Faleceu na noite de 24/05/15, o Escrivão de Polícia Antônio Aparecido Crepaldi, do 2º Distrito Policial de São Sebastião, Litoral Norte- DEINTER 1. Durante abordagem à 3 indivíduos suspeitos, no bairro de Juquehy, foi baleado por 3 vezes, sendo socorrido ao Hospital de Clínicas de São Sebastião, onde veio a óbito.
Crepaldi avistou três indivíduos suspeitos próximos à casa que ele estava. Os indivíduos correram para uma ponte de passagem de pedestres e o policial civil os seguiu de moto para fazer a abordagem.
Vítima chegou a ficar desacordada após o episódio. Agressor fugiu, mas acabou sendo capturado pela Guarda Municipal
CAROLINA IGLESIAS
Um rapaz de 32 anos, com deficiência mental, foi agredido dentro de uma drogaria no Centro de São Vicente, na tarde da última quinta-feira (7). O crime ocorreu quando a vítima aguardava para ser atendida na fila do caixa. Daniel Ribeiro chegou a ficar desacordado até ser socorrido, cerca de 20 minutos depois. Nesta sexta-feira, o paciente recebeu alta.
De acordo com informações de um dos funcionários da drogaria, que pediu para não ter sua identidade divulgada, a vítima, que costuma ir a farmácia rotineiramente para comprar remédios controlados, estava acompanhada de um amigo quando foi agredida.
”O tio dele (da vítima), que também é cliente da drogaria, pediu para ele ir até o local com este amigo para comprar um remédio utilizado no seu tratamento”. Após fazer a compra, segundo o funcionário, Ribeiro se dirigiu ao caixa, mas quando chegou no local, percebeu que o remédio que sempre compra estava sem desconto. Depois disso, retornou para a fila. Ao perceber que um dos caixas estava vazio, avisou o agressor, que estava na sua frente. “Nas imagens gravadas pela loja é possível ver que, do nada, o agressor o ataca com um soco no rosto. Não houve discussão, ele só apanhou e desmaiou”.
Após agredir o rapaz, o acusado conseguiu fugir da drogaria, mas foi capturado por uma equipe da Guarda Municipal, que fazia ronda no centro de São Vicente. “Eu e um outro funcionário saímos correndo atrás dele. Ele foi levado para o 1º DP e lá contou outra versão". Na delegacia, o acusado afirmou que a vítima e o amigo teriam empurrado ele e, por isso, houve a agressão. Após prestar depoimento, o suspeito foi liberado.
O Agente Policial Fábio
Roberto Theodoro, 39, que é do GOE (Grupo de
Operações Especiais) da Polícia Civil do Estado de São Paulo, chegava de carro no condomínio em que mora, com a
namorada, quando dois suspeitos em uma moto o abordaram e anunciaram o roubo, no Mandaqui, Zona Norte de São Paulo, SP, na manhã 27 de
dezembro do ano passado.
Os bandidos anunciaram o assalto e o policial não teve
tempo de reagir, mas foi baleado na cabeça.
O policial foi socorrido e encaminhado ao Hospital Mandaqui,
onde foi internado em estado grave e continua internado até a presente data. O caso foi
registrado no 72º DP.
AJUDEM NOSSO IRMÃO FABINHO A VOLTAR PARA CASA
Pessoal chegou a hora de ajudarmos nosso companheiro e amigo
Fabinho a voltar para casa. Para que isso aconteça o quarto de nosso amigo
precisa estar adequado as suas necessidades especiais. Com isso a família precisa
arrumá-lo para recebê-lo. No momento o mais importante é adquirir uma cama
hospitalar e um colchão pneumático. Foram feitos diversos orçamentos, segue
abaixo o de melhor preço:
Cama Hospitalar - R$ 3.590,00
Colchão Pneumático - R$ 850,00
Cadeira de Banho - R$ 170,00
Cadeira de Rodas - R$ 1.690,00
PREÇO TOTAL - R$ 6.300,00
Esses preços é somente para pagamento a vista.
Nosso amigo voltando para casa diminui os riscos de
infecções, tendo melhor conforto e vai melhorar seu bem estar junto a seus familiares que zelam por ele dia e noite
sentados em uma cadeira ao lado do seu leito no hospital.
Diante do exposto, pedimos aos amigos (as),
companheiros (as) e colegas que queiram e possam ajudar que DOEM QUALQUER
QUANTIA em depósito na conta de:
Fabio Roberto Theodoro
Banco Bradesco
Agência 0128
c/c: 0176176-5
Pessoal qualquer quantia será muito bem vinda.
Componentes do GOE, GARRA ou de outros Departamentos que
queiram ajudar mas não dispõem de tempo para ir ao banco, podem nos procurar na base do GOE , estaremos à disposição de todos (as), informando que nesse caso o colega deixará
assinado seu nome e valor doado, o qual
será juntado a outros e entregue à família.
Vamos colaborar pessoal, pois aqueles que conhecem o
Fabinho e o tinham como Amigo, sabem que ao contrário ele faria o mesmo por
nós.
From
Breitbart: Cops across the nation are frustrated by the media largely ignoring
police officers killed in the line of duty, while sensationalizing the death of
suspects shot by the police.
“I felt
this around the country, there is a frustration around the nation… A lot of
cops get shot and killed each year, and that doesn’t get a lot of media
coverage,” said James Comey, the Director of the Federal Bureau of
Investigations, during a news event attended by Breitbart Texas.
Comey
traveled to this border city to meet with local law enforcement officials, as
well as his own agents in charge of task forces that tackle public corruption
and drug cartel activity.
“One of
their frustrations is with that they feel we have a lot of good people risking
their lives and they feel that is not part of the national conversation,” the
FBI director said of the police chiefs he spoke with. “Well, look, I’m keen to
make that part of the national conversation. I want to make sure we have a
balanced discussion.”
One of the
topics that the FBI director discussed with law-enforcement heads was the
heated subject of how race affects police work. One of the biggest obstacles to
a healthy discussion on the matter is an outdated data processing system, which
leaves out vital statistics that could help paint a clearer picture of how race
impacts crime and law enforcement, he said.
The FBI
director’s comments come as national attention is focused on the situation in
Maryland, where accusations of police brutality have led to rioting and chaos.
Comey said
Texas police chiefs “shared their frustration with me over the tendency of our
culture across the U.S. to focus on a particular incident, which they worry
sometimes obscures the view of law enforcement at large – not just the good
work of law enforcement, but the dangers they face.”
Outras nove pessoas serão fuziladas por tráfico de drogas
url da imagem: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/files/2012/06/rodrigo-ap-440x335.jpg
Agência ANSA
O brasileiro Rodrigo Muzfeldt Gularte, de 42 anos, pode ser executado a partir desta terça-feira (28), na Indonésia, onde foi condenado à morte por tráfico de drogas. Apesar dos apelos da comunidade internacional, a execução deve ocorrer por fuzilamento, junto com outros nove condenados.
Gularte pediu à família que seja enterrado no Brasil, em uma reunião que os parentes tiveram com o brasileiro ontem (27), dentro do complexo de prisões de Nusakambangan, em Cilacap. Como última tentativa de evitar o fuzilamento, advogados de Gularte entraram hoje com recurso na Corte Administrativa de Jacarta pedindo a revisão do fato do presidente indonésio, Joko Widodo, ter negado clemência ao brasileiro.
Ainda não há resposta. Em janeiro, a Indonésia executou cinco condenados, entre eles o também brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira. Desta vez, devem ser fuzilados um indonésio, um francês, dois australianos, quatro nigerianos, um brasileiro e uma filipina. (ANSA)
url da imagem: http://www.anis.org.br/biblioteca/2015-03/maioridade_penaljpg.jpg
Carlos Alberto Marchi
de Queiroz*
A aprovação, pela Comissão de
Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, da admissibilidade de
proposta de emenda à Constituição (PEC) que pretende reduzir a maioridade penal
provoca divergências entre parlamentares, juristas e cidadãos.
A PEC, que objetiva alterar a
faixa etária de responsabilidade penal, de 18 para 16 anos, segue para uma
comissão especial.
A PEC 171/93, originalmente
apresentada pelo deputado Benedito Domingos (PP-DF), provoca debates entre cultores do Direito, que divergem sobre o tema.
O professor André Ramos Tavares,
da Faculdade de Direito da PUC-SP, citando o artigo 228 da Constituição
Federal, sustenta que a maioridade penal aos 18 anos é cláusula pétrea, que não
comporta alteração.
O ministro Marco Aurélio Mello,
do STF, conhecido entre seus pares pelo apelido de “Voto Vencido”, discorda da
redução, mesmo porque “cadeia não conserta ninguém”. Ao mesmo tempo, afirma que
a PEC é inconstitucional, uma vez que a idade penal não é cláusula pétrea,
podendo ser modificada por emenda.
O ex-presidente do STF, advogado
Carlos Velloso, acredita que” a redução da maioridade penal irá inibir jovens e
criminosos”. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), revela que a
proposta é inconstitucional podendo aumentar os índices de criminalidade.
A esta altura do campeonato, o
amável leitor quererá saber de onde vem essa história de cláusula pétrea.
O decálogo mosaico é o exemplo
clássico de um conjunto de regras divinas entregues a Moisés que, após subir o
Monte Sinai, recebeu de Deus as Tábuas da Lei. Os Dez Mandamentos. insculpidos
em placas de pedra, foram talhados para serem respeitados, conforme reza o Capítulo
20 do Livro do Êxodo. Nele se lê que “o
escravo não pode servir ao Senhor; somente aquele que é dono do seu tempo e de
suas ações é capaz de servir ao Senhor”.
Cláusulas pétreas, excetuando-se a narração
bíblica, podem ser vistas no Museu do Louvre, em Paris. O Código de Hamurabi,
uma consolidação de leis mesopotâmicas, insculpido numa rocha de diorito, por
volta de 1.700 a.C., ainda inspira
normas dos países ocidentais. Esse código pode ser visitado em exposição
permanente.
Cláusulas pétreas constituem um
eufemismo utilizado pelos juristas para designar, modernamente, normas
constitucionais que não podem sofrer alteração por emenda constitucional. No
Brasil são cláusulas pétreas a forma federativa do Estado, o voto direto,
secreto, universal e periódico bem como a separação de poderes entre o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário, imorredoura lição de Montesquieu.
Identicamente, os direitos e
garantias individuais elencados pelo artigo 5º da Lei Maior em seus 78 incisos.
São, pois, normas constitucionais imiscíveis, ou imexíveis, como disse, certa
feita, polêmico ministro de Estado. São as supremacy clauses, as guarantees de
Abraham Lincoln, oriundas do direito constitucional norte-americano. Toda
legislação brasileira, restante, pode ser modificada, inclusive o ECA.
A crescente onda de criminalidade
que assola o País, desde antes da promulgação do Estatuto da Criança e do
Adolescente, em 13 de julho de 1990, fez com que a Câmara dos Deputados,
objetivando desviar a atenção pública do escândalo da Petrobras, exumasse a PEC
171/93. Numa manobra diversionista, seus promotores objetivam reduzir a
maioridade penal, tema que encanta a maioria da sofrida e alienada população,
como se fosse uma divina pomada.
O dissenso doutrinário é, na
verdade, produto do fracasso das políticas públicas de ressocialização dos adolescentes
infratores através das unidades da Fundação Casa. Diante de uma eventual
aprovação da PEC 171/93, esses miseráveis serão absorvidos pelo falido sistema
penitenciário, batizado pelo professor Noé Azevedo, na abertura do curso de
bacharelado da Faculdade de Direito de São Paulo,em fevereiro de 1943, como “a
universidade do crime”.
A maioridade
penal não é cláusula pétrea, posto que também prevista pelo Código Penal e pelo
ECA. Caso fosse, equivaleria a condenar futuras gerações de brasileiros a
tolerar experiências de gerações mortas que vivenciaram realidades diferentes.
A classe política parece ignorar que menos de 0,5% dos crimes perpetrados no
País são de responsabilidade de adolescentes. Estes, por seu turno, constituem
mais da metade do número de vítimas dos mais de 50.000 homicídios registrados
anualmente no Brasil. Ainda não chegou a hora de diminuirmos o limite de 18
para 16 anos, que, certamente, acontecerá, no futuro. O ECA continua fracassando,
por falta de logística. A PEC 171/93 não passa de um estelionato legislativo.
O sistema
prisional não tem vagas para receber adolescentes. Admitidos, os mais fortes vão tornar-se
discípulos do crime. Os mais fracos,
pasto de criminosos.
*Carlos
Alberto Marchi de Queiroz é mestre em Direito Penal
Após servir no Afeganistão, Kinessa Johnson se juntou a outros veteranos para proteger animais selvagens na África Oriental
url da imagem: http://www.gannett-cdn.com/-mm-/dc35c1ecbe816f2c2b58635a641f1ab69f3cdcee/c=0-29-621-496&r=x404&c=534x401/local/-/media/2015/04/05/NWGroup/KING/635638525590542999-kinessa2.jpg
Por iG São Paulo | 08/04/2015
Kinessa Johnson é uma veterana do Exército americano que
esteve no Afeganistão. A jovem serviu durante quatro anos como instrutora de
armas e mecânica no combate contra a rede Al-Qaeda.
Após deixar as forças armadas, Kinessa Johnson se juntou a
outros veteranos para proteger animais selvagens na África Oriental. A
organização foi fundada por um ex-Marine e é composta por ex-soldados que se
inscreveram após o 11/9.
"Nossa intenção não é prejudicar ninguém; estamos aqui
para treinar os guardas do parque para que eles possam rastrear e deter os
caçadores", disse a americana.
No último sábado, ao lado de dois colegas, ela foi
responsável por apreender algumas armas e caçadores e postou nas redes sociais:
"Estamos muito animados".
No Paraná, a empresa Forjas Taurus fez o recall de 1.200 armas da Polícia Civil em 2014, de acordo com a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições. Nenhum representante da PM quis falar com a reportagem sobre o caso e, apesar dos pedidos, a assessoria da corporação não informou quantas armas foram trocadas nos quartéis.
Carregadores com ferrugem por falta de manutenção
Diego Ribeiro/Gazeta do Povo
Outros policiais vivenciaram defeitos diferentes, como dupla
alimentação, a chaminé, rajada (veja o que significa cada problema nesta
página) e também a perda rápida de eficiência da mola que fica dentro do pente,
peça fundamental para recarregar a arma. Embora pareça um tema específico, o
assunto torna-se ainda mais relevante quando os gastos do Paraná com compras de
armas são apresentadas.
Os gastos
Veja quanto o governo do Paraná gastou em compra de armas da
empresa Forja Taurus:
2011
R$ 264 mil para comprar 145 pistolas ponto 40 para PM.
2012
Seis mil pistolas PT 840 (as dos defeitos) para PM e 632
para Polícia Civil por R$ 11,1 milhões e 1,05 milhão, respectivamente.
2013
Mais 300 pistolas para PM e outras 868 para Polícia Civil
por R$ 453,6 mil e R$ 1,7 milhão em cada lote. Para os policiais civis também
foi adquirido dentro deste valor 25 submetralhadoras.
2014
O estado comprou mais 35 carabinas e 70 submetralhadoras em
duas compras diferentes no valor de R$ 318, 9 mil e R$ 133 mil.
Segundo o site Gestão do Dinheiro Público, entre 2011 e
2014, o Paraná gastou na Taurus R$ 14,9 milhões em compra de armamento (veja o
quadro abaixo). Foram compradas mais de sete mil pistolas modelo PT 840, a que
apresentou defeito, além de submetralhadoras do mesmo calibre.
Essas falhas também levantam a questão sobre qual a real
qualidade dos equipamentos usados por policiais do estado e expõem o quão
restrito é o mercado oficial de armas no país. O problema não é apenas paranaense.
Em 2013, a Polícia Militar de São Paulo registrou os mesmos problemas e no Rio
de Janeiro ocorreu recall semelhante no ano passado.
A dificuldade de encontrar opções no mercado é tão grande
que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição de
mais de 50% do capital da empresa Forja Taurus, que era a principal fornecedora
de armas das polícias brasileiras, uma das maiores fabricantes do mundo, pela a
Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), que produz e comercializa munições no
país. O fato foi revelado pelo jornal Valor Econômico na última semana de
janeiro.
A única chance para melhorar o armamento das polícias
brasileiras seria a importação. Mas, conforme já mostrou reportagem da Gazeta
do Povo sobre a falta de munições para treinamentos da polícia em 2013, o
recurso é regulamentado pelo Exército, que proíbe caso exista produto similar
fabricado no país. Se autorizada, a importação de armas é sobretaxada em 150%
do valor por não ser considerado produto essencial.
A empresa Forja Taurus foi procurada, mas informou que não
se pronunciará “por questões contratuais”. A Secretaria da Segurança Pública
preferiu não comentar o caso.
A Gazeta do Povo teve acesso a dois vídeos de testes de
pistola realizados pela Polícia Militar. Em um deles, por exemplo, o ferrolho
da pistola cai. Um delegado da Polícia Civil, que falou sob a condição de
anonimato, afirmou que a qualidade das pistolas é mediana e que as armas podem
colocar em perigo policiais que estão nas ruas. “Teve um caso em que a pistola
deu rajada”, diz. A rajada, que dispara dois ou três tiros com o policial
apertando o gatilho uma só vez, pode gerar interpretação dúbia em um confronto.
Tecnicamente, o policial está preparado para dar dois tiros,
o chamado disparo de defesa. Além disso, qualquer outro defeito durante um
confronto, por exemplo, pode deixar o policial ainda mais vulnerável. No caso
da Polícia Civil, o principal defeito registrado após recall é a perda de
eficiência da mola que auxilia o recarregamento.
Esses problemas fazem com que alguns policiais,
principalmente os das equipes de elite, usem pistolas Glock. “A diferença é da
Ferrari para o Fusca”, diz um investigador. Como o estado não consegue
encontrar uma arma de qualidade melhor no mercado interno, eles compram com
recursos pessoais. “Tem muita gente que não confia no armamento fornecido pelo
estado”, disse o delegado.
Enquanto os policiais têm usado essas armas, vários
criminosos suspeitos de explodir caixas eletrônicos têm usado fuzis.
Vídeo revela defeitos em arma usada pela PM
PM testou a pistola usada pela corporação em queda acidental
A Gazeta do Povo teve acesso a dois vídeos de testes de
pistola realizados pela Polícia Militar. Em um deles, por exemplo, o ferrolho
da pistola cai. Um delegado da Polícia Civil, que falou sob a condição de
anonimato, afirmou que a qualidade das pistolas é mediana e que as armas podem
colocar em perigo policiais que estão nas ruas. “Teve um caso em que a pistola
deu rajada”, diz. A rajada, que dispara dois ou três tiros com o policial
apertando o gatilho uma só vez, pode gerar interpretação dúbia em um confronto.
url da imagem: http://www.pilotopolicial.com.br/wp-content/uploads/2011/08/sat5.jpg
As situações são extremas: estados de calamidade, tragédias,
resgate no meio da mata, perseguição policial. Para o Pelicano, helicóptero do
Serviço Aerotático (SAT), do Departamento de Investigações sobre Crime
Organizado (Deic), não há barreiras. O nome não é por acaso: os pelicanos são
aves conhecidas por defenderem os filhotes com a própria vida, caso necessário.
Em 14 de agosto, a unidade completará 32 anos nos céus de São Paulo, aliando
tradição e tecnologia e se destacando no cenário nacional quando o assunto é
serviço aéreo de segurança.
Preparado para todos os tipos de operações, os helicópteros
chegam a áreas isoladas e, em muitos casos, sua atuação é crucial para um
desfecho de uma ocorrência policial. O SAT dá apoio às operações da Polícia
Civil, auxiliando as equipes terrestres. Quando a unidade foi criada, o cenário
era diferente: os roubos a banco preocupavam a sociedade e a polícia, as
viaturas de quatro rodas levavam algum tempo para chegar até o local do crime.
Diante da necessidade de chegar rapidamente à cena do crime,
o governo comprou dois helicópteros, um para a Polícia Civil e outro para a
Polícia Militar. O helicóptero, além de inibir os criminosos, dá a sensação de
segurança para os policiais.
A sociedade mudou e outros crimes passaram a incomodar, como
o sequestro. O SAT acompanhou essa transição e prestou apoio às unidades da
Polícia Civil para a resolução das ações criminosas. Hoje, com os índices
criminais em queda, os pelicanos têm se destacado na atuação humanitária.
Desde a sua criação até julho de 2011 (quando a matéria foi divulgada na página oficial da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), as aeronaves do SAT
apoiaram 3.608 perseguições, buscas e cercos. A unidade realizou 2.575 ações de
instruções e treinamento de tripulação de policiais. Foram 1.706 operações em
roubos a bancos, condomínios, empresas e residenciais.
Os helicópteros da Polícia Civil já encontraram 690
cativeiros e 1.804 locais de crime, localizaram 339 veículos, realizaram 277
escoltas de presos, fugas e intervenções em rebeliões, além dos 317 transportes
de órgãos para doação. Foram 11.783 horas de vôo. A unidade tem 23 homens, sendo 9 pilotos, 13
tripulantes e um policial que atua na área administrativa.
url do vídeo: https://youtu.be/UNuu9vhyDDY
Tradição
A história de um dos serviços aéreos de segurança mais
importante do país se entrelaça com a vida de Roberto Bayerlein, delegado
responsável pela unidade, que se dedica ao SAT desde a sua criação. Com mais de
5 mil horas de vôos, o que não faltam são histórias para contar, mas foi o
gesto singelo de uma garota que se tornou o mais marcante em quase 30 anos de
carreira.
Há 20 anos, a região do Vale do Ribeira, no sul do estado,
tinha sido devastada por uma enchente.
Durante uma pausa nas operações de resgate, Bayerlein foi surpreendido
por uma garota de 12 anos. “Ela se aproximou de mim, entregou uma flor e
agradeceu pelo que eu estava fazendo, por estar ajudando a salvar vidas”. O
delegado carrega a flor para todos os lugares até hoje, guardada em sua
carteira.
O caso não é exclusivo. As missões humanitárias são tão
freqüentes no dia a dia dos pilotos e tripulantes quanto as operações de apoio
à Polícia Civil. Os pelicanos encurtam a distância e levam rapidamente órgãos
de transplantes para pessoas que não podem esperar. A Polícia Civil possui
diversos convênios, como o do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de
Botucatu (HCFMB).
A dedicação e o amor à profissão também têm os seus riscos.
Os pilotos e tripulantes acabam arriscando a própria vida em defesa da
sociedade. Um acidente em julho de 2001 matou os delegados Otávio Marcos Corrêa
Viola Troviglio e José Maurício de Aguiar Cerciari e o investigador José Osório
de Arruda Campos Rodrigues. O agente Marco Aurélio de Toledo ficou ferido
gravemente e conseguiu sobreviver.
A equipe estava perseguindo um veículo na Rodovia Fernão
Dias. Em uma paralela da estrada, o veículo parou e o helicóptero pousou na
pista. Os policiais foram surpreendidos por tiros e tiveram que voltar
rapidamente para a aeronave. No momento da decolagem, a aeronave encostou-se
nos fios de alta tensão e acabou caindo em uma vala.
10 dias de solidariedade
Novembro de 2008. Santa Catarina sofre com fortes chuvas.
Sessenta municípios são atingidos e 14 cidades decretam estado de calamidade
pública. Mais de 1,5 milhão de pessoas são afetadas. Foi um caos em que pelo
menos 135 pessoas perderam a vida, uma das maiores catástrofes daquele estado.
Vieram doações e ajuda humanitária de diversos lugares. São Paulo foi um dos
que se solidarizaram com a comunidade catarinense.
O SAT foi para lá, enviado pelo governo paulista, para
ajudar nas buscas, resgates e no transporte de mantimentos e medicamentos. O
delegado e piloto Fábio Coan Sampaio fez parte da equipe. “Foi um cenário de
destruição. Foram várias situações e operações realizadas em um curto espaço de
tempo. Por dia, chegamos a operar em oito, nove missões, como transporte de
pessoas, de medicamentos, equipamentos”, lembrou.
Os helicópteros foram o principal meio de transporte, uma
vez que as estradas haviam sido destruídas. Equipes médicas foram transportadas
pelo ar para locais de difícil acesso. “Foi uma operação que me engrandeceu.
Cresci como pessoa”, disse Sampaio, que tem mais de 20 anos de SAT.
Tecnologia no combate ao crime
A última aquisição do SAT, um helicóptero esquilo, que
chegou em 2008, é uma das únicas aeronaves do país blindada que resiste a tiros
de fuzil. A estrutura tecnológica impressiona. O motor é mais potente que o dos
modelos anteriores, a transmissão mais resistente, além de equipamentos
eletrônicos modernos que auxiliam na navegação e nas operações policiais.
A aeronave possui o sistema de “moving map”, um pequeno
computador de bordo que fornece dados, mapas e cartas de rota. O SAT-5, como é
chamado o helicóptero, tem equipamentos que podem ser usados em resgate, como
um guincho para transporte de pessoas e objetos, um gancho para a captura de
materiais, um cesto e farol de busca para a localização durante a noite. O
modelo, que custou US$ 3,1 milhões, comporta seis tripulantes.
This 4 years old Syrian child thought the photographer is holding a gun is his hand
image url: http://i.imgur.com/sGyV6GA.jpg
When a
photo journalist approached Hudea, a 4 year old child, for a photograph he
hadn’t expected her to put both her hands in the air and surrender. The child
mistook the camera for a gun. The sorrow in her eyes and the entire situation
is heartbreaking.
Syria is
witnessing its worst ever religious-cleansing in hands of ISIS militants who’ve
vowed to establish an Islamic caliphate in the world at any cost.
Crianças são marcadas desde muito jovens pela violência no país Do R7
url da imagem: http://img.r7.com/images/2015/03/28/7o88zb9te1_4xkhc2pvk_file?dimensions=460x305
Um fotógrafo capturou nesta sexta-feira (27), na Síria, a
imagem de uma criança que se rendeu em frente sua câmera. Segundo informações
do site Huffington Post, a pequena levantou os braços ao confundir a câmera com
um rifle.
O fotógrafo que registrou a imagem queria retratar a
realidade das crianças sírias, e não imaginou que a menina iria pensar que ele
estava apontando uma arma para ela.
A fotografia mostra um exemplo de crianças que são marcadas
desde muito jovens pela violência da sangrenta guerra civil que assola a
região.
A imagem é a prova de que crianças de cinco anos já entendem
como funcionam as armas e sabem como reagir para pedir socorro ou paz diante de
um rifle.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima
que cerca de 14 milhões de crianças são afetadas pelos conflitos na síria.
Visivelmente alterada, mulher desacata policiais após provocar um acidente em estabelecimento na Taquara, na Zona Oeste
url do vídeo: https://youtu.be/VVD0PEryXo4?t=50
ADRIANA ARAÚJO
Rio - Uma mulher foi presa após desacatar policiais militares dentro do mercadão da Taquara, na Zona Oeste, na última sexta-feira. Visivelmente alterada, ela enfrenta os policiais e diz ser "funcionária federal" e que nunca receberia voz de prisão.
De acordo com policiais do 18º BPM (Jacarepaguá), uma viatura foi solicitada ao local após a mulher bater com o seu carro no veículo de uma outra pessoa e provocar uma enorme confusão.
Com a chegada dos PMs, ela se recusou a sair do carro e entregar a documentação. Logo depois, no entanto, saiu do veículo e começou a desafiar os policiais.
Mulher, visivelmente alterada, desacata policiais após provocar acidente na Taquara
Foto: Reprodução
Na conversa, ela chega a dizer que o policial "está louco, bêbado e comprado", ao mesmo tempo que tentava retirar os documentos da mão do PM.
Após o policial pedir para ela não encostar nele, a mulher, que é professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e se identifica como Rejane, retruca: "Tire a mão de mim, você. Você que está abusando. Eu sou uma funcionária federal".
Uma senhora, que parece acompanhá-la, sugere que as duas voltem de ônibus, mas ela insiste em sair do local de carro mesmo sem condições.
"Sou federal, tenho 46 anos, muito mais antiga que você. Voz de prisão você não vai me dar nunca, meu bem", desafia. Logo depois, ela agarra um dos policiais que realizam a ocorrência e acaba sendo algemada.
A mulher foi levada para a 32ª DP (Taquara), onde o caso foi registrado. Ela foi autuada e presa em flagrante por desacato, desobediência e por dirigir embriagada. Após o pagamento de fiança, ela foi liberada e deixou o local com o seu pai.
Rejane realizou exame de alcoolemia no Instituto Médico Legal (IML), onde foi constatado o uso de bebida alcoólica.
url da imagem: http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_6358869077888868.jpg
Algumas pérolas registradas em processos
Laudo de perito judicial descrevendo um barracão:
"um barracão com pé direito de 5 metros e pé esquerdo
de 4 metros".
Avaliação feita por um oficial de justiça:
"um crucifixo, em madeira, estilo country - colonial,
marca INRI -sem número de série".
Avaliador descrevendo bens para penhora em execução:
"O material é imprestável mas pode ser utilizado".
Despacho judicial em ação de execução, numa Comarca de Mato
Grosso:
"Arquive-se esta execução, porque, o exequente foi
executado (à bala) pelo devedor."
Conclusão de estudo de viabilidade econômica de um
empreendimento agropecuário:
"O investimento é viável, desde que tenha um começo, um
meio e uma eternidade."
Despacho de um juiz, num processo em que o advogado requereu
a citação pessoal do "de cujus", em Santo André/SP:
"Para que se não venha alegar cerceamento de direito,
venha, em 48 horas improrrogáveis , nova, correta e definitiva emenda à
inicial, eis que, o "de cujus" encontra-se "nos céus" ou
"nos purgatórios", ou ainda "nos infernos", não dispondo o Juízo de "dons
mediúnicos" para convocá-lo à resposta".
Relatório de fiscal do Banco do Nordeste, após visita à
propriedade rural de um mutuário que abandonara o imóvel e montara um
terreiro de macumba:
"Achamos difícil o retorno de nosso capital, de vez que
o mutuário abandonou as lides agropecuárias, dedicando-se atualmente às
atividades sobrenaturais, onde exerce as altas funções de
pai-de-santo".
Perito descrevendo problemas na piscina de um condomínio:
"O piso e paredes da piscina apresentam rachaduras
tanto nas paredes, quanto no piso (vide fotos). As rachaduras são
consideráveis e começam a afundar."
Descrição de imóvel, num laudo judicial:
"O imóvel está uma boneca."
Relatório de um fiscal do Banco do Brasil:
"Financiado executou o trabalho braçalmente e
animalmente."
Frase de um termo de encerramento de laudo judicial de um
processo na Vara Cível do Fórum João Mendes em São Paulo:
"Os anexos seguem em separado".
Perito-avaliador iniciando relatório:
"Chegando na fazenda do Sr. Pedro Jacaré e em não
encontrando o réptil..."
Relatório de um fiscal do Banco do Brasil:
"Desconfio que o mutuário está com intenção de pagar o
débito".
De um relatório de financiamento:
"A máquina elétrica financiada é toda manual e
velha".
Relatório de um perito do Banco do Brasil:
"Visitamos um açude nos fundos da fazenda e depois de
longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava
vazio".
Memorando de funcionário justificando falta ao serviço: "REF.: Cobra.
Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de
ter sido mordido pela epigrafada".
Relatório de perito avaliador do Banco do Brasil:
"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se
acabe. Ele vai terminar sendo executado pelo banco".
Relatório de um perito do Banco do Brasil:
"Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse
chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus
perito".
url da imagem: http://www.diariopernambucano.com.br/wp-content/uploads/2011/09/juiz.jpeg
Gafes realmente ditas e que foram transcritas textualmente
pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos
realmente aconteciam à sua frente:
_________________________________________
Promotor: Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Promotor: Que ano?
Testemunha: Todo ano.
_________________________________________
Promotor: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua
memória?
Testemunha: Sim.
Promotor: E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu me esqueço das coisas.
Promotor: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo
que você tenha esquecido?
_________________________________________
Promotor: Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35 não me lembro.
Promotor : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
_________________________________________
Promotor: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse
quando acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, 'Onde estou Bete?'
Promotor: E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
_________________________________________
Promotor: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Promotor: Que idade ele tem?
_________________________________________
Promotor: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente
quando ela foi tirada? (esta é sem comentários)
__________________________________________
Promotor: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de
agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Promotor: E o que você estava fazendo nesse dia? (sem
legenda)
__________________________________________
Promotor : Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Promotor: Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Promotor: E quantas eram meninas?
__________________________________________
Promotor: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Promotor: E por morte de que cônjuge ele acabou?
__________________________________________
Promotor: Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Promotor: E era um homem ou uma mulher?
__________________________________________
Promotor: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe
fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você frequenta?
Testemunha: Oral.
__________________________________________
Promotor: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou
a examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20h 30’.
Promotor: E o Sr. Décio já estava morto há essa hora?
Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se
perguntando por que eu estava fazendo aquela autópsia nele.
__________________________________________
Promotor: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em
pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas
mortas...
_________________________________________
******* Essa é a melhor ********
Promotor: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou
o pulso da vítima?
Testemunha: Não.
Promotor: O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Promotor: O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Promotor: Então, é possível que a vítima estivesse viva
quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Promotor: Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro
sobre a mesa.
Promotor: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e
cursando Direito em algum lugar!!!
When Pablo
Escobar was gunned down in 1993, the focus on drugs entering the United States
shifted from South America to Mexico, which enjoys nearly 3,200 kilometers
(2,000 mi) of the American border. The Mexican cartels that rose to meet the
demand might be new, but they are undeniably vicious.
Although
the majority of victims in the Mexican drug wars are rival cartel members, no
one is truly safe. In the spring of 2011, the Los Zetas cartel got word that
the rival Gulf Cartel had sent for reinforcements from other states. They
intercepted several busloads of civilians on Mexican Federal Highway 101 in San
Fernando. When the migrants refused to work for the cartel, they were all shot
and killed (one man survived when the bullet missed his brain).Highway 101 has
since been referred to as “The Highway of Death.” The United States has advised
its citizens not to travel on the road. People will only drive there during the
day, typically in armed convoys traveling at a high rate of speed. It is not
uncommon to find burned-out, bullet-riddled hulks of cars or stacks of
decapitated bodies on the sides of the road.
On February
19, 2012, a prison in Apodaca, Nuevo Leon, Mexico became a scene of
unimaginable carnage when guards released members of the Los Zetas from their
cells and allowed them to attack Gulf Cartel members in aneighboring cellblock.
It was a vicious slaughter. The Los Zetas used improvised weapons like knives,
rocks, and burning mattresses. Men were beaten, hacked apart, flung from
windows, hanged, and decapitated. When it was over, officials claimed that 44
members of the Gulf Cartel had been killed. Other sources have alleged that the
real body count exceeded 70. Some 37 members of the Los Zetas escaped,
including dangerous, high-ranking Oscar Manuel Bernal Soriano, also known as La
Arana (“The Spider”). Twenty-four of them have since been captured or killed,
and 19 prison employees have been brought up on charges for their role in the
massacre.
On
September 15, 2008, during a celebration of Mexico’s Independence Day, a pair
of grenades were tossed into a crowd of 30,000 in the city of Morelia. The
subsequent blast killed at least eight people and injured dozens more. It was
initially speculated that the La Familia Michoacana cartel was behind the
attack, but Los Zetas members were later arrested for the crime. Two years
later, La Familia Michoacana (noted for being run more like a religious cult
than a cartel) was involved in a fierce two-day gun battle with the Mexican
federal police where dozens were killed. The cartel has since been considered
extinct, its territories taken over by another group.
While the
majority of cartel income is derived from drug trafficking, they are
resourceful organized-crime enterprises and do not hesitate to engage in any
manner of activity, from garden variety extortion to facilitating the transfer
of immigrants into the United States. This last point has actually led to a
marked decrease in illegal immigrants: The cartels rarely make good on the
arrangements, instead robbing and ransoming the men and forcing the women into
lives of prostitution. Those who are successfully delivered across the border
are often left to perish in empty deserts.Another major source of income for
the cartels has been tapping oil lines. Pemex, an oil company controlled by the
Mexican government, reports hundreds of millions in lost revenue each year from
theft. On December 10, 2010, in Puebla, Mexico, an alleged early morning
attempt to tap into the pipeline resulted in a massive explosion and fire that
claimed the lives of 29 people, including 13 children. It is believed the Los
Zetas were responsible. The blaze that followed destroyed some five square
kilometers (1.9 sq mi) and dozens of homes.
Durango
is in northwest Mexico, the birthplace of revolutionary general Pancho Villa.
In 2011, the area became a hotbed of violence, with at least 340 bodies
discovered in vast graves scattered throughout the city. One grave, found in
the lot of an abandoned auto repair shop, contained 89 bodies in all. Once
again it is believed that the Los Zetas are responsible for most of the
killings. The government has struggled to identify the victims. One of the
bodies discovered was that of Alfonso Pena, an ex-mayor from the town of
Tepehuanes
video url: https://www.youtube.com/watch?v=j6gvzSmpIZM
On August
25, 2011, four vehicles loaded with armed Los Zetas gunmen pulled up to the
entrance of Casino Royale in Monterrey, Nuevo Leon, Mexico. After spraying the
entrance of the casino with gunfire, they dumped gallons of gasoline at the
doors and set the building ablaze. Officials claim that 52 people, mostly
women, were killed in the resulting fire. Some sources indicate that the body
count may have been even higher. When several members of Los Zetas were
arrested, they claimed they had not intended to kill anyone, but were simply
trying to intimidate the owners of the casino, who had refused to pay extortion
money.
Battles
between the Sinoloa and Los Zetas cartels have left a bloody legacy in the
streets of Nuevo Leon. On April 17, 2012, 14 men, likely Los Zetas members,
were found in a minivan, chopped to pieces, allegedly by the Jalisco New
Generation cartel, part of the Sinaloa group. In an apparent retaliation, 23
bodies were discovered a few weeks later. Nine of them had been hanged from a
bridge to the horror of motorists. Hours afterward, 14 decapitated corpses were
found, their heads wedged in coolers. There were also attacks against police,
bloggers, and media members. When the offices of El Mañananewspaper were shot
up and damaged by grenades, the paper stated publicly that they would no longer
cover any cartel activities.
Like Nuevo
Leon, Tijuana is a major portal to the north and has suffered its own share of
violence. Hundreds of homicides have been reported, an epidemic high of 844 in
2008—more than double that of Detroit, a city often referred to as America’s
“murder capital.” In April of that year, rival factions of the Arellano Felix
Tijuana cartel engaged in a savage gun battle on the streets of Tijuana that
left 17 dead. The area has since largely fallen under the influence of the
rival Sinaloa group.
Probably
the most common form of dispatch used by the cartel is beheading. Unlike shooting
them, decapitating enemies sends a very grisly message. Often the heads are
discovered with handwritten notes threatening further violence. Nowhere is this
trend more disturbing than in the resort city of Acapulco. Once known for its
sprawling beaches and luxury high-rises, the city has become consistently
associated with violence. In January 2011, 15 headless bodies were found near a
shopping mall with notes from Joaquin “El Chapo” Guzman, the head of the
Sinoloa cartel. Later on that year, five heads were found in a sack placed
outside an elementary school. The latter incident was a threat to local
teachers, who’d been extorted to give up half their income to gangs. In
response to the danger, the teachers went on strike.
Of course,
in a world where disememberment and pyramids of severed heads are a rather
common sight, folks eventually grow accustomed to their horror—so the cartels
are always looking for ways to up the ante and inspire dread in their enemies.
In 2010, 26-year-old Hugo Hernandez was kidnapped from Sonora. His corpse was
found in the city of Los Mochis about a week later. It had been chopped to
pieces, but in a turn suited to Freddy Krueger’s playbook, Hernandez’s face had
actually been skinned off and stitched onto a soccer ball. There was a note
with the body that read “Happy New Years, because this will be your last.” It
is believed the murder was a warning to the Juarez drug cartel.
Israel Pereira Coutinho, policial civil há mais de 30 anos, pesquisador sobre a temática Armas de Fogo e Munições, Professor da Academia de Polícia do Estado de São Paulo, Instrutor de Armamento e Tiro, Instrutor de Defesa Pessoal, membro da Florida SWAT Association, membro da Florida Sheriffs Association, membro da Pennsylvania Sheriffs' Association, membro International Association of Law Enforcement Firearms Instructors, membro da National Rifle Association, filiado à Associação Zanon de Karatê, filiado à International Shotokan Organization, filiado à Confederação Brasileira de Krav Maga Security.
Principais cursos:
Estágio de Operações Especiais – DOPE, Special Weapon And Tactics – SWAT, Bioterrorism Incident Pre-Planning and Response - Interpol, Organized Crimes Investigations – FBI, Firearms Examiner Training –NIJ , Active Shooter Incident - Planning and Response – Afimac, Ocorrência Envolvendo Bombas e Explosivos – Senasp, Instrutor de Armamento e Tiro – Acadepol, Hunter Education – NRA, Identificação de Armas de Fogo – Senasp, Balística Forense Aplicada – SENASP, Operações de Manutenção de Paz e Policiamento Internacional – Senasp.