pouca quantidade de cocaína e 1580 pedras de crack.
O “SniperWeek” é um evento único de treinamento para forças especiais, militares e policiais. São dois dias de palestras e apresentações em sala de aula e mais dois dias de intenso treinamento e a prova Snipercraft Challenge composta por oito etapas.
Organizado pela empresa Snipercraft juntamente com a ASA – American Sniper Association, o SniperWeek é reconhecido mundialmente como uma referência pelo alto grau técnico exigido de seus participantes, geralmente de equipes oriundas de grupos de SWAT ou Unidades de Forças Especiais Militares, sendo que nunca em seus 21 anos de história teve um vencedor que não fosse dos Estados Unidos.
Em 2012, a dupla Vicente Paulo Ancona e Carlos Henrique Mendes Navas conquistou o 4º lugar, o que já foi motivo de muito orgulho. Agora em 2013, a dupla brasileira, superou 37 equipes e consagrou-se campeã, com 12% de diferença em relação ao 2º lugar.
A conquista do 1º lugar na competição comprovou aos especialistas a força e qualidade da nossa marca CBC / Magtech. Mais uma vez a CBC com muito orgulho fez parte deste sucesso, patrocinando e fornecendo ao Vicente Ancona as munições Sniper1 da série Tactical CBC .223 HPBT – 69gr.
Nota: Vicente competiu com um fuzil DPMS, com raiamento 1:9”, cano de 16” e luneta Night Force 5,5 x 22 x 56 mm – retículo NPR-1.
Dzhokhar Tsarnaev, 19, was arrested following a shootout with police after being found hiding in a boat in a back yard in the Boston suburb of Watertown.
He was taken away on a stretcher and was admitted to hospital in a serious condition with unspecified injuries, police said.
News of his capture led to jubilant celebrations at the scene and across the city.
US President Barack Obama said Dzhokhar's capture "closed an important chapter in this tragedy".
But he acknowledged that many unanswered questions remain about the motivations of the two men accused of perpetrating the attacks that unnerved the nation.
"The families of those killed so senselessly deserve answers," said Mr Obama, branding the suspects "terrorists".
Dzhokhar's 26-year-old brother Tamerlan, was killed yesterday in a furious gun battle as the pair tried to escape police.
The brothers are suspects in Monday's marathon bombings, which killed three people and wounded more than 180.
The men are also suspected of killing a Massachusetts Institute of Technology police officer on Thursday.
The authorities in Boston had suspended all public transport and warned close to a million people in the city and some of its suburbs to stay indoors as the hunt went on.
Police later wrote on Twitter: "CAPTURED!!! The hunt is over. The search is done. The terror is over. And justice has won. Suspect in custody."
A crowd gathered near the scene where Dzhokhar was arrested let out a cheer when spectators saw officers clapping.
"Everyone wants him alive," said Kathleen Paolillo, a 27-year-old teacher who lives in the area.
Boston Mayor Tom Menino tweeted: "We got him."
During a long night of violence, the brothers killed police officer Sean Collier, severely wounded another officer and hurled explosives at police in a car chase and gun battle.
The suspects were identified by law enforcement officials and family members as Dzhokhar and Tamerlan Tsarnaev, ethnic Chechen brothers who had lived in the Dagestan region in southern Russia.
Uncle Ruslan Tsarni, from Maryland, pleaded on live television: "Dzhokhar, if you are alive, turn yourself in and ask for forgiveness."
Boston Police Commissioner Ed Davis had said earlier: "We believe this man to be a terrorist.
"We believe this to be a man who's come here to kill people."
The bombings on Monday killed three people, including an eight-year-old boy.
State Police spokesman Dave Procopio said police realised they were dealing with the bombing suspects based on what the two men told a carjacking victim during their getaway attempt overnight.
Police said three other people were taken into custody for questioning at an off-campus housing complex at the University of Massachusetts at Dartmouth where the younger man may have lived.
Up until the younger man's capture, it was looking like a grim day for police. As night fell, they announced that they were scaling back the hunt because they had come up empty-handed.
But then a break came in a Watertown neighbourhood when a homeowner saw blood on his boat, pulled back the tarpaulin and saw the bloody suspect inside, police said.
Shortly before Dzhokhar Tsarnaev's capture, the White House said Mr Obama had spoken by phone with Russian President Vladimir Putin about the investigation.
Mr Obama "praised the close co-operation that the United States has received from Russia on counter-terrorism, including in the wake of the Boston attack," the White House said in a statement.
Chechnya has been the scene of two wars between Russian forces and separatists since 1994, in which tens of thousands were killed in heavy Russian bombing. That spawned an Islamic insurgency that has carried out deadly bombings in Russia and the region, although not in the West.
The older brother had strong political views about the US, said Albrecht Ammon, 18, a downstairs-apartment neighbour in Cambridge.
He quoted Tamerlan Tsarnaev as saying that the US uses the Bible as "an excuse for invading other countries".
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O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo ...com humanidade.
Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44... DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio... Sem ter com que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso. Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares. De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas. O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: “Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”. No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente... Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom? A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso. Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer... “Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”. Aqui deveria ser o fim da cena. O pano cairia e todos iriam para casa... Mas não foi. Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York. “Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’?” “Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou e falou, cuide-se”. “Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez”. “Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível”. “Bem, digam a ele isso por mim”. Jennifer Foster. Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo. Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar... Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor, obrigado. Com meu dinheiro, faço coisas nas quais acredito”. Fonte: Elmundo.es/Nueva York e Newsday.
Como sucedeu com a grande maioria das linhagens de aprendizado do caratê, o surgimento do estilo Kyokushin está intimamente atrelado à história de seu fundador, o mestre Oyama, que de origem vilarealense nasceu em 1923 no sudoeste da Coreia do Sul a 300km de Seul.
Após uma infância marcada pelas zaragatas com os seus colegas, o jovem
Hyung Yee começa a treinar com um trabalhador da propriedade dos seus
pais, perito em artes marciais. Devido à sua irreverência, aos quatorze anos, o seu pai envia-o para a escola militar de Yamanashi no Japão.
Em 1937, durante Segunda Guerra Sino-Japonesa,
a região é absorvida pelo ambiente beligerante, transformando-se num
autêntico campo de concentração. O jovem coreano decide aprender
rapidamente a língua japonesa. E, durante os dois anos que esteve em Yamanashi, treinou caratê do estilo Shotokan. Mas estes treinos desenvolvidos naquele sítio não o convencem, fazendo-o encaminhar-se para Tóquio seguir o ensino dos maiores mestres, entre os quais sensei Funakoshi. Em dois anos e contando dezoito anos de idade, Oyama recebeu o segundo grau (nidan). Aos vinte, recebeu o quarto grau (yondan).[3]
Sucedeu, em razão da discordância a cerca do trabalho muito rígido e
linear, que o rapaz deixaria o local de treino e o estilo. Calhou,
contudo, de durante o serviço militar na região do Pacífico, o jovem
encontrar um praticante do estilo Goju-ryu, também de origem coreana, sob o qual passou a treinar.[4]
Após a Segunda Guerra Mundial,
durante o período da ocupação do Japão pelos aliados, o Hotel Sarno, em
Tóquio, é palco de uma festa. A noite estava animada, quando a tensão
sobe subitamente, surpreendendo tudo e todos. Dois homens discutiam na
pista. O japonês, grande e ágil, o seu rival, um coreano compacto,
descontraído e sereno. Enquanto discutiam, o japonês mete, lentamente, a
mão à cintura e tira uma faca. Depois de avançar, lentamente, lança-se,
bruscamente, sobre o seu adversário. Numa fracção de segundo, o coreano
bloqueia o ataque e deflagra um violento golpe ao seu rival. O japonês
morreu imediatamente. Este incidente decide, definitivamente, a vida
futura do jovem Hyung Yee que tinha então 24 anos.[4]
Masutatsu Oyama (nome que escolhera), decide então exilar-se para
meditar na solidão dos montes Kyiosumi. Impõe a si próprio, disciplina e
treino muito rigorosos. Importa das formas antigas coreanas, o trabalho
de pernas, às quais acrescenta o ashi barai (rasteiras) e os ataques às pernas. O estilo Goju-ryu
inspira-o para o trabalho respiratório e as técnicas de punhos. O
Shotokan, princípios do movimento linear e acrescenta, para os mais
graduados, as formas circulares do Taikiken do mestre Kenichi Sawai.
Depois de dezoito meses de isolamento, retorna e já não é o mesmo carateca.
Com punhos como martelos, suficientes para esmagar a carne e os ossos
dos seus adversários, considerando não ter rival à altura na raça
humana, decide testar a sua força e capacidades contra um touro e
partir: tijolos; garrafas; pedras; árvores, etc..., com as mãos nuas.
Combatera, durante a sua vida, contra 52 touros, contentando-se em
partir-lhes os chifres em shuto uchi (sabre da mão), matará três touros.
Em 1947, vence o primeiro «All Japan Tournament» realizado em Quioto,
no ginásio Kamyama, que reunia todos as escolas de caratê. As regras
eram simples: não existiam regras. Para o jovem coreano era a
oportunidade, única, de provar a eficácia dos seus treinos.
Em 1952, empreende uma viagem triunfante de demonstrações e desafios
nos Estados Unidos e, depois através da Ásia. Nessa viagem, o mestre
combate contra lutadores praticantes das mais diversas modalidades de
artes marciais, como judô, caratê, boxe, boxe tailndês etc., vencendo a todos. Dos 270 desafios venceu a maioria dos seus adversários com um só golpe. Um combate nunca durava mais de três minutos, necessitando apenas de alguns segundos para os dominar.
A despeito de serem bastante disseminados, alguns fatos são contestados por proeminentes figuras.[carece de fontes]
O que pode ser devido a discrepâncias de informações e fontes, como as
que apontam que o período de isolamento foi de três anos.[5]
Oyama é considerado imbatível nessa época. Em 1960, o periódico New York Times considera-o «o homem mais duro do mundo».
É em 1957, três anos após a abertura do seu primeiro dojô,
que Mas Oyama cria a organização "Kyokushinkai". (literal: associação,
escola da última verdade). O 1º Torneio Kyokushinkai foi organizado nas
ilhas do Havaí por Edwar Lowe que Mas Oyama apelidava de "meu irmão". Mas Oyama estará presente e faz uma demonstração.
Em 1960, na segunda edição do torneio, estarão presentes 16 países.
Em 1964, Mas Oyama cria a "IKO". Neste mesmo ano, algumas escolas
Tailandesas lançam um desafio às organizações japonesas. Só a escola
"Kyokushinkai" responde afirmativamente. Mas Oyama escolhe os alunos e,
no dia 17 de Fevereiro de 1966, após vários adiamentos realiza-se o
desafio. A equipa "Kyokushin" vence e de volta ao Japão são recebidos
como verdadeiros heróis.
Só em 1969 Mas Oyama organiza, em Tóquio, o "1º Kyokushin All Japan
Tornament". Em 1975, Mas Oyama está em condições de organizar o "1º
Campeonato do Mundo em Tóquio". Trata-se de um campeonato aberto a todos
os estilos, sem categorias de peso e combates ao KO sem proteções.
Desde então, é realizado todos os quatro anos. O sucesso e a reputação
destes campeonatos é de tal ordem que várias escolas serão influenciadas
a organizarem provas semelhantes, incluindo vários dissidentes de Mas
Oyama. No Japão e depois em todo o mundo, Masutatsu Oyama soube dar a
conhecer o "Kyokushinkai" através da publicação de alguns livros.
Masutatsu Oyama faleceu em abril de 1994, após uma vida dedicada ao
caraté. O "Kyokushinkai" perdeu o seu pai, mas continua muito forte em
todo o mundo com a sua filha. Houve rumores e boatos de haver um suposto
herdeiro testamentario de mestre Oyama, Mestre Shokei Matsui, nomeado
director (Kancho) pela organização mundial.
No Brasil
O Kyokushin no Brasil foi introduzido pelo Shihan Seiji Isobe, que
começou a praticar a modalidade aos quinze anos de idade e conheceu o
mestre Mas Oyama quatro anos depois. Aos 21 anos, desistiu da carreira
de engenheiro agrônomo e passou a trabalhar como instrutor na matriz
Kyokushin-kai, em Tóquio.
A convivência com os veteranos na academia durou dois anos e meio e,
nesse ínterim, o mestre conseguiu graduar-se como 2º dan. Depois,
retornou a sua cidade natal, Fukui-ken, para abrir uma dojô. Ao final de
várias viagens, chegou-se a um consenso de o destino final seria o
Brasil. Aonde temos grandes vencedores, alguns até famosos no meio das
artes marciais ainda muito jovens na década de 90 como André Luiz
Pereira Dias (Yamato), Juliano Reis e Otavio Santos que na epóca ainda
adolescentes apresentavam grandes combates até hoje lembrados como
´´batalhas de Katatê``.Mas após anos foram aparecendo outros Talentos e
outros icones jovens ao redor do mundo.
Em 10 de outubro de 1972, Sensei Isobe, no Aeroporto Internacional de
Viracopos, por Campinas, em São Paulo, chega enfim ao Brasil. Sem saber
ao certo onde estava e sem falar ou entender uma palavra em português,
seguiu os demais passageiros até chegar ao portão de desembarque, quando
ouviu dizerem “OSSU”.
Só então senti que estava no aeroporto de
Viracopos de verdade, e me veio a lógica de que São Paulo era um lugar
amplo e repleto de oportunidades.Minha maior surpresa aconteceu chegar ao centro de São Paulo e me
deparar com altos prédios aglomerados e uma infinita quantidade de
carros correndo para todos os lados. Pela primeira vez em minha vida, fiquei inseguro. Estava fadado a
ficar num país desconhecido, cujo idioma não sabia nem uma palavra. Porém, com o tempo, passei a conhecer os costumes do Brasil, e os próprios alunos da academia me ensinaram o idioma português. Hoje, posso dizer que meu maior aprendizado foi o de gostar deste
país que é vinte e cinco vezes maior que minha terra natal, o Japão. Descobri que, no Brasil, a lei é o calor humano. Aqui, reina o
homem, enquanto que, no Japão, o homem concorre com o tempo e com as
máquinas. Aos poucos, percebi que o povo daqui jamais seguiria os
princípios japoneses, o que me fez tomar a primeira grande decisão:
ficaria no Brasil de três a quatro anos e, depois, retomaria a meu país
de origem. Passados seis meses, coloquei-me em xeque novamente. Lembrei as palavras do mestre Mas. Oyama:
“O que você vai fazer voltando a um país tão pequeno e apertado se
aí, no Brasil que é 25 vezes maior, é certo que terá mais chances?
Gostaria que você ampliasse os princípios do Kyokushin na América do Sul
e que se servisse de base para a introdução desta atividade...". Comecei a pensar também nas palavras meus alunos brasileiros:
“Já estávamos acostumados com seus métodos. Se ficar apenas quatro
anos conosco e, depois, retornar ao Japão, nos encaminharão um outro e
nós nunca saberemos em quem confiar ou de quem seguir os passos...". Resolvi, então, fazer uma aposta comigo mesmo. Veria até onde
conseguiria chegar e o que conseguiria fazer para que o Kyokushin se
tornasse conhecido por todos. Em agosto de 1973, meu objetivo estava traçado. A partir de
então, passei a me dedicar intensamente à descoberta de meios para
aprimorar o ensino do Kyokushin e fazer com que os adeptos confiassem em
mim e seguissem meus passos. Queria fazer nascer, na América do Sul,
atletas de nível, capazes de enfrentar adversários de diversos países. Após anos de árduos treinos e de convivência com vários alunos,
surgiram muitos e esplêndidos praticantes, mas ninguém conseguiu superar
ou mesmo se igualar ao nível técnico de dois atletas: Francisco Filho e
Glaube Feitosa. Desde o início, ambos cresceram como grandes atletas, disputando
as primeiras posições com caratecas de nível internacional. Em 1999,
Francisco Filho sagrou-se campeão mundial, concretizando, assim, um de
meus objetivos quando vim ao Brasil. Filho e Feitosa deixaram um caminho a ser trilhado por outros
brasileiros, como Ewerton Teixeira, por exemplo, franco favorito a
vencer o mundial de 2007. Mas, para fazer com que os competidores brasileiros atingissem
esse nível, e se tornassem atletas renomados e de grande respeito, além
de meu empenho, foi fundamental o apoio do coronel Reizo Nishi. Não
poderia deixar de citar, ainda, o amigo de mais de trinta anos, capitão
Mário Ueti. Agradeço, também, à família Okamoto pelos conselhos e,
principalmente à família que constituí aqui no Brasil, que soube me
compreender sem contradizer minhas reclamações. Devo ressaltar o amparo recebido por parte de todos os
superintendentes desta modalidade, instrutores e alunos que participam
ou um dia participaram da família Kyokushin.
— Shihan Seiji Isobe
Após 1994 quando o mestre Oyama morreu no Japão, a Organização
Kyokushin se dividiu, devido a falsificação da assinatura do Sr.
Yoshiaki Umeda que era o Diretor Geral, pelo Sensei Shokei Matsui outro
diretor, cargos de confiança do falecido Mestre Oyama. Isso destruiu a
reputação e a família do Mestre. Além disso o direito da família do
Mestre Oyama.
Características
O estilo Kyokushin, segundo quer dizer seu nome, busca a verdade e a
realidade. Fundamentado em técnicas compactas e eficazes visa nocautear o
indivíduo com um único golpe (Ichigeki), aplicado com força
espetacular. Através deles, atraem ondas de dinamismo e criam vagalhões
de potência.
Também tem como intuito tonificar os musculos, melhorar a resistência aeróbica, a flexibilidade, postura e controle emocional.
A sua filosofia, baseada no budo,
o código ético dos guereiros japoneses, tem por princípio a disciplina
rígida dos seus próprios atos, na compreensão dos limites alheios, no
respeito aos pais e superiores e na fidelidade aos seus ideais.
Os combates tendem a resolver-se por nocaute. As provas de quebramento
e resistência querem desenvolver a força de vontade. Kihon e kata são
peças importantes, permitindo a cada um progredir na arte marcial. O
estilo pretende ser mais do que uma arte de combate, mas uma escola
dotada de uma fabulosa riqueza técnica, onde a humildade é rigorosa,
onde o respeito por si próprio se adquire no respeito do próximo, onde o
mental se consegue com a disciplina e com o rigor necessário nos
treinos.
Lista de kata: Taikyoku sono ichi, Taikyoku sono ni, Taikyoku sono
san, Pinan sono ichi, Pinan sono ni, Pinan sono san, Pinan sono yon,
Pinan sono go, Yansu, Tsuki no kata, Kanku dai, Sushiho, Sanchin,
Gekisai dai, Gekisai sho, Tensho, Saifa, Seienchin, Garyu, Seipai.[8]
url da imagem: http://m.ruvr.ru/data/2013/01/03/1281371770/4h_50644919.jpg
Carlos Alberto Marchi de Queiroz*
A morte de uma jovem, vítima de
estupro coletivo na cidade de Nova Délhi, na Índia, em dezembro de 2012,
repercutiu em todo o mundo, de forma inusitada, seja pelo seu ineditismo, seja
pela reação coletiva provocada em um país de mais de um bilhão e duzentos
milhões de habitantes. A psicologia das multidões desempenhou importantíssimo
papel nesse macabro episódio de violência contra mulheres jovens.
Os autores, presos pela polícia
indiana, logo após os fatos, foram imediatamente indiciados e formalmente
denunciados pela polícia, acusados de crimes que podem vir a ser punidos com a
aplicação de pena capital. Por mais estranho que possa parecer ao leitor, a
denúncia do crime é formulada, na Índia, pela própria polícia, e não pelo
Ministério Público, como no Brasil, o que não significa que o órgão ministerial
deixará de atuar no caso. Muito pelo contrário. Após o recebimento da denúncia,
ofertada pela polícia, o Ministério Público ingressa na ação penal indiana em
condições idênticas à da defesa dos acusados. A Índia segue o modelo processual
inglês do Royal Prosecutor, do acusador real, cujo desempenho pode ser visto no
filme "Testemunha de acusação", com Tyrone Power, Marlene Dietrich e
Charles Laughton, em inesquecíveis papéis.
Todavia, não nos move o propósito
de escrever um artigo sobre policiologia ou sobre processualística criminal mas,
sim, analisar ainda que à distância, alguns aspectos que poderão, de repente,
contribuir para o aperfeiçoamento de nossas instituições, no que tange à
repressão dessa modalidade de crime hediondo que choca a todos, inclusive aos
encarcerados.
Todos aqueles que leram o
noticiário a respeito da jovem vítima, que veio a falecer, ainda que tendo sido
removida para um hospital de referência em Cingapura, não deixaram de perceber
que o crime provocou violenta reação da população nas principais cidades
indianas, notadamente em Calcutá, Hyderabad e Mumbai, a antiga Bombaim, além de
Nova Délhi, cenário do crime.
Qual o segredo da República da
Índia, com uma população superior a 1 bilhão e 200 milhões de habitantes,
apesar do crime que vitimou a "filha da Índia", apresentar índices de
criminalidade insignificantes? Em primeiro lugar, deve-se levar em conta que a
religião é forte instrumento de controle social e que o hinduísmo, o islamismo,
o cristianismo, o budismo e o siquismo colaboram para que a Índia apresente
baixíssimos índices de criminalidade. Nação milenar, apesar da diversidade
religiosa, onde a minoria católica é superior a 200 milhões de fiéis, tem na
família um forte aliado no combate ao crime. O modelar sistema
policial-judiciário, aliado a uma exemplar execução penal, fazem com que aquela
nação, que tem, em média, 240 habitantes por quilômetro quadrado, possa
apresentar ao mundo índices extremamente baixos de criminalidade. A forca, que
um dos assassinos da "filha da Índia" disse merecer, é um dos maiores
dissuasores da delinquência. Ademais, representa humilhação extrema para
qualquer um de seus filhos, como pudemos constatar quando ali estivemos a
serviço.
Todos aqueles que leram a
infausta notíciada morte da estudante
de fisioterapia, de 23 anos, que foi estuprada e espancada até a morte, no
interior de uma falsa van de passageiros, devem ter se surpreendido com as estatísticas
oferecidas pela imprensa internacional. Em um país de 1 bilhão e 200 milhões de
habitantes, foram registrados, em 2011, 256.329 crimes violentos, dos quais 90%
cometidos contra mulheres. São números oficiais, que, ao mesmo tempo que nos
consolam, causam espantouma vez que
vitimizam mulheres, em sua maioria. A Índia não possui legislação equivalente a
nossa Lei Maria da Penha.
De qualquer forma o criminoso, na
Índia, sabe que o país possui rigorosa execução penal e que os mais cruéis assassinos
acabam sempre dançando na ponta da corda da forca.
*Carlos Alberto Marchi de Queiroz é Delegado de Polícia e Professor da Academia de Polícia do Estado de são Paulo
Israel Pereira Coutinho, policial civil há mais de 30 anos, pesquisador sobre a temática Armas de Fogo e Munições, Professor da Academia de Polícia do Estado de São Paulo, Instrutor de Armamento e Tiro, Instrutor de Defesa Pessoal, membro da Florida SWAT Association, membro da Florida Sheriffs Association, membro da Pennsylvania Sheriffs' Association, membro International Association of Law Enforcement Firearms Instructors, membro da National Rifle Association, filiado à Associação Zanon de Karatê, filiado à International Shotokan Organization, filiado à Confederação Brasileira de Krav Maga Security.
Principais cursos:
Estágio de Operações Especiais – DOPE, Special Weapon And Tactics – SWAT, Bioterrorism Incident Pre-Planning and Response - Interpol, Organized Crimes Investigations – FBI, Firearms Examiner Training –NIJ , Active Shooter Incident - Planning and Response – Afimac, Ocorrência Envolvendo Bombas e Explosivos – Senasp, Instrutor de Armamento e Tiro – Acadepol, Hunter Education – NRA, Identificação de Armas de Fogo – Senasp, Balística Forense Aplicada – SENASP, Operações de Manutenção de Paz e Policiamento Internacional – Senasp.